sábado, 26 de maio de 2018

Soldados perto do campo de refugiados de Yarmouk, ao sul de Damasco

Exército sírio ataca posições do Daesh com sistema de foguetes Golan-1000 (VÍDEO)

© Sputnik / Mikhail Voskresensky
ORIENTE MÉDIO E ÁFRICA
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O Exército da Síria desferiu um sério golpe nas linhas defensivas do Daesh lançando seu novo sistema de foguetes Golan-1000 contra os terroristas.
Como mostra o vídeo, as munições do sistema lança-foguetes sírio Golan-1000 atingem as linhas defensivas do Daesh (grupo terrorista proibido na Rússia e outros países) algumas horas antes da organização terrorista concordar em baixar as armas e entregar suas últimas fortificações no campo de Yarmouk, em Al Hajar al-Aswad e al-Tadamon.
Mais cedo nesta semana, o Centro Russo para a Reconciliação na Síria informou que o Exército da Síria estava libertando o bairro de Muhayam al-Yarmouk em Damasco dos militantes do Daesh.
"Como resultado de uma operação conjunta de nossas forças armadas e aliados, Al Hajar al-Aswad e os territórios vizinhos foram completamente libertados dos terroristas", afirmou o Exército sírio em um comunicado.
O campo de Yarmouk foi estabelecido em 1957 nas proximidades de Damasco para receber refugiados palestinos. Desde o começo da guerra civil na Síria, o local se tornou um reduto de terroristas. Uma operação antiterrorista no campo foi anunciada em abril.

Do jeito que as coisas vão, é melhor Temer entregar logo o poder aos militares

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Resultado de imagem para temer e o pato charges
Charge do Sinovaldo (Jornal VS)
Carlos Newton
Michel Temer nunca foi um líder, sempre foi eleito na rabeira, como se dizia antigamente. Na última eleição que disputou, em 2006, ficou como primeiro suplente e deu a sorte de um dos deputados ser cassado logo na abertura do mandato. Depois, em 2010, virou vice-presidente de Dilma Rousseff, continuou no jogo com o repeteco de 2014 e acabou na Presidência. Fraco e corrupto, gastou todos os seus recursos para evitar a cassação e permanecer na ilusão de um poder efêmero. Dois anos depois de assumir, é hoje um morto-vivo que ronda os porões dos palácios do governo e se recusa a morar no Alvorada, porque à noite costuma fantasmas disputando espaço nos salões.
Na verdade, Temer jamais governou. Preferiu delegar poderes ao ex-tucano Henrique Meirelles e aos companheiros da cúpula do PMDB, que formavam uma quadrilha de alta periculosidade. Dois deles estão hoje na cadeia – Henrique Eduardo Alves e Geddel Vieira Filho – e os outros respondem a processos e inquéritos. Romero Jucá teve de se afastar do Ministério, Renan Calheiros virou oposicionista e só restaram Eliseu Padilha e Moreira Franco. O último a sair que apague a luz.  
PATO MANCO – Não há dúvida de que Temer está sofrendo a chamada Síndrome do Pato Manco (“Lame Duck”), uma expressão muito usada na política americana, para caracterizar o final de governo de presidentes que não podem ser candidatos à reeleição.  São governantes que ficam sem poder algum e se limitam a aguardar o final do mandato, que será uma tragédia no caso de Temer, porque significa cadeia na certa.
Temer enfrentou os patos gigantescos da Avenida Paulista e até tentou a reeleição, com apoio entusiasmado de Padilha, Moreira e demais membros da quadrilha, mas a sucessão dos fatos veio a demonstrar que é uma possibilidade zero, não adianta sonhar com o impossível, embora o último casamento de Temer até indique que ele é bom nisso. 
A VEZ DE MEIRELLES – Ninguém pode confiar no que Temer fala. Por isso, ainda não se tem certeza se ele realmente desistiu da candidatura e cedeu a vez a Henrique Meirelles, ou se é mais uma jogada para sair candidato e colocar Meirelles de vice, no desespero de reforçar a chapa.
O pior é que o pato manco deu uma tremenda mancada, ao desprezar a gravidade da greve dos caminhoneiros, deixando Padilha e Moreira se virando no Planalto na quinta-feira, enquanto ele passeava no interior do Estado do Rio.
Somente no dia seguinte é que a ficha caiu e Temer mais uma vez decidiu recorrer às Forças Armadas. Desse jeito, seria melhor que o pato manco entregasse logo o governo aos militares, colocando um general na Casa Civil, para segurar a onda até o final do mandato.
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P.S. – A partir de 1º de janeiro, sem a cobertura do foro privilegiado, o pato manco começará a se depenado pela força-tarefa da Lava Jato, que já montou um dossiê enorme sobre ele e só aguarda o momento certo para fritá-lo ao molho do tucupi, com sabor amazônico(C.N.)   

