terça-feira, 13 de janeiro de 2026

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Estranhamente, Suzane aparece na delegacia e recebe um "não" da polícia


Suzane von Richthofen foi ontem à 27ª Delegacia de Polícia, na zona sul de São Paulo, para tentar liberar o corpo do tio Miguel Abdala Netto, de 76 anos, encontrado morto dentro de casa, no Campo Belo, em São Paulo. A Polícia Civil investiga o caso como morte suspeita.fluxmedianews

A aparição de Suzane na delegacia surpreendeu os policiais. Com o argumento de que é a única parente consanguínea próxima do médico, por ser sobrinha de primeiro grau, ela tentou formalizar a liberação do corpo para sepultamento. Essa movimentação também abriria caminho para se tornar inventariante dos bens deixados por Miguel. Ele tinha uma casa e um apartamento no Campo Belo, além de um sítio no litoral paulista. Estima-se que o patrimônio some cerca de R$ 5 milhões.

Os policiais decidiram não atender ao pedido de Suzane. Depois de não conseguir liberar o corpo do tio na delegacia, Suzane foi ao fórum e entrou com um pedido de tutela para tentar reverter a situação.

Por outro lado, Sílvia Magnani, prima de primeiro grau e ex-companheira de Miguel, diz torcer para que Miguel tenha deixado um testamento. Segundo ela, assim que esse documento for localizado, ficará claro que Suzane está excluída da herança. Durante o período em que se relacionou com Miguel, ela diz que o médico “falava horrores da sobrinha” e afirmava que lutaria até o fim da vida para que ela não herdasse “sequer um alfinete” da família que, nas palavras dele, ela própria havia destruído. O caso segue sob investigação.

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