Blog de Luiz Holanda

quinta-feira, 16 de abril de 2026

Sputnik

 

Bloqueio de estreito de Ormuz afeta economia dos EUA e mina posição de Trump, diz analista

10:44 16.04.2026
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acena para a mídia na Casa Branca, em março de 2026 - Sputnik Brasil, 1920, 16.04.2026
© AP Photo / Jose Luis Magana
Nos siga no
O fechamento do estreito de Ormuz teria consequências negativas a longo prazo para os Estados Unidos, disse à Sputnik Malek Dudakov, analista político russo.
Dudakov apontou que nos Estados Unidos houve um aumento significativo nos preços da gasolina, do diesel e do combustível de aviação, e a inflação está em alta, o que, por sua vez, afeta negativamente as notas de classificação do governo.

"A longo prazo, é claro, isso também afetará os próprios Estados Unidos", ressaltou o especialista político.

Além disso, Dudakov salientou que as declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, sobre a abertura do estreito de Ormuz são uma manipulação política.
Embarcações da Marinha dos EUA no estreito de Ormuz - Sputnik Brasil, 1920, 13.04.2026
Panorama internacional
Bloqueio do estreito de Ormuz revela desejo de Trump de evitar operação terrestre, diz analista
13 de abril, 12:00
Ele observou que a abertura do estreito de Ormuz não está acontecendo do lado norte-americano e que as declarações de Trump são uma tentativa de pressionar o Irã.
Ao mesmo tempo, Trump aspira a demonstrar boa vontade e disposição para desbloquear o estreito de Ormuz para a comunidade mundial.

"Considero as declarações de Donald Trump um elemento de manipulação política. Trata-se de uma tentativa de mostrar o Irã como um país irracional", detalhou.

Portanto, o analista concluiu que a questão do desbloqueio do estreito de Ormuz permanecerá em aberto por algum tempo.
Arquivo: uma lancha do Corpo de Guardiães da Revolução Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) do Irã aponta uma arma para o petroleiro Stena Impero, de bandeira britânica, que foi apreendido no estreito de Ormuz, no porto iraniano de Bandar Abbas, 21 de julho de 2019 - Sputnik Brasil, 1920, 12.04.2026
Panorama internacional
Irã mobiliza forças navais em resposta ao bloqueio dos EUA no estreito de Ormuz
12 de abril, 14:16
O Irã e os Estados Unidos iniciaram negociações em Islamabad no dia 11 de abril, após Trump anunciar que havia chegado a um acordo com Teerã sobre um cessar-fogo de duas semanas.
No entanto, no dia 12 de abril, o vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, chefe da delegação norte-americana, anunciou que não foi possível chegar a um acordo.
No dia 13 de abril, a Marinha dos EUA começou a bloquear todo o tráfego marítimo que entrava e saía dos portos iranianos em ambos os lados do estreito de Ormuz, responsável por cerca de 20% do petróleo, dos produtos petrolíferos e dos suprimentos de gás natural liquefeito comercializados globalmente.
Washington garante que navios não relacionados ao Irã podem circular livremente pelo estreito de Ormuz caso não tenham pago pela passagem a Teerã. As autoridades iranianas não anunciaram a cobrança de taxas, mas mencionaram a possibilidade.
Postado por Blog de Luiz Holaanda às 18:45 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

 

Ex-presidente do BRB é preso pela PF

Paulo Henrique Costa é um dos alvos da quarta fase da Operação Compliance Zero

avatar
Redação O Antagonista
3 minutos de leitura16.04.2026 06:55comentários 1
Ex-presidente do BRB é preso pela PF
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
  • astapp

A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira, 16, o ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa (foto).

Ele é um dos alvos da quarta fase da Operação Compliance Zero

À frente do BRB de 2019 a 2025, Paulo Henrique Costa é suspeito de não seguir práticas de governança e permitir negócios com o Banco Master.

O executivo foi afastado do banco em novembro do ano passado, após a primeira fase da operação.Na quarta fase da Operação Compliance Zero, a PF cumpre dois mandados de prisão e sete de busca e apreensão, em São Paulo e no Distrito Federal.

Acareação com Vorcaro

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa divergiram em suas versões durante a acareação conduzida pela Polícia Federal, em dezembro do ano passado, sobre a origem das carteiras de crédito vendidas pela instituição privada ao banco público.

Vorcaro afirmou que não tinha conhecimento de que o Master venderia papéis da empresa Tirreno, mas sim carteiras originadas por terceiros de forma genérica.

Como se apurou posteriormente, os papéis comercializados estavam desvalorizados.

