sexta-feira, 20 de julho de 2018

CONVERSA AFIADA

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Tribunal das Contas afaga tucano gordíssimo

Robson Marinho foi Chefe da Casa Civil do Covas
publicado 20/07/2018
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Robson Marinho, o afastado conselheiro que ainda recebe R$ 30 mil mensais. (Créditos: Divulgação/ Estadão)
Da Fel-lha

Tribunal de Contas de SP arquiva apuração sobre suspeita de propina

Por Mario Cesar Carvalho

O Tribunal de Contas do Estado decidiu arquivar, sem chegar a conclusão alguma, uma investigação interna que apurava a suspeita de o conselheiro Robson Marinho ter recebido US$ 3,059 milhões de propina da multinacional francesa Alstom, de acordo com documentos obtidos pela Folha.
(...) Marinho foi chefe da Casa Civil de Covas entre janeiro de 1995 e março de 1997. No mês seguinte foi nomeado conselheiro do TCE por Covas.
(...)A decisão de encerrar a apuração foi tomada no último dia 6, mas permanece sob sigilo.
Os conselheiros que cuidavam do processo de corregedoria sobre Marinho aproveitaram uma decisão da ministra Nancy Andrighi, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), para arquivar o caso.
Ela decidiu no último dia 26 remeter a ação penal que corria naquela corte para a Justiça Federal de primeira instância porque Marinho ocupava o cargo de chefe da Casa Civil no governo de São Paulo "e os supostos fatos criminosos não estão relacionados às funções específicas de conselheiro do Tribunal de Contas".
(...) Segundo o Ministério Público Estadual e o Ministério Público Federal, a propina foi paga a Marinho para que ele ajudasse a Alstom a usar um contrato de 1990 com a Eletropaulo para vender subestações de energia em 1998 por US$ 50 milhões, o equivalente a R$ 192 milhões atualmente.
(...) Marinho está afastado do TCE por decisão da Justiça desde 2014, mas continua a receber o salário de conselheiro, de cerca de R$ 30 mil. Ele chegou a ser reconduzido ao cargo no ano passado pelo Tribunal de Justiça, mas o STJ mandou-o de volta para casa em seguida. (...)

PHA

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Bancos lucram R$ 18 bilhões no trimestre

Um colosso, Míriam!
publicado 19/07/2018
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Deu no PiG cheiroso:

Lucro combinado de grandes bancos deve alcançar R$ 18 bi no 2º tri 


Apoiados no crédito a pessoa física, os quatro maiores bancos de capital aberto devem mostrar resultados melhores no segundo trimestre. O lucro combinado de Itaú Unibanco, Banco do Brasil (BB), Bradesco e Santander deve ficar em R$ 18,031 bilhões, segundo média de projeções de analistas consultados pelo Valor. O número indica crescimento de 13,5% em relação ao obtido entre abril e junho do ano passado.
A Russian-made Sukhoi Su-30MKV fighter jet of the Venezuelan Air Force flies over a Venezuelan flag tied to missile launchers, during the Escudo Soberano 2015 (Sovereign Shield 2015) military exercise in San Carlos del Meta in the state of Apure