Prioridade de atuação dos militares são refinarias e aeroportos, diz o ministro

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Maior preocupação militar é garantir o abastecimento
Guilherme Mazui e Alessandra ModzeleskiG1, Brasília
O ministro da Defesa, Joaquim Silva e Luna, afirmou nesta sexta-feira (25) que a prioridade das Forças Armadas nas ações relacionadas à greve dos caminhoneiros serão as refinarias e os aeroportos. Silva e Luna deu a informação após o presidente Michel Temer assinar um decreto em que autoriza o emprego de militares se houver perturbação da ordem pública, a chamada Garantia da Lei e da Ordem (GLO). A greve dos caminhoneiros chegou ao 5º dia nesta sexta-feira. A categoria protesta em todo o país contra o aumento no preço do diesel.
“Nós estabelecemos uma série de prioridades, e a principal preocupação tem a ver com as refinarias, para a partir de lá poder abastecer”, afirmou Silva e Luna. “São 11 aeroportos que estão nossa lista como prioritários, aí entra Recife, Salvador, Brasília”, acrescentou o ministro.
CONSEQUÊNCIAS – Com a paralisação dos caminhoneiros, tem faltado gasolina nos postos de todo o país, diversos produtos não estão chegando aos supermercados e acabou o querosene para aviões em vários aeroportos.
Mais cedo, nesta sexta-feira, o presidente Michel Temer acionou as Forças Armadas para desbloquear as vias interditadas pelos caminhoneiros. E o ministro Joaquim Silva e Luna, por sua vez, informou que a ação dos militares será “enérgica” e “rápida”.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, já autorizou o uso de forças de segurança pública para desobstruir as vias. Diante disso, a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam) divulgou um comunicado no qual pediu à categoria que desbloqueie as estradas interditadas.
PROPOSTA DE ACORDO – Após uma reunião de mais de sete horas no Palácio do Planalto, nesta quinta (25), governo e representantes dos caminhoneiros anunciaram uma proposta de acordo para suspender a paralisação da categoria por 15 dias.
O governo propôs, entre outros pontos, manter a redução de 10% do diesel nas refinaria e reajustar o preço do combustível com periodicidade mínima de 30 dias.
Essa operação, de acordo com o Ministério da Fazenda, custará à União R$ 4,9 bilhões até o fim deste ano. O valor deverá ser repassado à Petrobras a título de compensação.
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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
 – Era só o que faltava, diria o Barão de Itararé. A Petrobras causa o problema e quem paga a conta é o cidadão-contribuinte-eleitor, como diz Helio Fernandes. (C.N.)  

REQUIÃO PROPÕE EM AÇÃO POPULAR CAMINHO PARA ACABAR COM GREVE DOS CAMINHONEIROS

JOSÉ CARLOS DE ASSIS -


O Governo engana a população ao anunciar que foi assinado um acordo com os caminhoneiros. Não foi. Aliás, se fosse seria inexequível. De fato, há uma contradição entre a Lei de Responsabilidade Fiscal, o primeiro grande marco do neoliberalismo brasileiro imposto ainda no Governo Fernando Henrique, e a mesma Lei de Responsabilidade Fiscal, agora no neoliberalismo maduro, que proíbe aumentar despesas ou reduzir receitas públicas sem compensação fiscal.

Não há possibilidade a curto prazo de reduzir o custo dos combustíveis cortando impostos como PIS/Pasep, que financia o salário desemprego, e CIDE, que financia a logística, sem aumentar a tributação por algum outro caminho. Os Estados mais lúcidos, por sua vez, recusam-se a reduzir o ICMS porque, diferentemente do Governo federal, não tem outro imposto equivalente a ser usado como compensação, mesmo porque não podem instituir tributos no curso do ano em que são criados.

Se pudesse ultrapassar os embaraços legais que seriam criados com esse acordo que não é acordo, o Governo se veria numa situação de total ilegalidade. A proposta de Temer, segundo o estatuto novo da Petrobrás, é que se compensaria o subsídio aos caminhoneiros com os recursos de um fundo especial, tendo em vista os custos incorridos na redução de 10% do preço do diesel pela empresa. Entretanto, embora haja um cálculo por alto do custo dessa compensação (cerca de R$ 5 bilhões até o fim do ano), o custo final não pode ser efetivamente definido.

O preço dos combustíveis está sendo criado por três pessoas, Pedro Parente e outros dois diretores da Petrobrás, de forma inteiramente arbitrária, mediante uma regra cuja base é supostamente o preço internacional variável. Como esse preço tem a influência também do câmbio, não há como definir antecipadamente a diferença do subsídio que seria concedido até o fim do ano aos caminhoneiros. Com isso, o Governo teria de assumir um encargo sobre o qual não tem controle quantitativo.

