sábado, 2 de maio de 2026

 

O racha e o troco de Moraes a Lula

Posso estar equivocado em minha análise, mas vejo algumas rachaduras no regime stf-petista, que ficaram expostas nesse caso Bessias.

Me parece que há um alinhamento entre Alcolumbre e Moraes, fato que concluo após notícia de jantar promovido por Moraes em sua casa, com a presença do Alconhonho nas vésperas da votação.

Nhonho e o Centrão queriam Pacheco no STF.

Talvez Moraes também.

Moraes não é petista e acredito que, paranoico como é, deve suspeitar de dedo do Lula em toda esta devassa que está sofrendo.

Bessias no STF, junto com Dino, Toffoli e Fachin (foi Fachin quem soltou Lula) poderiam vir a peitar sua autoridade na corte, obedecendo ordens lulistas.

Alcolumbre-Moraes demonstraram quem tem mais poder nessa votação.

Lula com seus 12 bi, mais militância, sindicatos e pastores "evangélicos" comprados ficaram a ver navios.

Pelas minhas contas, a oposição não teria mais que 25 a 30 votos. Os 17 ou 12 a mais vieram da tropa centrista alcolumbriana.factripple.com

O fato é que Lula já não governa, virou um defunto insepulto.

Porém, um defunto-zumbi que ainda exala mau cheiro e perigo.

Essa gente não assimila derrotas pacificamente.

Mortes suspeitas e badernas sociais podem vir a acontecer.

Com fé e coragem, sigamos na luta.

Pedro Possas. Médico.

 

Não foi Davi nem houve traição, Messias foi rejeitado pela falta de “notório saber”

Charge do JCaesar: 30 de abril | VEJA

Charge do JCaesar (revista Veja)

Carlos Newton

As supostas explicações dos jornalistas sobre a derrota de Jorge Messias representam uma sucessão de excelentes Piadas do Ano. A maioria afirma que o maior culpado teria sido Davi Alcolumbre, presidente do Congresso, que faz o que bem entende até em decisões por voto secreto, num ramo profissional em que traição é o esporte preferido.

Outros alegam que a causa principal foi o momento de fragilidade política do governo, mas há também aqueles que culpam Lula, por haver superestimado a capacidade de seus negociadores, como o ministro José Guimarães, aquele deputado cearense dos dólares na cueca, e os senadores Jaques Wagner e  Randolfe Rodrigues.

“CENTRÃO AMPLIADO” -Também apareceram jornalistas e observadores inventando que Lula foi traído pelo chamado “Centrão ampliado”, uma suposta facção que ninguém sabia existir nem indicar os integrantes. Portanto, está valendo tudo para justificar a ascensão e queda do quase ministro indicado pelo presidente petista.

No meio desse tiroteio investigativo, eis que surge o senador Cid Gomes (PSB-CE) para dizer o óbvio, explicando que o nome indicado ao STF foi vetado pelo conjunto da obra de Lula e do próprio Messias, considerado sem notório saber pela maioria dos senadores, que nem precisaram apurar se tinha reputação ilibada.

Cid Gomes, que integra a base aliada de Lula, avisou a Messias que não votaria nele e ainda acrescentou que, mesmo se votasse, a indicação dele para o Supremo não seria aprovada em plenário.

SINCERIDADE – O senador do PSB foi sincero, mas os articuladores da nomeação (o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, os líderes Jaques Wagner e Randolfo Rodrigues, e o próprio Lula) continuaram insistindo e conduziram à desmoralização de Messias.

O resultado na Comissão de Constituição e Justiça animou Messias e o Planalto, com 16 votos a 11, pela aprovação.  Portanto, para ser aceito no plenário, ele precisava de mais 25 votos entre os 54 senadores restantes, porém só conseguiu 18, ficou longe da aprovação.

Ao explicar essa derrota, Cid Gomes disse esperar que Jorge Messias não tivesse mais de 35 votos, e por isso nem compareceu à sessão. A seu ver, o erro foi de Lula, a quem teria faltado “espírito republicano“ ao escolher Messias.

VIRA BRINCADEIRA – “Lula indicou o Zanin, que tinha sido advogado dele. Um advogado competente, respeitado, muito bem. Depois indicou um cara que é da política, aliado dele historicamente. Tudo bem, foi aprovado. Depois vira brincadeira. Acho que faltou espírito republicano na indicação. Nada, repito, nada contra o garoto lá [Messias]”, afirma Cid.