Venezuela movimenta tropas, 10 países repreendem e Brasil é último a saber

© REUTERS / Marco Bello TPX
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Com Brasil de fora, declaração dos governos de Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Paraguai e Peru, parte do Grupo de Lima, condenou movimentação de tropas venezuelanas na fronteira com a Colômbia. A Sputnik Brasil ouviu o especialista em políticas latino-americanas da USP, Rafael Villa, sobre o assunto.
A declaração foi recebida com surpresa no Itamaraty, que a classificou como resultado de "claríssimos açodamento e precipitação", segundo coluna do jornal O Globo, visto que não foi consultado mesmo fazendo parte do grupo criado em 2017.  O governo brasileiro teria demosntrado desapontamento, pois considera ter relações estreitas com a Colômbia na área da Defesa e esperava ser consultado sobre uma pauta como essa.
Por fim, o governo brasileiro preferiu não se associar às afirmações do Grupo de Lima na declaração conjunta, divulgada pela chancelaria chilena na terça-feira (17).
Em entrevista à Sputnik Brasil, o especialista em políticas latino-americanas, Rafael Villa, professor de Relações Internacionais da USP afirmou que essa situação demonstra dissonância entre os países do grupo em relação ao Brasil.
"Isso pode estar mostrando que o Brasil teve algum dissenso substantivo em relação aos outros países do Grupo de Lima. Porque não é por acaso que um dos países que mais tem criticado, questionado o governo Maduro nos últimos tempos, como é o governo de Temer e seu chanceler, tenha sido deixado de fora", afirmou Villa.
Para o professor, a declaração do Itamaraty, que abriu desafeto com a nota conjunto do Grupo de Lima, é uma prova de que o governo brasileiro não estava de acordo com o conteúdo dela. 
O especialista ainda especula sobre o que pode ter causado a discordância brasileira e afirma que o assédio norte-americano pode ter causado o distanciamento do país em relação à atitude do grupo.
"O Brasil também pode ter percebido alguma interferência do governo norte-americano nessa nota e quer manter uma condição de mais autonomia em relação a um comunicado que vai diretamente a um assunto muito delicado como é a movimentação na fronteira", ressalta o professor Rafael Villa.
Ação militar contra Maduro?
Um dos temores que rondam as relações diplomáticas do continente é a possibilidade de alguma ação militar contra a Venezuela. A ideia não é nova e está ameaça o regime chavista há anos, tendo sido aquecida com as recentes mudanças de governo da região e o alinhamento de países como o Brasil, Argentina e Colômbia às críticas e medidas contra a Venezeula.
O professor, porém, acredita que isso não passa de retórica, e que as condições necessárias a uma ação de tom bélico contra o governo de Maduro ainda não estão postas.
"Em princípio não acredito que isso seja possível, porque não há ações mais sólidas que dêem indícios de que isso poderia estar acontecendo. Eu acho que se os Estados Unidos, em qualquer caso, decidam usar sua força, a Venezuela pouco teria a fazer, devido a um poder militar tão grande como o dos Estados Unidos", afirma Rafael Villa.
Ele relembra que as movimentações de tropas venezuelanas na fronteira com a Colômbia não são novas e que a tensão diplomática entre os países é uma constante do chavismo.
"Essas movimentações de tropas na fronteira com a Colômbia acontecem desde a época de Chávez. Para justificar uma possível invasão à Venezuela se utilizando das bases militares que os Estados Unidos possuem na Colômbia, países como a Colômbia teriam que declarar que sua segurança nacional esteja ameaçada pela Venezuela. E que isso, por sua vez, ameace a segurança dos Estado Unidos, o que cria uma situação de risco, ameaça, para os países da região", aponta.
Mensagem ao novo presidente colombiano?
Para o professor, existe a possibilidade de que essa movimentação, apesar de não representar uma novidade, seja uma mensagem de Nicolás Maduro ao presidente eleito colombiano, Iván Duque, próximo de Álvaro Uribe, antigo desafeto dos venezuelanos.
"Em princípio, acho mais que o argumento da invasão cabe mais ser utilizado pelo governo venezuelano como uma maneira defensiva, como uma maneira de levantar os brios de seu público interno", acredita o professor.
Ele lembra, no entanto, que à época do presidente Chávez, os dois países viveram quase 8 anos em uma constante "guerra fria", que se caracterizou por declarações diplomáticas "muito fortes" e chamadas de embaixadores.
Por isso, em meio à crescente tensão sobre seu governo, não estaria descartada a possibilidade de que Maduro esteja tentando demonstrar ao novo presidente colombiano, Ivan Duque, que ele não terá vida fácil com o vizinho.

