Novo e inesperado presidenciável surge e tudo pode mudar nas eleições
O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa oficializou, no início de abril, sua filiação ao partido Democracia Cristã (DC). Desde então, seu nome passou a ser tratado pela legenda como uma possível opção para a corrida à Presidência da República.
A sigla é presidida pelo ex-deputado federal João Caldas e, no começo deste ano, havia anunciado o ex-ministro Aldo Rebelo como pré-candidato ao Palácio do Planalto. Entretanto, diante da pouca visibilidade alcançada nas pesquisas eleitorais, a direção partidária decidiu reformular sua estratégia política e concentrar esforços em torno de Barbosa.
Durante comentário sobre a chegada do ex-magistrado ao partido, João Caldas afirmou que a filiação ocorreu com o propósito de uma futura candidatura ao comando do Executivo nacional.
"Ele se filiou ao partido para concorrer. Atualmente, vivemos no Brasil uma crise institucional entre os três poderes. Não existe ninguém melhor do que Joaquim Barbosa para resolver isso. Ele será o mensageiro que nos resgatará desse cenário", declarou Caldas.
Joaquim Barbosa já havia sido citado como possível concorrente à Presidência da República nas eleições de 2018. Na ocasião, porém, ele optou por retirar sua pré-candidatura antes mesmo do início oficial da campanha eleitoral.
O ex-ministro integrou o STF entre os anos de 2003 e 2014, período em que ganhou destaque em julgamentos de grande repercussão nacional. Sua aposentadoria foi antecipada e oficializada em 31 de julho de 2014, encerrando sua atuação na Corte aproximadamente dez anos antes da idade limite prevista pela legislação. Pelas regras em vigor, Barbosa poderia permanecer no tribunal até 2029, quando alcançaria 75 anos de idade.


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