quarta-feira, 17 de junho de 2026

 

PF aponta depósitos em espécie e repasses de R$ 4,1 milhões a empresa ligada a Ciro Nogueira

Funcionário fazia depósitos fracionados em dinheiro vivo

Dimitrius Dantas
O Globo

O senador Ciro Nogueira (PP-PI) recebeu R$ 4,1 milhões da empresa da qual é sócio após uma série de depósitos em espécie realizados por um funcionário na conta da companhia. Os dados aparecem em um relatório da Polícia Federal baseado em alertas de movimentações financeiras feitos pelo Coaf. A suspeita dos investigadores é que os depósitos foram feitos para ocultar a origem dos recursos.

Segundo o documento, empresas como a CN Motos e suas filiais registraram o ingresso de recursos após depósitos em dinheiro vivo. Os depósitos eram fracionados, prática típica para evitar alertas pelos mecanismos de controle do banco.

TRANSFERÊNCIAS – “Posteriormente, esses valores são redistribuídos ao próprio Senador sob a forma de transferências empresariais, mascarando, em tese, a real natureza do ingresso patrimonial”, afirma a Polícia Federal.

Ao todo, Bernardo Rodrigues de Oliveira Filho, funcionário registrado na CN Motos desde 2012 na função de despachante realizou, entre julho de 2016 e outubro de 2024, 265 depósitos em espécie nas contas da matriz da CN Motos, empresa de Ciro Nogueira, totalizando R$ 3,5 milhões.

Apenas entre agosto de 2023 e julho de 2024, R$ 1,7 milhão foi depositado em espécie na conta da empresa. No mesmo período, o senador recebeu R$ 1,8 milhão da conta da empresa. Em todo o período analisado, entre 2020 e 2024, o relatório aponta que Nogueira recebeu R$ 4,1 milhões em repasses da empresa.

EVIDÊNCIAS – “Diversos indexadores vinculados às empresas CN MOTOS e suas filiais evidenciam o ingresso reiterado e volumoso de recursos em espécie, frequentemente fracionados, padrão tipicamente associado a tentativas de burla aos mecanismos de controle e rastreabilidade do sistema financeiro. Destaca-se, nesse contexto, a atuação de Bernardo Rodrigues de Oliveira Filho, responsável por 265 de depósitos em numerário que totalizam mais de R$ 3,5 milhões, em períodos coincidentes com transferências subsequentes da empresa à pessoa física do Senador”, afirmam os investigadores.

A Polícia Federal suspeita que a empresa funcionava como um duto para o recebimento de vantagens indevidas do Banco Master. “Portanto, à luz do conjunto de elementos expostos nesta IPJ, mostra‑se plausível inferir que a empresa CN MOTOS, da qual Ciro Nogueira figura como sócio, vem sendo utilizada como instrumento para o ingresso de valores em espécie, inclusive mediante fracionamento de depósitos, e para a posterior transferência desses recursos à conta bancária pessoal do Senador”, afirmam os investigadores.

Defesa de Moraes pela AGU, nos EUA, é inócua e não evitará sua condenação

Após Moraes suspender aplicação da lei da dosimetria, oposição fala em  possível reação no Congresso, enquanto governistas comemoram

Moraes está acuado e não tem argumentos para se defender

Carlos Newton

Conforme informamos aqui na Tribuna da Internet, a petição que a Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou à Justiça Federal dos Estados Unidos na Flórida, pedindo que encerre o processo contra o ministro Alexandre de Moraes, é uma tremenda Piada do Ano, que desmoraliza o conhecimento das autoridades brasileiras sobre Direito Internacional.

A Advocacia-Geral da União é um órgão do Poder Executivo e foi colocada nessa péssima situação a pedido do próprio Moraes, que fez o presidente do Supremo, Edson Fachin, “autorizar” a AGU a fazer a defesa, porque dispõe de um Departamento Internacional, que representa o Estado brasileiro em controvérsias externas, como pendências comerciais, extradições, emigrantes ilegais etc.

SEM DEFESA – Além de não ter experiência específica na questão, jamais tendo participado de processo no exterior contra autoridade brasileira, o Departamento Internacional da Procuradoria da União, subordinado à AGU, defrontou-se com uma barreira intransponível – não há argumentos para defender Moraes.

O processo aberto contra o ministro pela plataforma Rumble e pela Trump Media, empresa criada pelo presidente Donald Trump, está montado rigorosamente de acordo com as leis americanas infringidas em determinações judiciais de Moraes, que descumpriu a famosa Segunda Emenda, base jurídica da democracia americana e mundial.

Sem ter como defender o ministro, a AGU alegou que “decisões judiciais proferidas pela Suprema Corte do Brasil não podem ser questionadas perante tribunais de Estados estrangeiros”.

