Evangélicos só ganham esta eleição, porque Lula e o PT fazem tudo errado…
PT usa sensacionalismo para reduzir a votação de Flávio
Carlos Newton
De uns tempos para cá, alguns cientistas políticos começaram a prever que os evangélicos chegariam ao poder no Brasil, porque são muito organizados e unidos, enquanto os católicos se deixaram envolver pela inércia e estagnação, mantendo a tradição de oficiar aquelas missas chatíssimas, cheias de “senta, levanta e ajoelha”, com pregações dos padres que são verdadeiramente insuportáveis,
Para tentar conter a evasão dos fiéis, em 1967, durante debates sobre a Igreja Católica num retiro de estudantes e professores da Universidade Duquesne, foi criado nos Estados Unidos o Movimento de Renovação Carismática,.
MISSA-SHOW – As missas celebradas pelos sacerdotes carismáticos são um verdadeiro espetáculo, caracterizadas por louvor expressivo, música animada, orações de cura, purificação da água e imposição de mãos.
Embora adotem elementos da espiritualidade pentecostal, os católicos carismáticos mantêm devoção à Virgem Maria, lealdade à hierarquia e o foco central na Eucaristia.
O movimento ainda existe, mas não se expandiu, rejeitado pelo negativismo dos sacerdotes tradicionais, que estão conduzindo a Igreja para um abismo eterno espiritual. No Rio de Janeiro, ainda há missas carismática em alguns templos, como às quintas-feiras na Igreja de Santa Cecília, padroeira dos músicos, em Botafogo, e às quartas-feiras na Matriz de Nossa Senhora da Glória, no Catete, cujo padre, Giovane Ferreira, é um dos poucos exorcistas do Brasil,
NO PODER – O fato é que os evangélicos estão chegando prematuramente ao poder, antes do que se pensava, devido à presunção e à ignorância de Lula da Silva, que fez campanha fantasiado de “Zé Pilintra”, uma das entidade do candomblé que católicos e evangélicos mais abominam.
No desespero para se recuperar no segundo turno, os petistas lançaram um fortíssima campanha publicitária na TV, em redes sociais e na mídia. Com imagens sinistras, música de filme de horror, o PT acusa Flávio Bolsonaro de reduzir aposentadoria e gastos com saúde e educação pública, entre outras decisões tenebrosas.
A campanha de Flávio Bolsonaro é o contrário, com imagens limpas e música suave, e o candidato não acusa Lula nem o PT de nada. Diz apenas que vai fazer mais, para melhorar o país. A diferença diz tudo, porque a maldade dessa gente é uma arte, como diria Ataulfo Alves, se ainda estivesse entre nós, assustado com a radicalização da política brasíleira.
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