quinta-feira, 16 de abril de 2026

 

Por Redação g1

 

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, discursa durante uma coletiva de imprensa em Jerusalém, na quinta-feira, 19 de março de 2026. — Foto: Ronen Zvulun, Pool Photo via AP

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, discursa durante uma coletiva de imprensa em Jerusalém, na quinta-feira, 19 de março de 2026. — Foto: Ronen Zvulun, Pool Photo via AP

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, "conversará" com o presidente libanês, Joseph Aoun, afirmou nesta quinta-feira (16) a ministra israelense de Inovação, Gila Gamliel. É a primeira vez em décadas que lideranças do dois países vão se encontrar diretamente.

"O primeiro-ministro falará pela primeira vez com o presidente do Líbano após tantos anos de ruptura total do diálogo entre ambos os países, e cabe esperar que esta iniciativa conduza finalmente à prosperidade e ao desenvolvimento do Líbano como Estado", declarou Gamliel sem especificar quando nem como isso ocorrerá.

Horas antes, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que líderes de Israel e Líbano conversariam pela primeira vez em 34 anos nesta quinta. Em uma publicação em sua rede social, ele disse que está tentando criar um espaço para que os líderes e Israel e Líbano conversem.

Segundo Trump, essa conversa deve ocorrer nesta quinta após 34 anos desde o último contato entre esses líderes. Ele não deu detalhes e não ficou claro se se referia aos chefes de Estado dos dois países ou a outros altos funcionários. Até o momento, o Líbano não confirmou o encontro. Mais cedo nesta quinta-feira, inclusive, um funcionário da presidência do Líbano disse 'não ter conhecimento' de qualquer contato iminente com Israel, segundo AFP.

Nesta quinta-feira (16), Israel destruiu a última ponte que ligava o sul do Líbano ao resto do país, segundo uma autoridade libanesa informou à Reuters.

"Aviões inimigos realizaram dois ataques consecutivos à ponte Qasmieh, a última ponte entre as regiões de Tiro e Sidon, destruindo-a completamente", disse a Agência Nacional de Notícias (NNA) do Líbano nesta quinta.

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