O sistema de determinação de preços de Parente é simplesmente absurdo. Foi estabelecido numa modificação de estatuto da Petrobrás que, de forma espúria, impôs ao controlador-governo uma obrigação de subsidiar os preços da empresa caso entendesse necessário adotar interferência feita em suposto prejuízo dos acionistas. Assim, o Governo, embora controlador majoritário da Petrobrás, não pode assumir decisões estratégicas pois é controlado estatutariamente pelo mercado.

Mas este não é o problema principal. Para escamotear a magna lei dos neoliberais, a LRF, que impôs um freio a investimentos produtivos do setor público, o Governo está preparando um artifício para viabilizar o fundo especial que deveria compensar o subsídio a ser dado aos caminhoneiros. Como não tem como criar uma fórmula legal de financiamento desse fundo especial a curto prazo, o Governo quer dar a ele o caráter de instrumento legal para atender situações de catástrofe.

Com isso, o fundo especial será da mesma natureza dos recursos usados, por exemplo, para atender conseqüências de grandes enchentes, terremotos, maremotos e outras tragédias naturais. Tudo isso com um único propósito: evitar mexer na “lei” criada por Pedro Parente para definir preços dos derivados de petróleo. Claro que esse esbulho não pode ser aceito. A fórmula direta, simples e mais econômica para superar a crise e a concessão de liminar que o senador Roberto Requião está pedindo em ação popular submetida ao Supremo, e que aponta ações pertinentes para ajudar a acabar com a greve e estabelecer os critérios justos para preços de derivados a longo prazo.

Economia

Alexandre de Moraes autoriza força e multa contra greve dos caminhoneiros

Jornal do Brasil
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu uma liminar para proibir o bloqueio em rodovias e autorizar o uso de força da Polícia Rodoviária Federal, da Polícia Militar e da Força Nacional caso isso seja "imprescindível". Na ação, proposta pela Advocacia-Geral da União, o magistrado também autorizou a cobrança de multas para quem descumprir as ordens.
"Autorizo que sejam tomadas as medidas necessárias e suficientes, a critério das autoridades responsáveis do Poder Executivo Federal e dos Poderes Executivos Estaduais, ao resguardo da ordem no entorno e, principalmente, à segurança dos pedestres, motoristas, passageiros e dos próprios participantes do movimento que porventura venham a se posicionar em locais inapropriados nas rodovias do País; bem como, para impedir, inclusive nos acostamentos, a ocupação, a obstrução ou a imposição de dificuldade à passagem de veículos em quaisquer trechos das rodovias; ou o desfazimento de tais providências, quando já concretizadas, garantindo-se, assim, a trafegabilidade; inclusive com auxílio, se entenderem imprescindível, das forças de segurança pública, conforme pleiteado (Polícia Rodoviária Federal, Polícias Militares e Força Nacional)", decidiu Moraes.
As multas que o ministro autorizou são de R$ 100 mil por hora "às entidades responsáveis, por atos que culminem na indevida ocupação e interdição das vias públicas, inclusive acostamentos" e de R$ 10 mil por dia para cada manifestante "que se recuse a retirar o veículo que esteja obstruindo a via pública ou proprietário do veículo que esteja obstruindo a via pública", por descumprimento das ordens da liminar.
Alexandre de Moraes suspendeu também os efeitos de decisões judiciais que impeçam a livre circulação de veículos nas rodovias. O magistrado suspendeu também os efeitos das decisões judiciais que impedem a imediata reintegração de posse das rodovias federais e estaduais ocupadas em todo o território nacional, inclusive nos respectivos acostamentos.
As medidas foram pedidas pela Advocacia-Geral da União, que tem atuado desde a quarta-feira, 23, com pedidos na Justiça Federal de cada um dos Estados da Federação buscando também a desobstrução de rodovias.
Moraes era ministro da Justiça do Governo Michel Temer até fevereiro do ano passado, quando foi indicado ao Supremo Tribunal Federal.

