Lula atormenta Receita impondo metas mensais de arrecadação para faturar mais impostos
Sob o comando de Fernando Taxxad Haddad desde o início do atual governo, o Ministério da Fazenda tem atormentado a Receita Federal com metas mensais da arrecadação, atribuídas a Lula (PT), esfolando cada vez mais o pagador de impostos. Isso tem gerado ruídos, pressão excessiva e contratempos ao trabalho técnico da Receita, que, não por acaso, trocou o comando da assessoria de comunicação, em Brasília, e outra vez sem recorrer a profissionais da área, especialistas no assunto.
Crise de credibilidade
A mudança ocorre em meio a uma crise de credibilidade da Receita, agravada por dezenas de aumento de tributos no governo Lula.
Comunicação confusa
Internamente, servidores de áreas técnicas como tributação, aduana e fiscalização têm criticado a comunicação confusa do órgão.
Jornalistas proibidos
Agora, o auditor-fiscal Daniel Belmiro assumiu no lugar do analista-tributário Daniel Alencar no comando da Comunicação da Receita.
Vítimas desinformadas
As decisões sobre criação de impostos e aumento de alíquotas estariam sendo divulgadas de maneira que dificulta a compreensão da “tunga”.

Lula ignora Câmara para despachos privados
A agenda oficial do presidente Lula (PT) ilustra bem a dificuldade que o petista tem na Câmara. Acostumado com a velha política do escambo, contando com votos de partidos que assumem algum ministério, não recebeu nem um deputado para despacho privado em 2025. O desempenho é ainda pior do que a performance de 2024, quando o presidente só recebeu só quatro deputados, sendo três petistas e Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara e respeitado pelos colegas.
Bem parecido
No Senado, a coisa não é muito diferente. Só uma visita, Leila Barros (PDT). Ainda assim, Lula levou oito meses até receber a parlamentar.
Na mão
Encontros com governadores também secaram em 2025, foram apenas três reuniões privadas e com a turma alinhadíssima ao Planalto.
Companheirada
Os três recebidos por Lula foram: Helder Barbalho (MDB-PA), Renato Casagrande (PSB-ES) e maranhense Carlos Brandão (ex-PSB).
Poder sem Pudor

O ‘furto’ que não houve
Brasília não merece mesmo a fama dos políticos que a frequentam. Quando renunciou ao mandato, na esperança de retornar ao poder pelas mãos dos militares, Jânio Quadros pediu ao ajudante de ordens, major Amarante, que deixasse no Palácio Alvorada um terno e sapatos. Mais tarde, em 1978, conforme relato de Murilo Melo Filho em seu soberbo “Tempo Diferente” (ed. Topbooks, Rio, 295 pp.), Jânio contaria uma lorota à revista Manchete: - A Presidência da República não me deu nada. Pelo contrário, andou me tirando. Lá, furtaram-me um terno, uma camisa e um par de sapatos...
Matemática
Vice-líder da oposição na Câmara, Sanderson (PL-RS) lembra que após 25 anos de governos de esquerda, o Brasil figura em sétimo no vergonhoso ranking de países mais violentos do mundo.
Caravana furada
Com o ministro Guilherme Boulos (Secretaria Geral) escalado para divulgar o governo Lula pelo País, o deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM) lista alguns “feitos” do petista, como a roubalheira no INSS.
Recordar é viver
Eduardo Bolsonaro lembrou que a posse do presidente do Irã, que executa civis indiscriminadamente, contou com a presença de membro do governo brasileiro: o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) esteve lá.
Licitação de ouro
Alvo da PF em processo sobre falcatruas com emendas parlamentares, o deputado Felix Mendonça Filho (PDT-BA) mandou quase 60% do recurso para obras. Logo atrás, vem compra de bens (27,4%) e serviço (11,4%)
Frase do dia "Isso é irresponsabilidade com o dinheiro público" Senador Jorge Seif (PL-SC) sobre acordo do Master envolvendo fundos de previdência
É um purgante
Quando decidiu que deixaria mesmo o Ministério da Justiça, Ricardo Lewandowski baixou a guarda da discrição sobre a dificuldade no trato com o ministro da Casa Civil, Rui Costa.
Silêncio constrangedor
Foram 16 dias de absoluto silêncio do governo Lula até que o Itamaraty divulgar uma econômica nota sobre a situação do Irã, que mata seus civis. Ainda assim, nada de condenar as mortes, que passam de 2 mil.
Metade reprova
A primeira pesquisa do ano eleitoral (Canal Meio/Instituto Ideia) registra péssima notícia para Lula, que vai tentar a reeleição. O petista registra reprovação entre o eleitorado em 50%
Escanteio
No Planalto, auxiliares de Lula garantem que o petista até ouviu o nome de Rodrigo Pacheco (PSD-MG) para suceder a Ricardo Lewandowski no Ministério da Justiça, mas que não considerou mesmo o senador.
Pensando bem...
... para quem investiu, restou um prejuízo master.

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