quarta-feira, 22 de julho de 2026

 

Mídia do Irã alerta que país pode atacar 

pontes após ameaça de Trump

Autoridade afirmou à agência Tasnim que regime responderá se americanos visarem pontes ou usinas de energia iranianas

Sana Noor Haq, da CNN

 

URGENTE: Flávio novamente ultrapassa Lula numericamente, aponta pesquisa

Uma coisa é certa, o cenário eleitoral está completamente indefinido.

Pesquisa Gerp divulgada na manhã desta quarta-feira (22) mostra Flávio Bolsonaro (PL-RJ) numericamente à frente de Lula (PT) em um eventual 2º turno da disputa presidencial. O senador registra 46% das intenções de voto, contra 45% do petista. A diferença de 1 ponto percentual está dentro da margem de erro (de ±2,19 pp), o que configura empate técnico.

Nesse cenário, 8% afirmaram que não votariam em “nenhum deles”, enquanto 1% respondeu que “não sabe”. Nos demais cenários testados pelo instituto, Lula aparece à frente dos outros presidenciáveis. Contra o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo), o petista marca 44%, ante 38% do adversário. “Nenhum deles” soma 14% e “não sabe”, 3%.

Em um confronto com o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD), Lula registra 44% das intenções de voto, contra 41% do governador. Outros 13% responderam “nenhum” e 3% disseram “não sabe”.

Já na simulação contra o líder do MBL, Renan Santos (Missão), Lula alcança 45%, enquanto o adversário aparece com 35%. Nesse cenário, “nenhum” reúne 16% e “não sabe”, 3%.

A Gerp entrevistou 2.000 eleitores entre os dias 15 e 17 de julho, por meio de entrevistas por telefone. A margem de erro é de 2,19 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi realizado com recursos do próprio instituto e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-05026/2026.

Sputnik

 

EUA não podem vencer Irã na guerra dispendiosa e devem deixar golfo Pérsico para sempre, diz analista

O USS Gerald R. Ford, maior porta-aviões do mundo, fotografado em abril de 2017 - Sputnik Brasil, 1920, 22.07.2026
Washington deve admitir que a guerra contra o Irã esgotou as reservas norte-americanas e, portanto, a melhor solução é deixar a região do golfo Pérsico para sempre, escreveu Robert Kelly, professor de Relações Internacionais da Universidade Nacional de Pusan, em seu artigo para uma revista militar ocidental.
Seu artigo, publicado na revista 19FortyFive, diz que a administração do presidente dos EUA, Donald Trump, não conseguirá derrotar o Irã, mesmo que escale o conflito e lance uma operação terrestre. Isso só piorará a situação e levará a um "atoleiro no Oriente Médio", afirmou Kelly.

"Os Estados Unidos não podem mudar a situação no golfo Pérsico. Não podem derrotar o Irã nem liberalizar a região a um custo aceitável", diz o artigo.

Segundo o professor, a potencial captura da ilha iraniana de Kharg ou uma possível operação terrestre contra o Irã resultariam em perdas significativas entre os soldados norte-americanos.
Em vez disso, na opinião do especialista, Washington deve recuar e economizar seus recursos remanescentes, já que existem outras potências no mundo que podem representar uma ameaça aos Estados Unidos, a Rússia e a China, afirmou Kelly.
Houthis que combatem no Iêmen - Sputnik Brasil, 1920, 22.07.2026
Panorama internacional
Ameaça houthi de bloquear navios sauditas eleva risco de nova frente para os EUA, diz mídia
Em 8 de julho, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que o cessar-fogo alcançado com o Irã na noite de 18 de junho não está mais em vigor. Após a declaração do chefe da Casa Branca, os militares norte-americanos realizaram uma série de ataques contra o Irã.
Teerã respondeu com ataques contra bases dos EUA em vários países do Oriente Médio, fechou o estreito de Ormuz e acusou Washington de violar o memorando sobre a cessação das hostilidades.

 

O plano falhou e Milei chega ao Brasil para detonar Moraes e colocar fogo no cenário eleitoral

A absurda proibição da visita do presidente da Argentina, Javier Milei, ao ex-presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, além do notório e inexplicável erro jurídico e diplomático cometido pelo ministro Alexandre de Moraes, converteu-se num pecado do magistrado no que diz respeito ao ponto de vista estratégico.

O ministro transformou a vinda de Milei ao Brasil possivelmente no maior ato da direita antissistema desta eleição. O presidente argentino virá direto para a convenção do PL em um megapalanque internacional histórico contra o establishment. Milei não irá poupar ninguém. Certamente vai detonar o ministro Alexandre de Moraes e colocar fogo no cenário político e na direita brasileira. O tiro saiu pela culatra!