Isolado, Jair Bolsonaro afirma que ‘jamais’ se comprometeu com partidos

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Bolsonaro tem votos, mas não consegue fechar alianças
Leticia FernandesO Globo
Com dificuldade de formar alianças, o pré-candidato à Presidência pelo PSL, Jair Bolsonaro, criticou pelo Twitter, nesta quinta-feira, as notícias de que teria sido “descartado por fulano e cicrano (sic)”, chamadas por ele de “falsa narrativa”. Ele faz referência à relutância de legendas, como PR e PRP, que negociavam a vaga de vice na chapa de Bolsonaro, de se juntarem ao pré-candidato, líder nas pesquisas de intenções de votos.
O PRP rejeitou a aliança com Bolsonaro nesta quarta-feira, após o PSL ter praticamente fechado que o vice do candidato seria o general da reserva Augusto Heleno. Antes, o PR já havia interrompido as negociações. O senador Magno Malta (PR-ES) era preferência de Bolsonaro para compor a chapa, mas o partido também não aceitou.
FAZER DIFERENTE – Apesar disso, o pré-candidato disse nesta quinta que “jamais” se comprometeu com esses partidos ou candidatos. “Queremos fazer diferente. Se for para fazer igual a todos estamos fora sem problema algum. A escolha é dos eleitores”, escreveu.
A maioria da imprensa cria falsa narrativa como se tivesse sido descartado por fulano e cicrano. Jamais me comprometi com nenhum dos citados. Sempre deixei claro que meu partido é o povo e agora tentam desonestamente inverter a situação para mais uma vez nos descredibilizar!
Com o naufrágio aparente de suas duas principais apostas, o pré-candidato corre em busca de uma alternativa. Uma delas é a advogada Janaína Paschoal, filiada ao mesmo PSL de Bolsonaro. O nome dela vinha sendo cotado para a disputa do governo de São Paulo, embora pessoas ligadas ao partido no Estado acreditem que a advogada prefira concorrer à vaga de deputada.

Sem defender ideologia alguma, os partidos revelam ser balcões de negócio

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Charge do Jorge Braga (Charge Online)
Pedro do Coutto
Reportagem de Cristiane Jungblut, edição de ontem de O Globo, destaca a movimentação desenvolvida por diversos partidos políticos em torno de alianças vinculadas às eleições de outubro. Incrível, as direções partidárias agem como se estivessem disputando leilões comerciais. O mentor do PR, por exemplo, Valdemar da Costa Neto, depois de receber apelos de Jais Bolsonaro e de Geraldo Alckmin, disse que a legenda prefere alinhar-se com o chamado Blocão integrado pelo DEM, PP, SD e PRB, porque assim o candidato escolhido possuirá maior tempo de acesso ao programa gratuito que a lei condiciona às representações das coligações na televisão e no rádio.
Esse bloco de partido encontrava-se dividido, com uma corrente defendendo aliança com Ciro Gomes, outra corrente com o apoio a Geraldo Ackmin.
APOIO DO PTB – Por falar em Geraldo Alckmin, recebeu ele o apoio do PTB de Roberto Jeferson, que tantos problemas criou no Ministério do Trabalho. Neste caso surge a indagação se as letras do PTB, em vez de somar, diminuem os votos do ex-governador de São Paulo. O PTB, aliás, de trabalhista não tem nada. Dedica-se integralmente ao fisiologismo e seu êxito depende do acesso às verbas do governo.
No meio da confusão, o blocão decidiu apoiar Alckmin, embora o deputado Rodrigo Maia considerasse melhor não se envolver na campanha do PSDB. Maia já é ex-candidato a Presidência da República, vai optar pela disputa à Câmara Federal, não tentando assim uma reeleição ao Senado, que ficar com seu pai, Cesar Maia.
Enquanto isso verifica-se no PSB um movimento voltado para o apoio à Ciro Gomes.
MUITA CONFUSÃO – A situação do PSB está confusa, depois que Joaquim Barbosa desistiu de candidatar-se. Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, o PSB oscila entre a defesa da candidatura Marcio França ao governo estadual e o apoio eventual a um candidato à presidência, principalmente Alckmin.
Porém, o mais importante de toda essa confusão, na qual acentua-se um vai e vem de promessas de apoio, é que legenda alguma condiciona sua participação eleitoral dentro de um critério de princípio e programa. Princípios e programas para quê?
QUEM DÁ MAIS – Nada mais interessa, a prioridade é para o quem dá mais aqui ou ali. Tal processo absolutamente negativo predomina cada vez mais no cenário político brasileiro. Na verdade a honestidade, que era uma qualidade, passou a ser defeito. Pois os desonestos flutuam ao sabor das ondas, dirigidas para o lucro pessoal e que consagram o império atual do fisiologismo na política brasileira.
Já vai longe o tempo em que os candidatos à presidência da República condicionavam a realização de alianças na base de programas comuns de governo. Isso ficou no passado.
No presente não existe nenhuma preocupação com o povo do país, tampouco com a vida dos cidadãos e cidadãs. Todos querem saber de si. O poder transformou-se numa grande empresa nacional. Isso é um desastre.

