segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

 Aviões da American Airlines são vistos no Aeroporto Internacional Dallas-Fort Worth, no Texas, EUA (imagem de arquivo)

AMÉRICAS
URL curta
Coronavírus no mundo em meados de janeiro de 2021 (64)
Nos siga no

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pretende retirar restrições de viagens impostas devido à pandemia da COVID-19 sobre o Brasil, a Europa e o Reino Unido, segundo a mídia.

O presidente norte-americano rescindirá as proibições de entrada para a maioria dos cidadãos estrangeiros que estiveram recentemente no Brasil e grande parte da Europa a partir do dia 26 de janeiro, segundo publicou a agência Reuters com informações de duas autoridades próximas da matéria, nesta segunda-feira (18).

Ainda segundo a agência, desde novembro já se sabe que o governo de Trump considera suspender as restrições impostas no início do ano passado em resposta à pandemia da COVID-19.

Donald Trump, presidente dos EUA, fala à mídia na Base Conjunta Andrews em Maryland, EUA, 12 de janeiro de 2021
© REUTERS / CARLOS BARRIA
Donald Trump, presidente dos EUA, fala à mídia na Base Conjunta Andrews em Maryland, EUA, 12 de janeiro de 2021

Apesar do fim das restrições, no mesmo dia entram em vigor novas exigências de testes de COVID-19 para todos os visitantes internacionais que chegarem aos EUA. A Casa Branca ainda não comentou o assunto.

No dia 20 de janeiro, o presidente eleito dos EUA, Joe Biden, tomará posse como novo presidente norte-americano e promete concentrar esforços para controlar a pandemia, que está em seu pior momento no país. Os EUA, segundo os dados da Universidade Johns Hopkins, têm os piores números absolutos de casos e mortes na pandemia. No total, são mais de 24 milhões de casos registrados e quase 399 mil mortes causadas pela COVID-19.

Brasil, Reino Unido e diversos países europeus estão entre as nações mais impactadas pela pandemia. O Brasil é o segundo país com mais mortes e ultrapassa a marca de 210 mil casos fatais do novo coronavírus. Já o Reino Unido registra mais de 90 mil óbitos pela doença, o quinto pior do mundo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário