domingo, 3 de maio de 2026

 

Flávio se descola de Lula no Polymarket 10 dias após proibição

Decisão do CMN de bloquear a plataforma no Brasil entra em vigor nesta segunda-feira, 4, mas ela já está fora do ar desde 24 de abril

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Redação O Antagonista
2 minutos de leitura03.05.2026 10:10comentários 0
Flávio se descola de Lula no Polymarket 10 dias após proibição
Montagem: O Antagonista

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece, neste domingo, 3, com 43,5% das apostas na plataforma Polymarket sobre quem deve ganhar a eleição presidencial deste ano.

Lula (PT) marca 39%, e Renan Santos (Missão), 5,7%.

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O ex-governador Romeu Zema (Novo), que chegou a marcar 10% no ápice de seu enfrentamento com os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), aparece agora com 4%.

Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou em 24 de abril uma resolução que proíbe a oferta e a negociação, em território brasileiro, de contratos de previsão vinculados a eventos esportivos, políticos, eleitorais, culturais e de entretenimento.

A norma publicada pelo Banco Central entra em vigor na segunda-feira, 4 de maio, e atinge diretamente plataformas internacionais como Kalshi e Polymarket, além de outras 25 empresas do setor, mas essas plataformas estão inacessíveis no Brasil desde 24 de abril.

A Argentina também determinou o bloqueio ao Polymarket, em março, por meio de uma decisão judicial. O site também não pode funciona na França, na Alemanha e na Itália, entre outros países.

Segundo o Ministério Público de Buenos Aires, a plataforma “operava como um sistema de apostas online disfarçado” e, além disso, “não exigia verificação de identidade nem de idade, além de permitir a criação de contas em poucos minutos”.

Tendências

Antes de o Polymarket sair do ar no Brasil, Flávio marcava 38,2%, pouco mais que os 36% de Lula. Zema tinha 10,2% e Renan, 5,7%.

Na semana passada, Lula viu o Senado rejeitar a indicação de Jorge Messias, seu advogado-geral da União, para uma cadeira no STF, algo que não ocorria há mais de um século.

A decisão foi encarada como um fim antecipado do governo e pôs em questão a reeleição de Lula.

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