NÚMEROS COMPROVAM A FALÊNCIA DA INTERVENÇÃO FEDERAL MILITAR NO RIO

MÁRIO AUGUSTO JAKOBSKIND -

A intervenção federal militar no Rio de Janeiro só fez aumentar os homicídios decorrentes de ações policiais em quase 60% / foto: Agência Brasil.
A intervenção federal militar no Rio de Janeiro só fez aumentar os homicídios decorrentes de ações policiais. Mais do que palavras, vale apresentar os números de junho. Em relação ao ano passado, o mês de junho de 2018, segundo dados oficiais, teve um aumento de 59,8% e ainda cresceram 9,2% em comparação com o mês anterior de maio.

É preciso que o general Braga Neto, o interventor nomeado por Michel Temer como responsável pela segurança do Rio, responda uma pergunta sobre tal fato. Como de um modo geral, o militar não vem sendo cobrado por isso e outras incursões policiais em áreas pobres da cidade, tudo continuará a acontecer, sob o silêncio da mídia comercial, que de um modo aprova esse tipo de ação que mata jovens negros.

É mais do que necessário que a sociedade civil pressione as autoridades responsáveis pelo que tem acontecido, para que a violência institucional tenha fim.

Não podem mais os cariocas assistir passivamente a violência que atinge principalmente parte da população mais necessitada e que deveria ter a assistência do Estado. É uma realidade que precisa ser apresentada sem subterfúgios, porque se isso não for feito, as autoridades responsáveis pela violência continuarão agindo dessa forma e ainda por cima receberão elogios de setores que compactuam com essa forma de ação.

É necessário, portanto, que se dê um basta de uma vez por todas a esse tipo de ação policial, que não só não produz resultados, como ainda por cima agrava o quadro da segurança na cidade que o cancioneiro popular ainda considera maravilhosa.

Na verdade, esse tipo de ação faz parte do repertório de alguns setores da população, na prática estimuladores do racismo, que as autoridades reproduzem. E uma forma de agir inócua que deve ser repudiada pela população brasileira que tenha um mínimo de consciência.

Os números aqui apresentados que demonstram o crescimento da violência policial contra os pobres devem ser repudiados e servirem de fator de convencimento da necessidade de se acabar o mais rápido possível com a intervenção federal militar. Não se pode aceitar que essa prática siga até o fim de dezembro.

Está mais do que provado que as ações policiais sob o comando do general Braga Neto são inócuas e para combater a violência é preciso que a inteligência seja prioritária.

Realmente essa forma de agir não é aceita pelo governo que decretou a intervenção na área da segurança do Rio, porque  os seus integrantes preferem seguir os parâmetros do senso comum, ou seja, que através da violência policial em áreas pobres se combate o crime.

Nesse sentido, certas coberturas da mídia comercial de alguma forma ajudam a fortalecer essa ideia preconceituosa que prejudica os pobres, como comprovam os fatos.

É hora, vale sempre repetir, de acabar com isso! (via Brasil de Fato)
Aline Prado
Aline Prado - 
Alinne Prado, ex-apresentadora do 'Vídeo Show' soltou o verbo sobre sua demissão da Globo. "Apesar de ser a primeira negra a sentar na bancada do programa, fui demitida sob justificativa de que, apesar de gostarem muito do meu trabalho, precisavam de alguém mais 'neutro'. E como estavam passando por uma crise, eles precisavam enxugar o quadro de repórteres (que depois da minha saída aumentou). Me dó demais ver isso acontecer."