Pequim se opõe à criação de tensão e confronto no Ártico, diz MRE da China
07:54 10.07.2026 (atualizado: 07:55 10.07.2026)

© AP Photo / Ebrahim Noroozi
Pequim se opõe fortemente à inflação da "ameaça chinesa" e à criação de tensão e confronto no Ártico, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, em uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira (10).
Anteriormente, o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Mark Rutte, afirmou que a aliança pretendia coordenar as ações aliadas, a fim de impedir que Rússia e China fortalecessem suas posições no Ártico.
"O Ártico afeta os interesses comuns da comunidade internacional. As atividades da China no Ártico visam promover a paz, a estabilidade e o desenvolvimento sustentável na região e cumprem o direito internacional", respondeu Mao Ning ao pedido da Sputnik para comentar as palavras de Rutte.
Ela observou a necessidade de respeitar plenamente os direitos e liberdades de todos os países para realizar atividades legítimas no Ártico.
"A China opõe-se fortemente à inflação da 'ameaça chinesa' e à criação de tensões e confrontos no Ártico", enfatizou a diplomata.
Anteriormente, o embaixador russo na Noruega, Nikolai Korchunov, observou em entrevista à Sputnik que o lado russo não ameaça ninguém no Ártico, mas busca manter a paz na região.

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