Lula tentou arrancar de Alcolumbre garantia de aprovar projetos eleitoreiros
Nos recentes encontros que Lula (PT) teve com Davi Alcolumbre (União-AP), o petista tentou sair com um compromisso do presidente do Senado de que os projetos de interesse do governo seriam pautados e aprovados na Casa Alta. Em vão. Lula destacou o fim da escala 6×1, PEC da Segurança e projeto dos minerais críticos para serem aprovados antes das eleições, além de reforçar que pretende insistir em Jorge Messias, da Advocacia-Geral da União (AGU), para o Supremo Tribunal Federal.
Não tem votos
Alcolumbre não se dobrou a Lula e disse que Messias continua sem votos suficientes entre os senadores para aprovar a indicação.
Como Hugo Motta
Fora a ladainha de “diálogo republicano” e de interesse do país, Alcolumbre quer o apoio do PT para se reeleger presidente do Senado.
A própria sorte
Das pautas que Lula destacou, o senador falou que andaria com a tramitação, como fez, mas sem compromisso com resultado de votação.
Suco de maracujá
Alcolumbre avisou ainda que dificilmente alguma sai antes das eleições, mas minerais críticos tem a maior chance de votação rápida.

Se condenado, Lulinha pode pegar 35 anos de cadeia
Filho do presidente Lula (PT), Lulinha é investigado pela Polícia Federal em três inquéritos, autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), suspeito de tráfico de influência, corrupção, lavagem de dinheiro e até organização criminosa. Caso se torne réu e acabe condenado, Lulinha está sujeito a mais de 35 anos de cadeia. Coincidentemente, Lula foi condenado na Lava Jato por corrupção e lavagem de dinheiro e também foi acusado de organização criminosa, mas não foi condenado.
Suspeita original
Lulinha é suspeito de ter cometido tráfico de influência e corrupção para favorecer o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”.
Inquérito no. 2
Lulinha também é investigado por esses crimes no Dataprev, num esquema que envolveria organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Nas mãos de Dino
O terceiro inquérito, aberto há 10 dias, investiga mais tráfico de influência de um grupo, que incluiria Lulinha, que teriam fraudado contrato público.
Poder sem Pudor

Reunião espírita
Leonel Brizola confiou ao economista Marlan Rocha a missão de percorrer o interior do País para organizar o PDT, que acabara de fundar. Ao chegar em Barreiras, na Bahia profunda, Marlan procurou um militante getulista histórico, Aluízio Mármore, e pediu para organizar uma reunião com velhos trabalhistas das redondezas. Mármore apenas sorriu: “Amanhã cedo pego você no hotel e vamos ao cemitério. Estão todos lá”.
Retaliação marqueteira
O tal “início da reciprocidade” prometido pelo governo Lula (PT) contra o tarifaço dos EUA, na verdade, é a criação de um comitê composto por quatro ministros que ainda vão começar a analisar o que pode ser feito.
Consequências
Caso seja mentira a denúncia do motorista do candidato do PT em São Paulo Fernando Haddad, que teria sido “perseguido” por policiais “por 40 minutos”, pode haver denúncia por calúnia e/ou denunciação caluniosa.
Jogo de empurra
O Missão disse que houve três tentativas de filiar Flávio Bolsonaro ao partido nos últimos dias e que notificou o Tribunal Superior Eleitoral, mesmo assim o TSE aceitou o registro, que acabou revertido.
Entorno
A investigação sobre suposto tráfico de influência e corrupção que envolve Lulinha também alcança a amiga íntima Roberta Luchsinger, lobista habitué de gabinetes petistas, como de Alexandre Padilha.
Frase do dia-----“Só depois das eleições”
Lula (PT), reforçando a birra com os EUA, sobre concessão do agrément do embaixador
Deu em nada
Chegou ao fim a primeira semana de “esforço concentrado” no Congresso Nacional, sem grandes destaques. A próxima é no fim do mês, começa dia 31 de agosto.
Próprio rabo
Pegou mal fala de Gilberto Kassab, vice na chapa de Ronaldo Caiado, ambos do PSD, declarando que o centrão está com Lula. O próprio PSD, partido que fundou e agora disputa a Presidência, é de centro.
Comuna fest
Comunitas vão aos montes para o ato que abre a campanha de Lula (PT), neste domingo (16), em São Bernardo do Campo (SP). O PcdoB espera levar 2 mil militantes e até fretou 37 ônibus para o evento.
Tudo estranho
Renan Santos, que disputa a presidência pelo Missão, acha que a filiação fraudulenta de Flávio Bolsonaro (PL) ao partido é “chance de isso ser uma malandragem” para o senador faturar eleitoralmente.
Pensando bem...
...há precedentes para descondenação.

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