Segundo Vorcaro, nunca foi informado ao BRB que as carteiras negociadas seriam originadas pela Tirreno ou pelo próprio Banco Master. De acordo com ele, o banco público foi comunicado apenas sobre uma mudança no modelo de negócios, com a venda de carteiras originadas por terceiros.

“Na verdade, a gente anunciou que a gente faria vendas naquela ocasião de originadores terceiros. A Tirreno, nem eu mesmo sabia naquela ocasião, se eu não me engano, que existiu o nome Tirreno. Acho que a gente chegou a conversar por algumas vezes, que a gente começaria um novo formato de comercialização, que seria de terceiros, carteiras originadas por terceiros e não mais originação própria”, disse.

Questionado, Paulo Henrique disse que o Master disse que os papéis eram do Master.

“O entendimento que eu coloquei é que eram carteiras originadas pelo Master, negociadas com terceiros, e que o Master estava recomprando e revendendo para a gente”, afirmou o ex-diretor do BRB.

Vorcaro rebateu essa versão. Segundo ele, não houve qualquer informação sobre recompra das carteiras pelo Master.

Postado por Blog de Luiz Holaanda às 03:58 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

 

Moraes mostra desconhecer a lei e manda investigar “calúnia” de Flávio contra Lula

Publicado em 16 de abril de 2026 por Tribuna da Internet
FacebookTwitterWhatsAppEmail

Carlos Newton

A jornalista Sarah Teófilo, de O Globo, informa de Brasília que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a abertura de inquérito policial para apurar suspeita de calúnia do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A decisão ocorreu nesta segunda-feira após um pedido da Polícia Federal, com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República. Flávio afirmou em nota que se limitou a noticiar fatos, destacando que a investigação configura uma tentativa de “cercear a liberdade de expressão”.

OS FATOS – Vamos então conferir como teria se configurado essa calúnia que tanto revoltou o excelentíssimo presidente da República. Bem, alega a Polícia Federal que em janeiro o senador do PL usou sua conta na rede social X (ex-Twitter) para associar Lula ao então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. E fez a seguinte previsão:

“Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…”, diz o texto reproduzido pela PF e por Moraes.

“Trata-se, portanto, de publicação realizada em ambiente virtual público, acessível a milhares de pessoas, por meio da qual se imputa fatos criminosos ao Presidente da República”, alegou Moraes, determinando a volta dos autos à PF, para que sejam adotadas as “providências cabíveis” em um prazo de 60 dias.

FATOS CRIMINOSOS? – Como se vê, a PF sustentou que a calúnia teria ocorrido nessa menção à prática de crimes como “tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas”. Vamos, então, examinar a denúncia.

Bem, com todos sabem, é público e notório que desde sempre Lula e Maduro mantêm um relacionamento mais do que excelente, pois a Venezuela deve bilhões de reais ao Brasil e o governo Lula deixa rolar. Portanto, não há a menor calúnia em mencionar essa ligação político-afetiva, porque se trata de uma crítica verdadeiramente válida.

Todos sabem também que Maduro é um ditador que age como terrorista, desvia recursos públicos, faz lavagem de dinheiro e está envolvido em tráfico de armas e drogas, que são justamente as acusações que a matriz USA faz a ele, para desespero do atual governo da filial Brazil.

ERRO JUDICIÁRIO – Esse imbróglio mostra que a Polícia Federal e o ministro Alexandre de Moraes, além de cometerem o erro judiciário de ver crime onde o que existe é opinião, também descumprem a própria Constituição que juraram obedecer.

Consultamos o extraordinário jurista Jorge Béja, e ele prontamente nos informou que os artigos 141 e 145 do Código Penal exigem que a ação contra quem ofende a honra do presidente da República depende de “requisição do ministro da Justiça” para que tenha curso.

No caso, Moraes determinou a abertura de inquérito com base apenas em um pedido da Polícia Federal, que não tem poderes para fazê-lo. Ou seja, o ministro comete um erro judiciário atrás do outro e sua nova decisão tem o mesmo valor do conhecimento constitucional que exibe – não vale nada, absolutamente nada.

###
P.S.
 – Faço esse comentário apenas para enfatizar o surpreendente e inacreditável despreparo de determinados ministros do Supremo. Quanto a Flávio Bolsonaro, deveria ter sido investigado, processado e condenado lá atrás, quando foram descobertas as “rachadinhas”, as lavagens de dinheiro na compra de imóveis e as fraudes na administração da loja da franquia Kopenhagen, sem falar na condecoração a milicianos e outros procedimentos condenáveis. Mas quem se interessa? (C.N.)

Postado por Blog de Luiz Holaanda às 03:54 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Postagens mais antigas Página inicial
Assinar: Comentários (Atom)
Tema Simples. Imagens de tema por luoman. Tecnologia do Blogger.