Lula ainda busca votos na CCJ para tentar o fim da escala 6×1 esta semana
O governo Lula (PT) não tem maioria para aprovar na Comissão de Constituição e Justiça do Senado o texto que prevê o fim da escala 6 por 1. Temendo o fiasco, Lula, que tenta se reeleger, se reaproximou do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), atual articulador do Palácio. O petista se mexeu após reclamações sobre o fiasco da escolha de Teresa Leitão (PT-PE) para o cargo de Líder do Governo no Senado. Ele não conseguiu nem mesmo marcar um almoço ou jantar de recondiciliação do petista com Alcolumbre, tampouco consegue consolidar votos no plenário. O ministro do STF Alexandre de Moraes é quem fez as vezes de “líder do governo”, reunindo Lula e Alcoumbre em sua casa, até que se reconciliaram.
Acorda, menina
Sobra insatisfação no Planalto. Aliados dizem que não tiveram qualquer orientação sobre a tramitação do texto, portanto, enfiaram emendas.
Ninguém avisou
A sonolenta articulação de Lula não evitou as mais de 20 emendas aliadas, todas foram rejeitadas pelo relator Omar Aziz (PSD-AM).
Sem sinal
A coluna ouviu de senadores que dão votos ao governo, como do Republicanos, PSD e PP, que nem mesmo foram procurados.
Reação
Enquanto o governo segue atabalhoado, a oposição monta a trincheira da obstrução, com pedidos de vista, emendas e até falta de quórum.

Quinze multinacionais deixaram o Brasil desde 2023
Pelo menos 15 empresas multinacionais deixaram o Brasil, venderam operações ou abandonaram seus segmentos no país desde 2023, início do terceiro governo Lula (PT). Este ano, o exemplo mais recente é da gigante dos alimentos General Mills, que vendeu Yoki e Kitano à 3Corações por R$800 milhões, após comprar a Yoki por quase US$1 bilhão em 2012, e retirou a marca de sorvetes Häagen-Dazs do País.
Não é setorial
As marcas de desistiram do Brasil estavam em vários diferentes setores; varejo, alimentos, tecnologia, finanças, cosméticos e automóveis.
Não aguentou
Após menos de uma década se aventurando no mercado brasileiros, a americana Hormel vendeu a marca de presuntos e embutidos Ceratti.
Gringos fora
Estão na lista a rede de mercados Dia, o Makro, o banco N26, os carros Subaru, além de Tribal, Addi, Justo, Frubana, Taranis e The Body Shop.
Poder sem Pudor

Lei de palanque
Candidato a prefeito de Catolé do Rocha (PB) nos anos 60, Benedito Alves Fernandes, o Biu Fernandes, encerrou a campanha usando a famosa expressão do Direito: “Dura Lex Sed Lex” (“A Lei é dura, mas é a Lei”). Como o povão não entendeu, Biu resolveu traduzir a frase: “Lutarei até morrer!”. Biu pode não saber o significado da expressão em Latim, mas já deve ter aprendido que, para certos políticos, como diria Fernando Sabino, a expressão mais adequada é “dura lex sed latex” (a lei é dura, mas estica).
CPMI próxima
A oposição está perto de conseguir as assinaturas para criar a CPMI do Lulinha. Carlos Viana (PSD-MG) afirma que já há apoio de oito partidos na Câmara e cinco no Senado, mas o número exato será revelado em coletiva nos próximos dias. Precisa de 171 deputados e 27 senadores.
Destino de sempre
Especialistas já alertam para um problema na PEC do fim da jornada 6x1: tratamento diferenciado de “hipersuficientes”, pessoas que ganham mais de 2,5 vezes o teto do INSS, deve ser questionado... no STF.
Sinais
O perfil oficial da Rússia em português fez questão de registrar a conversa entre o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergey Lavrov, e o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira.
Já deu
Sergio Moro (PL-PR) descreveu Lula como “transtornado, rancoroso e mentiroso” na TV, onde “usou da velha tática de atacar o combate à corrupção”. Para o senador, “chega de Lula e PT... o Brasil não aguenta”.
Frase do dia====“O pai da mentira criou a carestia e volta a enganar o povo”
Rogério Marinho (PL-RN) sobre declarações do presidente Lula na televisão
Tá feia a coisa
Até agora, são cinco os estados que vão receber tropas federais para segurança, durante as eleições deste ano: Acre, Ceará, Piauí, Rio de Janeiro e Tocantins. A medida já foi autorizada pelo TSE.
Tudo em uma semana
Com pouco mais de um mês até a eleição, o Congresso tem apenas mais um esforço concentrado antes do dia da votação, a ser realizado semana que vem. É a última chance para emplacar projetos eleitoreiros.
Estorno
Criticado pelo bem-bom nos Estados Unidos durante a Copa do Mundo enquanto ganhava o generoso salário de senador, Romário (PL-RJ) resolveu devolver o valor líquido do que recebeu: R$29 mil.
Inegável?
A Justiça Eleitoral mandou de volta às redes o vídeo que chama Ciro Gomes de “candidato de Flávio Bolsonaro no Ceará”. Ciro havia conseguido tirar a publicação do ar, alegando fake news, mas o TRE-CE voltou atrás. Um detalhe: o PL integra formalmente a coligação no Ceará.
Pensando bem...
... a química virou um telefonema.

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