DEU EM O TEMPO

MINAS GERAIS

Em vídeo, policiais militares de MG apoiam manifestação de grevistas

Às margens da pista, manifestantes comemoram o apoio recebido dos soldados da PM

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Questionada, a PMMG disse não ter nada demais na gravação
PUBLICADO EM 25/05/18 - 18h59
Um vídeo que circula pelas redes sociais mostra policiais militares de Minas Gerais demonstrando apoio aos caminhoneiros – que protestam desde a última segunda-feira (21) contra a alta dos preços dos combustíveis.
No vídeo, um carro do Batalhão de Rondas Táticas Metropolitanas (Rotam) passa e policiais acenam para os grevistas, que também retribuem. Na sequência, um motorista de caminhão de abastecimento da PM coloca o braço para fora do veículo para apoiar os manifestantes.
Às margens da pista, grevistas comemoram o apoio recebido dos soldados da PM.
A greve dos caminhoneiros abriu crise no governo de Michel Temer. Isso porque abastecimento de itens básicos ficaram escassos. Um exemplo é o combustível, que não é encontrado com facilidade em postos. Alimentos também faltam em supermercados. 
Questionada, a PMMG disse não ter nada demais na gravação. "O porta-voz da PMMG, major Flávio Santiago, não viu nada demais nas imagens, não tendo nada a declarar a respeito do fato", disse em nota enviada na noite desta sexta-feira (25). 
Veja vídeo abaixo:
Em um outro vídeo, um homem que se identifica como caminhoneiro mostra carros e agentes da Força Nacional em um posto de combustível. Segundo ele, os agentes não agiram com truculência. Veja abaixo: 

sexta-feira, 25 de maio de 2018

Gazeta do Povo

Harvey Weinstein, 66, apresentou-se na manhã desta sexta (25) a uma delegacia de Nova York, onde responderá pelas acusações de estupro e abuso sexual. Vestindo um paletó escuro, segurando livros e aparentemente mancando, o produtor chegou pouco antes das 7h30 (horário local) ao lado de policiais.
Desde setembro do ano passado, quando o New York Times e a revista The New Yorker trouxeram à tona a acusação de várias atrizes contra o produtor -entre elas Angelina Jolie e Gwyneth Paltrow-, uma avalanche de novas acusações surgiu. Weinstein foi afastado de sua companhia e, de acordo com a Vanity Fair, teria procurado uma reabilitação sexual. 
O caso do produtor deflagrou uma série de acusações em Hollywood e o surgimento de movimentos como o MeToo e o Times Up. Confira a seguir um resumo sobre os principais casos de assédio sexual e estupro em Hollywood reportados recentemente: 
HARVEY WEINSTEIN 
No caso que foi o estopim para a avalanche de acusações em Hollywood, o outrora poderoso produtor de 66 anos é acusado de ter assediado e estuprado mulheres ao longo de três décadas. Entre as vítimas estão Angelina Jolie, Ashley Judd e Gwyneth Paltrow. Bob Weinstein, irmão de Harvey, também foi acusado de assédio. 
JAMES TOBACK 
Segundo o "Los Angeles Times", mais de 30 mulheres denunciaram o diretor e roteirista de 72 anos de cometer assédio sexual. Autor da reportagem, Glenn Whipp disse ter sido contatado por 193 mulheres com acusações semelhantes contra Toback, autor do roteiro de filmes como "Bugsy" e "O Apostador". 
ROMAN POLANSKI 
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Além de ter estuprado uma garota de 13 anos em 1977, o cineasta franco-polonês de 84 anos também é alvo de, pelo menos, outras quatro acusações contra mulheres menores de idade, entre elas a atriz Charlotte Lewis. Em Paris, uma retrospectiva de sua obra foi alvo de críticas por um grupo feminista. 
DUSTIN HOFFMAN 
O ator que tem hoje 80 anos é acusado de ter assediado sexualmente a escritora Anna Graham Hunter, então com 17 anos, no set do telefilme "A Morte de um Caixeiro-Viajante", em 1985. Ele teria falado de sexo para ela e a apalpado. Hoffman se desculpou e disse que aquilo não "reflete" quem ele é. 
BRETT RATNER 
A atriz Natasha Henstridge diz ter sido forçada a fazer sexo oral no diretor de "A Hora do Rush" e "X-Men: O Confronto Final" nos anos 1990. Além dela, outras atrizes e modelos, como Olivia Munn e Jaime Ray Newman, também relatam casos semelhantes envolvendo ele. Rattner, 48, nega as acusações. 
ED WESTWICK 
O ator conhecido por "Gossip Girl" foi acusado de estupro por Kristina Cohen e Aurélie Wynn. Ele nega. A polícia de Los Angeles abriu investigação sobre o primeiro caso. Com isso, a BBC suspendeu a exibição "Ordeal by Innocence". As gravações já iniciadas da segunda temporada de "White Gold", da Netflix, também foram suspensas. 
MORGAN FREEMAN 
Uma assistente de produção acusou o ator de comportamento sexual abusivo durante as gravações de "Despedida em Grande Estilo" (2017). A assistente acusa o ator de ter colocado as costas das mãos em sua perna e diz que ele também teria tentado levantar sua saia. Segundo a CNN, outras acusações contra Freeman foram relatadas -16 pessoas foram ouvidas, oito das quais se disseram vítimas.