quinta-feira, 28 de maio de 2026

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Irã dispara contra navios e aeronaves hostis no estreito de Ormuz, relata mídia

Navios de carga, incluindo graneleiros e navios de carga geral, ancorados enquanto esperam liberação para atravessar o estreito de Ormuz, em 4 de maio de 2026 - Sputnik Brasil, 1920, 28.05.2026
Jornais iranianos reportaram nesta quinta-feira (28) que as Forças Armadas do Irã lançaram mísseis a partir do sul.
A agência Tasnim reportou que o Centro de Comando e Controle da Defesa Aérea do Exército advertiu navios infratores no estreito de Ormuz. Já a Fars relatou que o alvo dos mísseis ainda é desconhecido, mas fontes comentaram à mídia possíveis acertos no golfo Pérsico.
A TV estatal iraniana informou que uma aeronave estadunidense foi destruída em Jam, na província de Bushehr, sem confirmação dos Estados Unidos. Citando uma fonte militar, a Tasnim repetiu o evento, informando que Teerã rastreou um drone norte-americano e disparou contra ele. A Fars respaldou o ocorrido.
Os Estados Unidos anunciaram, também nesta quinta-feira, a imposição de novas sanções ao comércio de petróleo do Irã, mesmo após as partes terem chegado a um acordo provisório para estender o cessar-fogo e suspender as restrições à navegação pelo estreito de Ormuz.
O Departamento do Tesouro informou ter sancionado oito embarcações envolvidas no transporte de petróleo bruto e derivados iranianos para mercados globais.
Sistema de defesa antiaérea Talash lançando um míssil Sayyad 2 durante manobras iranianas Velayat (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 28.05.2026
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Mais cedo, a mídia ocidental informou que o estreito de Ormuz ficará fechado por meses, o que levará os preços do petróleo a níveis recordes, sendo altamente improvável que o tráfego comercial na região recupere metade de seus níveis pré-crise na próxima semana ou no próximo mês.
Anteriormente, Dmitry Kasatkin, sócio-gerente da consultoria Kasatkin Consulting, disse à Sputnik que a menor oferta de gasolina, diesel e combustível de aviação no mundo pode persistir por vários meses, mesmo que o estreito de Ormuz seja reaberto.

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