ARGUMENTO INÚTIL – A justificativa é infantil e inadequada, por dois motivos. O primeiro é que os EUA não estão descumprindo decisão do Supremo, porque se trata de determinações monocráticas de Moraes.

E o segundo motivo é que a Justiça americana, além de não estar obrigada a cumprir ordens judiciais de Moraes ou qualquer magistrado estrangeiro, não pode aceitar descumprimento da Segunda Emenda, adotada em 1791.

Moraes errou grotescamente ao determinar que as redes sociais americanas retirassem do ar determinados conteúdos e proibissem novas postagens de seus autores, uma atitude que configura censura prévia nos Estados Unidos e outros países democráticos. É crime grave. Por isso, a defesa de Moraes, feita pela AGU, não tem a menor chance de prosperar.

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P.S. –
Não há informações de que Moraes tenha apresentado defesa através de advogado americano. Se não o fez, está sujeito a ser condenado à revelia. Poderá até recorrer à segunda instância, mas submetido a uma série de limitações processuais. Ou seja, o ilustre ministro tem tudo para ser condenado. (C.N.)

Sonhar com Wagner, Costa e Alcolumbre se entregando à Polícia é um perigo

Rui Costa sela paz com Wagner e articula frente para Lula - 02/04/2022 - Poder - Folha

Jaques Wagner e Rui Costa brigaram, mas fizeram as pazes

Vicente Limongi Netto

Jaques Wagner e Rui Costa, ambos ex-governadores da Bahia, se entregam a Policia Federal para fazer delação premiada, em troca da redução da pena, pelo mal que fizeram ao povo baiano.  A bomba repercutiu no mundo inteiro.

Acordei antes do tempo. Pena. O sonho estava bom. Com tons de verdadeiro. Basta acompanhar a trajetória política de Wagner e Costa para ver que meu sonho estava perto da realidade.
 
E ALCOLUMBRE? – Nessa linha de políticos puros e imaculados, registro que também já sonhei muitas vezes com Davi Alcolumbre sendo preso em casa. Algemado e colocado no camburão da PF.
 
O patife Daniel Vorcaro  confessou à Polícia Federal e à Procuradoria Geral da República que deu 30 milhões de reais para o senador presidente do Congresso, Davi Alcolumbre.  Forneceu todos os detalhes da propina dada, em depósito no exterior. É o fenômeno climático El Nino  dando as caras no Brasil.
 
Em outros países onde zelam pela Constituição e normas políticas sérias, homens públicos, por mais poderosos que sejam, flagrados  em corrupção, são exemplarmente punidos , no mínimo, com a perda do cargo e jogados no ostracismo.
 
IMPUNIDADE – No Brasil, os acusados engomados fazem uma força danada para fingir indignação, declarando que são inocentes, prometendo processas os acusadores com rigor. O tempo passa, a imprensa destaca a resposta cretina dos envolvidos e fica por isso mesmo.
 
A escória imunda continua dando as cartas, deitada no berço esplêndido das mordomias,  debochando da Policia Federal e da Procuradoria, que às vezes cumprem com  seu dever.  Assim como a imprensa, que às vezes publica o que precisa ser publicado.
 
Tenho ânsias de vômito.

Sputnik

 

Votos do exterior 'pesam na balança' a favor de Keiko Fujimori no Peru, aponta especialista

