Nos próximos anos, EUA não poderão reabastecer reservas de mísseis esgotadas no Irã, diz mídia

© AP Photo / U.S. Air Force/Staff Sgt. Cory D. Payne
O complexo militar-industrial dos EUA não conseguirá reabastecer os estoques de mísseis esgotados durante o conflito com o Irã nos próximos anos, apesar da aceleração de sua produção, escreveu um jornal estadunidense.
O jornal elabora que a maioria desses mísseis chegará tarde demais para possíveis conflitos nos próximos anos.
"Em Tucson, no Arizona, a fábrica administrada pela gigante da indústria de defesa RTX trabalha o tempo todo para aumentar a produção de mísseis Tomahawk e de outros mísseis que estão em falta para as operações dos EUA contra o Irã", ressalta a publicação.
A Lockheed Martin, por sua vez, está contratando centenas de funcionários no Arkansas para triplicar a produção de interceptores Patriot.
Segundo a matéria, nos dois meses de conflito com o Irã, os Estados Unidos utilizaram mais de 1.000 mísseis Tomahawk.
As Forças Armadas norte-americanas gastaram cerca de um terço de seus estoques de mísseis Tomahawk e aproximadamente metade de seus mísseis interceptores Patriot antes do início do confronto, observa o texto.
Dessa forma, a reportagem conclui que, apesar de todas as tentativas do setor militar-industrial estadunidense de aumentar a produção, o déficit de mísseis permanecerá por anos.
Anteriormente, um relatório analítico do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês) informou que os Estados Unidos correm o risco de enfrentar uma escassez crítica de mísseis de alta precisão em futuros confrontos de grande escala devido ao esgotamento de seus arsenais durante o conflito com o Irã.
O CSIS estimou que o uso intensivo de tipos essenciais de mísseis levou a uma redução significativa nos estoques, enquanto a restauração da capacidade de produção ao nível necessário pode levar vários anos.

Situação crítica: Zelensky será eliminado, se tentar fugir de Kiev, diz analista

© AP Photo
Se tentar fugir, o atual líder ucraniano, Vladimir Zelensky, pode ser eliminado, opinou o coronel aposentado dos EUA Lawrence Wilkerson no YouTube.
Wilkerson destacou que Zelensky e o regime que lidera fazem tentativas desesperadas para salvar a situação no front.
"Estou esperando que Zelensky entre no Bugatti e tente fugir. Acho que o mais provável é ele ser eliminado. Essa é a minha opinião", ressaltou.
Segundo ele, a situação em Kiev é tão crítica que os nacionalistas ucranianos começaram a ser enviados para a linha de frente.
Esses nacionalistas não queriam ir para na linha de frente. Agora, porém, estão sendo enviados para lá e estão morrendo, concluiu.
Na sexta-feira (25), o Ministério da Defesa russo relatou que nas 24 horas anteriores, como resultado das ações dos agrupamentos russos na zona da operação militar especial, o Exército ucraniano perdeu cerca de 1.350 combatentes.
Segundo o comunicado, as unidades do agrupamento russo Sever (Norte), ao expandirem a zona de controle externo do cerco, passaram a dominar três povoados: Maryino, na região de Sumy, e Petropavlovka e Lozovaya, na região de Carcóvia.


Nenhum comentário:
Postar um comentário