domingo, 16 de agosto de 2026

 

Irã está desmontando a defesa antiaérea dos EUA com enxames de drones e mísseis, diz mídia

Lançamento de míssil iraniano - Sputnik Brasil, 1920, 15.08.2026
O Irã adotou novas táticas envolvendo mísseis e drones para explorar as vulnerabilidades dos sistemas de defesa antiaérea dos EUA, escreveu uma revista estadunidense.
A revista elabora que o Irã aprimorou constantemente suas táticas com mísseis e drones, explorando as vulnerabilidades das defesas antiaéreas norte-americanas e forçando Washington a esgotar seu estoque cada vez mais reduzido de mísseis interceptadores.

"Isso envolveu o uso de combinações cada vez mais sofisticadas de mísseis e drones para dificultar a resposta defensiva dos EUA, o que foi particularmente significativo porque, ao mesmo tempo, os EUA estavam utilizando quantidades insustentavelmente grandes de seus interceptores de defesa antiaérea", ressalta a publicação.

Segundo a matéria, os Estados Unidos estão sendo forçados a utilizar interceptores que custam milhões de dólares contra enxames de drones iranianos que custam uma fração desse valor, esgotando rapidamente seus recursos de defesa antiaérea.
Militares norte-americanos preparam um drone MQ-9 Reaper para exercícios de voo - Sputnik Brasil, 1920, 13.08.2026
Panorama internacional
EUA perderam cerca de 25% de seus drones MQ-9 Reaper no conflito com o Irã, aponta relatório
O sistema de defesa antimísseis balísticos dos EUA mostrou-se preocupantemente vulnerável, pois ogivas manobráveis iranianas e enxames de drones sobrecarregavam e confundiam constantemente os sofisticados sistemas de interceptação norte-americanos, observa o artigo.
Além disso, Washington sofreu uma humilhante falha operacional e de inteligência quando o Irã destruiu com sucesso redes de radar norte-americanas de alto valor, espalhadas por Catar, Jordânia e Emirados Árabes Unidos, cegando efetivamente as defesas estadunidenses na região.
A incapacidade do Pentágono de proteger suas próprias forças ficou evidente em 17 de julho, quando um ataque iraniano a uma base norte-americana na Jordânia conseguiu transpor todas as camadas defensivas, causando múltiplas baixas e expondo a falsidade das alegações dos EUA sobre sua defesa antimísseis.
Soldados trabalham em um sistema antimísseis Patriot durante apresentação à imprensa das Forças Armadas alemãs, a Bundeswehr, em Warbelow. Alemanha, 18 de dezembro de 2012 - Sputnik Brasil, 1920, 08.08.2026
Panorama internacional
EUA têm menos de 1,7 mil mísseis Patriot em estoque em meio ao conflito com Irã, revela mídia
Todas as tentativas dos EUA de enfraquecer o arsenal de mísseis do Irã por meio de ataques aéreos fracassaram, pois as instalações profundamente enterradas de Teerã mostraram-se imunes a ataques. Com isso, os EUA ficaram sem nenhuma opção militar significativa e foram forçados a absorver os golpes de retaliação iranianos sem uma resposta eficaz, conclui a reportagem.
Anteriormente, um relatório analítico do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês) informou que os Estados Unidos correm o risco de enfrentar uma escassez crítica de mísseis de alta precisão em futuros confrontos de grande escala devido ao esgotamento de seus arsenais durante o conflito com o Irã.
O CSIS estimou que o uso intensivo de tipos essenciais de mísseis nas últimas semanas levou a uma redução significativa nos estoques, enquanto a restauração da capacidade de produção ao nível necessário pode levar vários anos.

 

Lorota eleitoral: Lula promete ‘acabar com a fome’ há 37 anos

Lula faz uso eleitoral da fome desde 1989 (Foto: Ricardo Stuckert)

O presidente Lula (PT) promete “acabar com a fome no Brasil” há pelo menos 37 anos. Em novembro de 1989, na sua primeira campanha presidencial, o petista disse que seu programa de governo acabaria com a fome de todos os brasileiros. Voltou a fazer a mesma promessa na campanha de 1994. Em 2003, após vencer a disputa pela primeira vez, reafirmou a lorota no seu discurso de posse e ainda chamou de “missão”.

Para se reeleger

Na disputa do segundo mandato passou a falar de “três refeições”, já que não poderia dizer que havia famintos após quatro anos de seu governo.