A candidata à Presidência do Peru, Keiko Fujimori, em entrevista coletiva, em 11 de junho de 2026 - Sputnik Brasil, 1920, 17.06.2026
Os quase 300 mil votos de peruanos no exterior podem ser a chave para a vitória eleitoral de Keiko Fujimori no Peru, explicou à Sputnik o analista político Enzo Elguera. No entanto, o partido de seu rival, Roberto Sánchez, aponta irregularidades no processo de votação no exterior e propõe restringir essa participação.
Em um cenário de empate técnico entre Keiko Fujimori e Roberto Sánchez, os votos de peruanos no exterior podem ser o fator decisivo que garante a vitória à candidata do Fuerza Popular em sua quarta tentativa de chegar à presidência.
Dados oficiais divulgados pelo Escritório Nacional de Processos Eleitorais (ONPE, na sigla em espanhol) indicam que foram recebidos 300.287 votos de peruanos residentes no exterior, embora mais de 1,2 milhão de pessoas estivessem aptas a votar em consulados ao redor do mundo.
Com mais de 97% das atas de votação do exterior apuradas, a vitória de Fujimori fora do país foi avassaladora: a filha do ex-presidente Alberto Fujimori (1990–2000) obteve 63,2% dos votos — totalizando 190.033 votos. A vitória da candidata fujimorista foi particularmente expressiva em países como os Estados Unidos, onde ela conquistou 76,4% dos votos, e o Japão, onde superou os 90%.
Embora o número total de votos do exterior fosse pequeno em relação à apuração geral, eles se mostraram decisivos para permitir que Fujimori assumisse a liderança durante a fase final da contagem oficial.
"Pode-se concluir, preliminarmente, que, com base nos votos computados em território nacional, Roberto Sánchez teria vencido a eleição; no entanto, os votos do exterior deram a Keiko Fujimori a pequena vantagem de que ela precisava para vencer este processo eleitoral", explicou à Sputnik o analista político e de opinião pública Enzo Elguera.
De fato, Sánchez lidera a contagem de votos à frente de Fujimori — 50,1% contra 49,8% — quando se consideram apenas os votos computados dentro do país. A situação se inverte quando os votos do exterior são somados, resultando em um placar de 50,09% a 49,9% a favor da candidata do Fuerza Popular.
Elguera, diretor da consultoria de opinião pública Imasolu, afirmou que se trata de uma situação "sem precedentes" no Peru, uma vez que "é a primeira vez que os votos do exterior definem o resultado".
Segundo o especialista, a forte preferência por Fujimori entre os eleitores no exterior pode ser compreendida ao se analisar o perfil dos eleitores peruanos fora do país, em um sistema em que o voto não é obrigatório.
Elguera sugeriu que muitos eleitores acabam sendo "influenciados" pelos debates políticos que ocorrem em seus países de residência. Isso acontece, observou ele, com peruanos nos EUA ou na Argentina; neste último caso, a retórica do presidente Javier Milei e a queda da inflação que ele alcançou parecem ter levado os peruanos de lá a apoiar Fujimori. Ao mesmo tempo, muitos peruanos no exterior passaram a associar Sánchez a opções políticas que rejeitam em outros países — opções que podem considerar "anticapitalistas".
Na visão do especialista, seria incorreto afirmar que os peruanos no exterior estão alheios ao debate político local. "Eles não estão desconectados da realidade, pois obviamente têm família e não perderam os laços com o país", sustentou.
Eleitores aguardam a abertura de uma seção eleitoral durante as eleições gerais em Lima, Peru. - Sputnik Brasil, 1920, 14.06.2026
Panorama internacional
'Há um declínio democrático no Peru', apesar das eleições, afirma especialista

Juntos por el Perú busca anular votos do exterior

No entanto, a possibilidade de que os votos do exterior definam o próximo presidente também amplificou vozes contrárias à participação de peruanos expatriados, particularmente nas fileiras do partido Juntos por el Perú. Amalia Palomino, deputada eleita pela legenda, chegou a propor restrições à participação de eleitores no exterior com base no tempo de permanência fora do Peru.

"Quem já vive no exterior há dez ou 15 anos não deveria votar. Se nossos compatriotas deixaram o país, digam-me como são eles que escolhem o presidente agora", disse a futura congressista em entrevista à rádio local Yaraví.

Palomino questionou a ideia de expatriados decidirem sobre questões que afetam os peruanos, quando vivem em contextos que podem diferir drasticamente daqueles dentro das fronteiras do país. "Com que autoridade moral eu — vivendo em uma situação de prosperidade e com uma vida melhor — poderia tomar uma decisão que impacta diretamente os peruanos?", indagou.
Enquanto a deputada avalia transformar sua proposta em um futuro projeto de lei, o partido Juntos por el Perú busca anular a totalidade dos votos do exterior, tentando contestar uma resolução que estabeleceu as condições para a votação fora do país durante o segundo turno.
Conforme explicou o porta-voz do partido, Walter Ayala, à imprensa peruana, a norma "muda as regras do jogo" ao introduzir um protocolo inexistente no primeiro turno, visto que só foi aprovado em 29 de maio.
Para o partido de Sánchez, as novas diretrizes alteraram o procedimento de processamento dos votos, impedindo a digitalização imediata e exigindo o transporte físico das atas de apuração para o Peru. O Juntos por el Perú também relata atrasos suspeitos na entrega de muitos desses votos — particularmente os provenientes da Argentina, que levaram três dias para chegar, apesar da existência de voos diários entre os dois países.
Na visão de Elguera, investigar possíveis irregularidades relacionadas aos votos do exterior "não é ilógico", mas as autoridades eleitorais devem evitar que tais contestações se transformem em "um mecanismo de obstrução em larga escala" que impeça a conclusão da apuração — um cenário que ocorreu em 2021, após as contestações apresentadas por Keiko na tentativa de barrar a vitória de Pedro Castillo (2021–2022).

 

Lula cavou encontro com Trump, mas foi ignorado e passou vergonha na reunião do G7

Trump passa a poucos centímetros de Lula ignorando sua presença em Evian - Foto: reprodução redes sociais.