Em tradução simultânea, Cid Gomes revela que houve vário motivos, mas o principal foi a falta de notório saber, ao destacar a opinião dos senadores de que nomear ministro do Supremo não pode virar brincadeira.

Ele acrescentou que não apenas Davi Alcolumbre, mas também a maioria dos senadores considerou um desrespeito o desinteresse de Lula por nomear o senador Rodrigo Pacheco, insistindo em lançá-lo a governador, para tentar atrair votos em Minas e garantir sua reeleição à Presidência.

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P.S. –
 Como se vê, a explicação de Cid Gomes é lógica e procedente. O principal motivo da derrota no Senado não foi o empenho de Alcolumbre, nem houve traição do “Centrão ampliado” e tudo o mais. Messias foi vetado devido à falta de saber jurídico. Ou seja, se Lula demonstrasse espírito republicano e indicasse Pacheco ou um jurista de verdade, os senadores teriam aprovado. E vida que segue, diria nosso amigo João Saldanha, que faz muita falta na Copa do Mundo.. (C.N.)

 

Por Redação g1

 

Trump ameaça retirar tropas americanas da Alemanha

Trump ameaça retirar tropas americanas da Alemanha

Os Estados Unidos anunciaram nesta sexta-feira (1º) que vão retirar 5 mil soldados da Alemanha. O movimento é visto como uma forma de punir Berlim diante de uma crise diplomática entre os dois países.

  • Trump rebateu a afirmação no dia seguinte, dizendo que o chanceler não sabia o que estava falando e que a Alemanha estava "indo mal".
  • Depois, o presidente publicou em uma rede social que avaliava retirar tropas do território alemão.

A Alemanha é a principal base militar dos EUA na Europa, com cerca de 35 mil militares em serviço ativo. O país funciona como um centro estratégico de treinamento para os norte-americanos.

O porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, disse nesta sexta-feira que o processo de retirada dos 5 mil soldados do território alemão deve ser concluído em até 12 meses.

Um alto funcionário do Departamento de Defesa, sob condição de anonimato, disse à agência Reuters que uma brigada de combate será retirada do país. Um batalhão de artilharia de longo alcance que deveria ser enviado ainda neste ano não será mais deslocado.

Ainda segundo a autoridade, as medidas são uma resposta às declarações recentes de autoridades alemãs, classificadas como "inapropriadas e pouco úteis".

"O presidente está reagindo de forma adequada a esses comentários contraproducentes", comentou.

Segundo a Reuters, a redução deve levar o número de tropas dos EUA na Europa de volta a níveis próximos aos de antes de 2022, quando a invasão da Ucrânia pela Rússia levou a um reforço militar ordenado pelo então presidente Joe Biden.

Punição

Soldado da Força Aérea dos Estados Unidos lança drone durante exercício militar na Alemanha. Foto de setembro de 2025. — Foto: Synsere Howard/Exército dos Estados Unidos

Soldado da Força Aérea dos Estados Unidos lança drone durante exercício militar na Alemanha. Foto de setembro de 2025. — Foto: Synsere Howard/Exército dos Estados Unidos

Na quinta-feira (30), Trump confirmou que pretendia retirar tropas da Alemanha e afirmou que pode fazer o mesmo com Espanha e Itália.

“Provavelmente vou fazer isso. A Itália não tem ajudado em nada e a Espanha tem sido horrível, absolutamente horrível”, afirmou.

A Alemanha está entre os países da Otan que autorizaram o uso de bases militares para ataques contra o Irã — decisão elogiada por Trump. No início de março, durante visita de Merz à Casa Branca, o presidente disse que o país era um parceiro útil.

Espanha e Itália adotaram postura mais restritiva. No fim de março, o governo espanhol fechou o espaço aéreo para aeronaves americanas envolvidas na guerra. Já os italianos negaram o uso de uma base aérea na Sicília em operações de combate.

No início de abril, o jornal The Wall Street Journal revelou que Trump avaliava punir países da Otan por falta de apoio à guerra contra o Irã. Entre as medidas estaria a transferência de tropas para países que apoiaram a ofensiva no Oriente Médio, como Polônia, Romênia, Lituânia e Grécia.

O plano também inclui a possibilidade de fechar uma base militar dos EUA na Europa, possivelmente na Espanha ou na Alemanha, segundo o jornal.