domingo, 23 de agosto de 2026

 

Moraes e Dino estão demoralizando cada vez mais o Supremo e a Justiça

Ministros do STF se dividem sobre ação de Dino para blindar Alexandre de  Moraes - InterativoMS

Moraes e Dino usam o Supremo sem cumprir a lei

Vicente Limongi Netto

Fico contente pelo excelente colunista do Estadão, Carlos Andreazza, esmiuçar, na coluna do dia 22, o tenebroso assunto que comentei no meu artigo do dia 20, aqui na Tribuna da Internet e, dia 21, em outro comentário meu, no próprio Estado de São Paulo.

Nas duas oportunidades, critiquei o papelão medonho da dupla Flávio Dino e Alexandre de Moraes, ferozes ministros do Supremo Tribunal Federal, armados até os dentes de ódio.

Os dois, envergonhando a Justiça e o bom senso, tentaram arrancar as vísceras do jornalista maranhense, Luís Pablo, porque cometeu o terrível crime, vejam só, de denunciar que familiares de Dino estariam usando carro oficial blindado da Justiça do Maranhão, com motorista e combustível grátis.

SIGILO DA FONTE – A “dobradinha autoritária” Moraes-Dino, como definiu Andreazza, ainda exigiu a absurda quebra do sigilo da fonte do repórter.

A barbaridade de Moraes e Dino foi impedida pelo Policia Federal, que não encontrou razões nas investigações para prosseguir na açodada, cretina e covarde medida proposta pelos desprezíveis Dino e Moraes. 

Outro assunto que está dividindo ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) é a volta da exigência de diploma universitário para jornalistas. O ministro André Mendonça já se manifestou contrário À exigência da medida, com farpas a Dino e Moraes, defensores da exigência.

GRANDE PIADA – O gaiato Dino, que parece ter sido diplomado humorista por correspondência, alega, tentando diminuir o jornalista LuÍs Pablo, que a dispensa do diploma “pode levar que o PCC e o Comando Vermelho façam um concurso para selecionar blogueiros”.   

Protestando contra a sandice de Flávio Dino, o leitor Nilson Rebello, de Brasília, no Estadão do dia 21, retruca as papagaiadas infames do minitro, afirmando que “o  debate sobre o diploma agora é cortina de fumaça, como foram os casos dos penduricalhos e do código de ética para ministros, a fim de iludir a sociedade e esconder suas próprias mazelas”.

Tenho saudade do Supremo de antigamente, que fazia jus à denominação dada por Ruy Barbosa. 


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