As instalações militares dos EUA no golfo Pérsico estão enfrentando um colapso estratégico inevitável, escreve uma revista estadunidense.
A publicação destaca que, desde que os EUA e Israel iniciaram sua campanha militar conjunta contra o Irã, as bases norte-americanas na região sofreram graves ataques diretos iranianos.
"A extensa segmentação de bases dos EUA pelo Irã ao longo do conflito, que agora está em seu quarto mês, levanta novas dúvidas sobre a sustentabilidade de manter grandes instalações militares fixas perto do golfo Pérsico, e potencialmente em outros lugares do mundo", ressalta a revista.
Segundo a matéria, a invencibilidade anteriormente assumida das instalações militares norte-americanas em todo o golfo Pérsico foi destruída após os êxitos militares do Irã.
Apesar do esmagador poder de fogo norte-americano, essas bases se mostraram altamente expostas, sofrendo baixas significativas, extensos danos à infraestrutura e caras contas de reconstrução, que chegam a centenas de milhões de dólares, observa o texto.
Esses ataques não só desmascararam a crença de longa data de que tais postos avançados fornecem segurança confiável, como também revelaram que até mesmo o armamento convencional envelhecido pode representar uma séria ameaça a eles.
Essa vulnerabilidade forçou uma reavaliação fundamental do valor estratégico dessas bases, com um reconhecimento crescente de que elas podem representar mais perigo do que dissuasão, acrescenta o material.
Como resultado, estão sendo considerados planos para realocar operações críticas para longe da região, o que sinaliza uma reversão histórica na postura da força dos EUA, impulsionada pelas duras realidades da guerra moderna, conclui a reportagem.
Anteriormente, um jornal britânico relatou que as empresas norte-americanas do setor militar-industrial enfrentam dificuldades para atender à exigência do Pentágono de aumentar a produção de munições, em um contexto no qual os EUA tentam repor seus estoques de mísseis, esgotados pelo conflito com o Irã.
Kassab vice de Caiado tenta evitar implosão do PSD
Gilberto Kassab (E) e Ronaldo Caiado (D) - (Foto:Divulgação/PSD)
Cláudio Humberto
Beneficiado de chapa puro-sangue, decorrente da falta de aliança com outro partido, Gilberto Kassab (PSD) deve ser oficializado nesta quarta-feira (1º) como vice na chapa de Ronaldo Caiado. No partido também havia o temor de que apoio obrigatório ao ex-governador goiano levaria a traições e debandada após a campanha. Liderança forte do PSD, Kassab resolveu preencher a vaga que persistia aberta, aglutinar o partido e coordenar negociações para eventual apoio no 2º turno para presidente.
Diz que não estou
Caiado só teve apoio público de Ratinho Jr, governador do Paraná. Já o gaúcho Eduardo Leite, preterido por Caiado, faz corpo mole.
Inconfidência
Em Minas Gerais, importante colégio eleitoral, o cenário é ainda pior. Mateus Simões deve pedir votos para Romeu Zema, do Partido Novo.
Chegou tarde
Kassab até tentou atrair partidos como PP e União Brasil, que pendem mais para apoiar Flávio Bolsonaro (PL), e as tratativas não avançaram.
Vice não dá
Zema também foi sondado, mas a aliança empacou porque Caiado e o mineiro bateram o pé e ninguém quis ser o vice na chapa.
Luciano Hang, dono da Havan. Foto: Reprodução/Facebook
Hang é mais um que poderá investir no Paraguai
O Paraguai não tem empolgado só pelo futebol na Copa. A exemplo de outros grandes empreendedores brasileiros, que buscam a porta de saída do ambiente asfixiante de negócios imposto pelo governo Lula (PT), o empresário Luciano Hang poderá estrear sua rede de lojas Havan no Paraguai. Ele diz que mais de 250 empreendedores brasileiros, muitos deles seus fornecedores, já se mudaram para o país vizinho, onde impostos são tão reduzidos quanto a burocracia.
Atraindo investidores
O ex-presidente Horacio Cartes foi quem primeiro convidou Hang, anos atrás, mas investir em outro país nunca lhe passou pela cabeça.
Governo não atrapalha
Hang contou em entrevista a definição marcante de Cartes sobre seu país: “aqui, o empresário não paga pela ineficiência do governo”.
Tapete vermelho
Em seguida, Hang recebeu ligações do presidente Santiago Peña e do ministro Javier Giménez, reforçando o convite. Resolveu ir conferir.
Poder sem Pudor
Conversa de bêbado
Sebastião Paes de Almeida fazia campanha para o governo de Minas Gerais, quando, no interior, viu-se diante do presidente da Liga Contra o Álcool da cidade. O homem da Liga foi logo metendo a “faca”: “Dr. Sebastião, além da nossa sede, precisamos que o senhor nos compre cinco carros. É para ensinar o povo a deixar de beber”. O candidato respondeu na bucha: “Meu amigo, por acaso você está bêbado?”
É fria
Começou mal a pré-campanha de Fernando Haddad (PT) ao governo de São Paulo. A primeira agenda após anunciar a chapa já teve desfalque. Vice do petista, Márcio França (PSB) não deu as caras no evento.
Prioridades
Rápido para definir e confirmar penduricalhos no Judiciário, o STF deve deixar para agosto a retomada do julgamento no STF do mandato-tampão para o governo do Rio de Janeiro, onde ignora-se a Constituição e se mantém interino o presidente do Tribunal de Justiça, Ricardo Couto.
Toga pendurada
O Supremo Tribunal Federal abre a temporada de recesso de meio de ano em Brasília. A Corte passa o cadeado nos portões já nesta quinta-feira (2) e só retoma os trabalhos em agosto, já que dia 31 é sexta-feira.
Na vaquinha
Com R$3,3 milhões do fundo eleitoral, merreca para o padrão brasileiro, Renan Santos, pré-candidato do Missão, aposta em vaquinha para colocar a campanha na rua. Já arrecadou mais de R$1,1 milhão.
-Frase do dia-----O governo esconde”
Rogério Marinho (PL-RN) e consequências do fim da jornada 6x1, como alta de preços e inflação
Conversa mole
O ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho falou, falou e não passou disso sobre a tal “festa das astronautas”, de Daniel Vorcaro, cujos vídeos ele diz ter visto. Se os vídeos existissem, já teriam vazado.
Save the date
Políticos de todos os lados já reservam 27 de agosto para o lançamento e Brasília de “O Parnaíba tem feitiço”, livro de memórias de Hugo Napoleão, ex-governador do Piauí, ex-ministro de Estado e ex-senador.
Votação só depois
Será realizada amanhã (1º) a primeira sessão de “debates temáticos” no Senado sobre a Proposta de Emenda à Constituição que acaba com a escala de trabalho 6 por 1. Não há previsão para votar o projeto.
Limites
Não há expectativa de votação da Lei de Diretrizes Orçamentárias no Congresso, este semestre. Por lei, deveria ser analisada e aprovada até 17 de julho e o recesso parlamentar suspenso, se não houver análise.