
Charge do Cláudio de Oliveira (Folha)
Carlos Newton
Os autointitulados “institutos de pesquisas”, que não são nada confiáveis, sempre influenciam as eleições. Nesta fase da campanha, percebe-se que há um esforço para esconder a subida do candidato Ronaldo Caiado, o único que tem condições de chegar ao segundo turno e derrotar Lula na grande final.
Constata-se que as pesquisas não são confiáveis, porque estão deixando de registrar o avanço das menções positivas a Caiado que está ocorrendo nas redes sociais, segundo levantamento da consultoria AP Exata, que apontou crescimento de 449% em apenas cinco dias.
SEM CAPTAR… – Estranhamente, os institutos não estão captando essa reação, como se pudesse acontecer esse tipo de contradição, com as redes sociais tendo um comportamento político oposto ao captado pelos institutos de pesquisas eleitorais. Ou seja, fica parecendo os viajantes das redes sociais não têm título de eleitor…
A única explicação para esse fenômeno paranormal é a força do dinheiro, que no mundo de hoje compra quase tudo, conforme se constata no cotidiano, onde honradez e dignidade são comportamentos cada vez mais raros.
Se depender das pesquisas, Lula ganhará com facilidade essas eleições aos 81 anos, consolidando-se como o governante mais velho do mundo, com Donald Trump em segundo lugar. É óbvio que Flávio Bolsonaro não tem condições de superá-lo, porque seu despreparo é tamanho que os eleitores de centro temem votar nele.
CULPA DE BOLSONARO – A culpa pela “reeeeleição” de Lula, desculpem o neologismo, é exclusivamente de Jair Bolsonaro, que demonstrou ser um líder de araque, capaz de entregar o país a seu maior inimigo, a pretexto de manter o poder sob controle de uma família sem preparo e sem honra, conforme está mais do que comprovado.
Flávio tem um passado encardido e um presente deplorável. Agora, apareceram as notas fiscais de seu altíssimo faturamento na advocacia, como se realmente trabalhasse nesse ramo.
São milhões de reais oriundos de empresas fantasmas, evidenciado farta lavagem de dinheiro através de iniciativas infantis e até grotescas, chega a ser inacreditável.
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P.S. – Se cultivasse um mínimo de amor a esse país, Jair Bolsonaro teria escolhido o então governador paulista Tarcísio de Freitas para cabeça de chapa, indicando o filho Zero Um para vice, circunstância que lhe daria condições ideais chegar ao Planalto em 2034, substituindo Tarcísio no fim do provável segundo mandato. Mas a vaidade e a soberba falaram mais alto. Agora, Flávio vai perder de Lula, ficará fora da política, igual ao pai, e o país mergulhará em grave crise econômica, conforme os maiores especialistas estão prevendo, devido à crescente dívida pública.
P.S. 2 – Portanto, essa nova crise será provocada por dois agentes – a prepotência de Jair Bolsonaro e a incompetência de Lula da Silva, dois perdidos numa política suja, como diria o dramaturgo Plínio Marcos. Todos sabem que Tarcísio venceria Lula no primeiro turno e poderia fazer um excelente governo, mas Bolsonaro está pouco ligando para o país. (C.N.)
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