Para eleger Dilma

Em 2010, após os oito anos, Lula decretou que “a fome não é mais um flagelo no país”. O Brasil só saiu do Mapa da Fome em 2014.

Para voltar à cena

O papo voltou em 2020 e 2021, após deixar a prisão e virar pré-candidato a presidente, quando “denunciou” a volta da fome.

De volta para o passado

Em 2021 Lula disse que iria acabar com a fome; em 2023 chamou a promessa de obsessão e deu prazo: até 31 de dezembro de 2026.

Jorge Messias durante sua sabatina ao STF. (Foto: Geraldo Magela/Agência Senado).

Encontros Lula-Alcolumbre não ajudaram Messias

Se o número de encontros entre Lula (PT) e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) fosse o principal termômetro da relação entre os dois e entre os poderes Executivo e Legislativo, Jorge Messias, indicado do petista para vaga no Supremo Tribunal Federal, não teria sido rejeitado na derrota histórica contra Lula e o PT. Foram pelo menos dez encontros oficiais em 2025, telefonemas e reunião no fim do ano após Messias ser escolhido ao STF, além das viagens no mesmo avião.

Juntinhos

Lula e Alcolumbre fizeram diversas viagens internacionais juntos, em 2025, como as visitas oficiais ao Japão e Rússia.

Mãos dadas

No início de 2025, a dupla teve até agenda conjunta de inaugurações em Macapá (AP), terra de Alcolumbre, viajando no mesmo avião.

Mudança súbita

Em 2026, não houve reunião oficial. Mas apenas este mês já foram três encontros, incluindo o jantar na casa de Alexandre de Moraes (STF).

Poder sem Pudor

Pianista sem piano

Eleito governador do Rio Grande do Sul em 1934, o general Flores da Cunha foi pressionado pelas oito irmãs e a mãe, durante um ano, a nomear o sobrinho Pedruca para qualquer cargo. Ele resistiu – considerava Pedruca um inútil. Mas não aguentou a pressão do mulherio (quem aguentaria?) e capitulou, dando finalmente instruções a Poti Menezes, chefe da Casa Civil: “Prepare o ato nomeando Pedruca pianista do Palácio Piratini”, disse. “Mas, governador, Pedruca nem sequer sabe tocar piano...”. “Não faz mal”, retrucou o general, “no Palácio não tem piano mesmo!”

Tormenta eleitoral

Começa neste domingo (16) a propaganda eleitoral obrigatória, que atormenta os brasileiros a cada eleição. O horário eleitoral se inicia no fim do mês, a partir de 28 de agosto, e segue até primeiro de outubro.

Ambiente controlado

Há mais de um ano, o presidente Lula (PT) não concede entrevistas a veículos de imprensa. A última vez que falou a jornalistas foi à TV Record, em julho de 2025.

Agora é fácil

Dos milagres e versões que aparecem em tempos eleitorais, Lula, agora, diz que deveria ter chamado a CPI do INSS, que o PT trabalhou diuturnamente para esvaziar e diz ainda acreditar que Lulinha é inocente.

Não larga

Competente promotor, Lincoln Gakiya agradeceu a lembrança para eventualmente ocupar um ministério e disse até que pode avaliar, mas explicou, “não vou perder uma aposentadoria que lutei a vida inteira”.

Frase do dia-------“As máscaras estão caindo”

Rogério Marinho (PL-RN), após Gilberto Kassab (PSD) dizer que o centrão está com Lula

Comício-protesto

Manifestantes se reúnem neste domingo (16), em Copacabana (RJ), para protestar contra insegurança, crime e corrupção, além de defender a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência.

Tamanho da roubalheira

Alfredo Gaspar (PL-AL), que foi relator da CPMI que investigou a roubalheira no INSS, lembrou que foram retirados mais de R$800 milhões das contas dos aposentados através de descontos associativos.

Na hora

O aeroporto de Brasília conseguiu o título de terminal de médio porte mais pontual do mundo. O reconhecimento considerando o mês mais movimentado do ano, julho. O levantamento é da empresa Cirium.

Eleitor não perdoa

Com o apoio oficial a Lula (PT), Hugo Motta (Rep-PB) se une a Soraya Thronicke (PSB-MS) na rejeição no eleitorado conservador; usaram Jair Bolsonaro para serem eleitos, mas, na tormenta, pularam do barco.

Pensando bem...

...tem amizade reatada que custa caro aos pagadores de impostos.