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domingo, 8 de fevereiro de 2026

 

Plano de Janja para desfilar em carro alegórico é barrado

Primeira-dama manifestou interesse em desfilar no último carro alegórico da Acadêmicos de Niterói e convidar ministros para acompanhá-la

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Redação O Antagonista
3 minutos de leitura08.02.2026 07:01comentários 2
Plano de Janja para desfilar em carro alegórico é barrado
Reprodução: Instagram
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ara o desfile oficial, previsto para o próximo domingo, 15, a assessoria jurídica da Presidência recomendou cautela e desaconselhou a participação da primeira-dama em ações que pudessem ser interpretadas como pré-campanha antecipada, segundo O Globo.

Janja, de acordo com o jornal, chegou a manifestar interesse em desfilar no último carro alegórico da escola e convidar ministros para acompanhá-la, mas a ideia foi descartada após avaliação do risco de questionamentos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A Acadêmicos de Niterói agradeceu a presença da primeira-dama 

em publicação nas redes sociais: 

“Estamos unidos para o amor vencer o medo no dia 15 de fevereiro.”

Propaganda eleitoral antecipada?

O samba-enredo percorre a trajetória de Lula desde a infância em Pernambuco até a chegada à Presidência da República. 

A homenagem ocorre no ano em que o petista disputará a reeleição, o que motivou ações de opositores na Justiça e no Tribunal de Contas da União (TCU).

Entre os questionamentos, está o fato de a escola ter recebido R$ 1 milhão da Embratur. 

Um dos carros alegóricos, por exemplo, promete representar a transformação do Lula operário em presidente, com uma escultura de 13 metros de altura, número associado ao PT.

Leia também: Damares denuncia Freixo por apoio à escola de

 samba que homenageia Lula

Técnicos do TCU recomendam veto

Para a área técnica do órgão, o repasse de R$ 1 milhão para a agremiação  “fere os princípios da impessoalidade, da moralidade e da indisponibilidade do interesse público utilizar recursos do erário, em desvio de finalidade, para a promoção de autoridades ou servidores públicos.”

Os técnicos entenderam que o repasse “pode ensejar a nulidade total ou parcial do contrato, a obrigação de ressarcimento ao erário, entre outras consequências”.

“Por fim, as alegações apresentam alta relevância, devido a possível direcionamento de recursos públicos para a prática de promoção pessoal de autoridade pública, agravado pelo fato de que o homenageado deve concorrer à Presidência da República nos pleitos que ocorrerão no ano corrente de 2026”, acrescentaram.

Postado por Blog de Luiz Holaanda às 03:29
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