domingo, 11 de outubro de 2026

 

No desespero, PT alega que Flávio reduzirá aposentadoria, gastos de saúde e educação

Datafolha mostra pequena melhora na avaliação do governo Lula | Sobral em Revista

Charge do Baggi (Jornal de Brasília)

Carlos Newton 

Uma coisa é certa nesta eleição – nas redações e nas redes sociais não faltam jornalistas militantes do PT que estão dedicados a semear notícias manipuladas e causar pânico em relação à possibilidade de vitória do candidato Flávio Bolsonaro. Uma das principais orientações da cúpula petista é anunciar que o candidato adversário, Flávio Bolsonaro, vai reduzir o valor de pensões e aposentadoria, além de diminuir as verbas para educação pública e atendimento no SUS.

Como dizia Ataulfo Alves em seu clássico samba-canção “Pois É”, pode-se dizer, sem medo de errar, que “a maldade dessa gente é uma arte”. Os jornalistas militantes anunciam essas fake news como se já fossem decisões oficiais que já tivessem aprovação, mas tudo é uma tremenda conversa fiada, com informações “à la carte”, ou seja, ao gosto do freguês.

NÃO HÁ PLANOS – A verdade é que tanto Flávio Bolsonaro quanto Lula da Silva, nenhum dos dois tem o menor esboço de programa administrativo, no momento as equipes só pensam em ganhar a eleição, e ninguém foi convidado para ocupar o Ministério da Fazenda pelo PT ou pelo PL.

Mas as informações distribuídas pelo PT aos jornalistas amestrados têm impressionante precisão. Dizem que o corte nos gastos sociais irá atingir 2% do PIB, o equivalente a cerca de R$ 250 bilhões. E vão além, num delírio irrefreável, dizendo que a proposta em estudo elimina a vinculação obrigatória de gastos com saúde (15% da Receita Corrente Líquida) e educação (18% da Receita Líquida de Impostos), passando a corrigi-los apenas pela inflação.

Bem, é nesse momento que a matéria amestrada perde sustentação. A vinculação obrigatória de gastos com saúde e educação foram aprovadas em leis e não podem ser modificadas aleatoriamente pelo presidente da República, seja ele Flávio Bolsonaro ou Lula da Silva.

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P.S. 1
– O mais surrealista é a matéria dizer que o suposto  “plano” de Flávio Bolsonaro será aprovado entre a eleição e a posse, em 1º de janeiro. É uma tremenda Piada do Ano, e a Folha embarcou nessa canoa furada, enquanto o TSE mandava tirar da TV a fake news.

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P.S. 1
– Por mera coincidência, na sexta-feira o novo porta-voz da campanha à reeleição do presidente Lula, senador Camilo Santana (PT-CE), declarou que o “tesouraço” no Orçamento proposto pelo candidato Flávio Bolsonaro será similar ao feito na Argentina pelo presidente Javier Milei. Em suma, Lula e o PT pensam (?) que podem ganhar a eleição divulgando fake news.
(C.N.)

 Sociedade

Escândalo do Master causa a 1ª “separação conjugal” de famosos

O escândalo do Banco Master, além da corrupção bilionária envolvendo esquemas que teriam sido costurados dentro do Palácio do Planalto por graduados petistas, também está começando a deixar suas marcas em famílias de pessoas envolvidas nas orgias patrocinadas por Daniel Vorcaro.

A 1ª ‘vítima’ parece ser o ex-deputado Fábio Faria, que é casado com Patrícia Abravanel.

Segundo informações divulgadas por Leo Dias no programa "Melhor da Tarde", os dois deixaram de morar juntos, embora o casamento ainda não tenha chegado oficialmente ao fim.

Atualmente, Patrícia está em São Paulo, enquanto Fábio Faria teria se mudado para Curitiba.

A distância entre os dois passou a fazer parte dos bastidores da crise conjugal, que ganhou força após a divulgação de mensagens trocadas entre o ex-deputado e Vorcaro.

A apresentadora virou assunto na tarde de segunda-feira (5) após surgir em um vídeo sem a aliança de casamento na mão esquerda.

A apresentadora também decidiu se afastar temporariamente da rotina no SBT. Para viabilizar o período longe da televisão, ela antecipou gravações e deixou vários programas prontos.

O afastamento ocorre em um ambiente descrito como delicado por pessoas próximas ao casal. A situação teria provocado decepção entre os envolvidos, enquanto o futuro da relação permanece indefinido.

 

Por Redação g1

Embarcações perto de Ormuz. — Foto: Reuters

Embarcações perto de Ormuz. — Foto: Reuters

A Guarda Revolucionária do Irã afirmou neste sábado (10) que um petroleiro explodiu e pegou fogo após atingir uma mina naval enquanto atravessava o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo. A informação foi divulgada pela imprensa estatal iraniana.

Os militares não informaram o nome, a bandeira ou a origem da embarcação. Também não foram divulgados detalhes sobre possíveis vítimas ou a extensão dos danos. Até o momento, não há confirmação independente das circunstâncias da explosão.

O episódio ocorre em meio ao aumento dos ataques contra navios comerciais na região, que se tornou um dos principais focos de tensão desde o início da guerra entre Estados Unidos e Irã, em 28 de fevereiro.

Após troca de ataques a petroleiros, Irã anuncia 'área restrita' no Estreito de Ormuz

Após troca de ataques a petroleiros, Irã anuncia 'área restrita' no Estreito de Ormuz

Ataques a petroleiros atingem maior nível

Um levantamento publicado pela Reuters na quarta-feira (7) mostrou que os ataques contra petroleiros no Estreito de Ormuz atingiram o maior número semanal desde o início do conflito.

Entre 28 de setembro e 5 de outubro, fontes de segurança marítima contabilizaram pelo menos 12 incidentes envolvendo embarcações que transportavam petróleo e gás na região.

Os registros incluem ataques, tentativas de ataque e ações de intimidação contra navios. Dados da Organização Marítima Internacional (OMI), agência da ONU responsável pela segurança da navegação, apontaram nove ocorrências no mesmo período.

Na terça-feira (6), o Ministério das Relações Exteriores da Índia informou que 12 tripulantes ficaram feridos após um projétil atingir o petroleiro On Peace, de bandeira panamenha, durante a passagem pelo estreito.

Neste sábado, a Guarda Nacional dos Emirados Árabes Unidos também informou ter resgatado 22 tripulantes de um petroleiro que pegou fogo no Golfo Pérsico, segundo a Associated Press.

Os marinheiros receberam primeiros socorros e estavam em condição estável. As autoridades não divulgaram a identidade do navio nem a causa do incêndio. Não há confirmação de que o caso tenha relação com a explosão relatada pelo Irã.

Mapa divulgado pelo Irã mostra controle em região do Estreito de Ormuz — Foto: Juan Silva/g1

Mapa divulgado pelo Irã mostra controle em região do Estreito de Ormuz — Foto: Juan Silva/g1

Importância do Estreito de Ormuz

Localizado entre o Irã e Omã, o Estreito de Ormuz liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã e é uma passagem estratégica para o comércio internacional de energia.

Antes do início da guerra, aproximadamente um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito comercializados globalmente passava pela região.

Desde fevereiro, os confrontos entre Estados Unidos e Irã têm prejudicado o transporte marítimo, elevado os custos de frete e seguro e provocado oscilações no preço internacional do petróleo.

O Irã tem imposto restrições à navegação no estreito, enquanto os Estados Unidos mantêm um bloqueio naval contra embarcações que entram ou saem de portos iranianos.

*Com Reuters e AFP.