sexta-feira, 10 de julho de 2026

Sputnik

 

Pequim se opõe à criação de tensão e confronto no Ártico, diz MRE da China

Forças militares dinamarquesas participam de um exercício com centenas de soldados de vários membros europeus da OTAN no Oceano Ártico, em Nuuk, Groenlândia, 15 de setembro de 2025 - Sputnik Brasil, 1920, 10.07.2026
Pequim se opõe fortemente à inflação da "ameaça chinesa" e à criação de tensão e confronto no Ártico, disse a porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, em uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira (10).
Anteriormente, o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Mark Rutte, afirmou que a aliança pretendia coordenar as ações aliadas, a fim de impedir que Rússia e China fortalecessem suas posições no Ártico.

"O Ártico afeta os interesses comuns da comunidade internacional. As atividades da China no Ártico visam promover a paz, a estabilidade e o desenvolvimento sustentável na região e cumprem o direito internacional", respondeu Mao Ning ao pedido da Sputnik para comentar as palavras de Rutte.

Soldados dos EUA fazem treinamento com sapatos especiais para uso na neve, em treinamento chamado Luz do Ártico, em 2012 (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 23.05.2026
Panorama internacional
Países da OTAN estão aumentando sua presença militar no Ártico em meio a alertas da Rússia
Ela observou a necessidade de respeitar plenamente os direitos e liberdades de todos os países para realizar atividades legítimas no Ártico.

"A China opõe-se fortemente à inflação da 'ameaça chinesa' e à criação de tensões e confrontos no Ártico", enfatizou a diplomata.

Anteriormente, o embaixador russo na Noruega, Nikolai Korchunov, observou em entrevista à Sputnik que o lado russo não ameaça ninguém no Ártico, mas busca manter a paz na região.

Nenhum comentário:

Postar um comentário