Lula (PT) foi solenemente ignorado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apesar de suas tentativas, quem sabe, para conseguir um aperto de mão no G7, em Evian, na França. Ele chegou na véspera, tentando cavar o encontro, mas foi inútil. Trump não lhe deu espaço nem mesmo quando estavam a um metro de distância, enquanto os chefes de Estado e de Governo presentes procuravam se posicionar para a foto oficial. O vexame do brasileiro foi construído por ele mesmo.

A assessoria de Lula divulgou a versão de que Lula teria conseguido cumprimentar Trump durante a noite, após um concerto organizado pelo anfitrião, Emmanuel Macron, no hotel onde se realiza a c.úpula. O suposto cumprimento não foi confirmado por fonte isenta e nem por registro de foto ou vídeo.

Longe, ele ataca

Dias antes da humilhante tentativa de prosa em Evian, Lula chamou o presidente americano de “imbecil” e atacou seu secretário de Estado.

Perto, ele recua

Os insultos de Lula ocorreram dias depois de Trump receber o brasileiro em Washington com delicadeza, ouvindo sua conversa mole por 1h30.

Insulto não se esquece

Lula hostiliza Trump desde quando o chamou de “nazista”, na campanha presidencial americana. Agora, não consegue nem abrir negociação.

Mentiras de palanque

Bravatas eleitoreiras do tipo “não é um gringo que vai dar ordem a este presidente” eram lorotas. No caso, Trump não deu ordem alguma a Lula.

Estela Aranha, ministra do Tribunal Superior Eleitoral. (Foto: Alejandro Zambrana/TSE).

Ministra trava ação que atinge aliada de Flávio Dino

Juristas e políticos maranhenses estão estarrecidos com a morosidade na tramitação de um processo que pode reduzir a bancada estadual do PSB no estado. O partido, que teve Flávio Dino como filiado até sair para assumir vaga no Supremo Tribunal Federal, pode perder um deputado estadual, Fernando Braide, se confirmada acusação de fraude na cota de gênero que alçou o parlamentar ao cargo. Ele se elegeu pelo PSC, alvo da investigação, depois migrou de partidos até chegar ao PSB.

Haja protelação

A ação não avança no TSE em razão de estranhíssimos pedidos de vista (no plural mesmo) da ministra Estela Aranha desde dezembro de 2025.

Velhos conhecidos

O PSB-MA é presidido por Ana Paula Lobato suplente de Dino que virou senadora. E pode perder cadeira na Assembleia Legislativa maranhense.

Rolo jurídico

O PSD acionou o CNJ contra a ministra e pediu mandado de segurança no TSE. A coluna procurou a assessoria do TSE e aguarda resposta.

Poder sem Pudor

O lobby dos enforcados

Em 1988, uma comitiva do Ministério da Indústria e Comércio tentava com o governo Saddam Hussein quitar dívidas de US$2 bilhões com empresas brasileiras, entre elas a Mendes Júnior. Ressabiado, o deputado da extinta Arena Israel Pinheiro avisou ao ministro Roberto Cardoso Alves: “O pessoal do Saddam que saber mais do ‘contrato dos enforcados’.” Pergunta daqui, pergunta dali, “Robertão” matou a charada: Saddam mandou enforcar funcionários iraquianos suspeitos de receberem propina de brasileiros.

Quem se habilita?

A expectativa em Brasília é pelo surgimento de algum deputado que reivindique abertura de investigação sobre as relações de Daniel Vorcaro com o presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Rep-PB).

Acenando para o vazio

As redes sociais não perdoaram o deslocado Lula, no canto da tal “foto família” no G7. Enquanto todos mantinham postura, o petista, meio abobado, era o único que batia palmas e acenava para o vazio.

Buraco sem fim

A Anbima, associação de entidades dos mercados financeiro e de capitais (bancos, corretoras etc.) aumentou a estimativa do rombo nas contas do governo: passou de 8,58% para 8,84% do PIB do Brasil.

Judiciário mais caro

Alessandro Vieira (MDB-SE) quer barrar o projeto que aumenta em 56 vezes as custas judiciais. O senador apresentou três emendas à proposta que atualiza as custas judiciais da Justiça Federal e do STJ.

Frase do dia-----“O Brasil passa vergonha no cenário internacional”

Senador Jorge Seif (PL-SC), sobre vergonhosa participação de Lula no encontro do G7

Não é a Copa

Eduardo Girão (Novo-CE) critica a paralisia do Senado no caso Master, em mais uma semana esvaziada, mesmo após denúncias envolvendo o presidente da Casa, Davi Alcolumbre. Ele esclarece: o Senado está parado, na verdade, “por interesses pessoais, blindagem e corrupção”.

Tunga de volta

Vai durar pouco mais do que o período eleitoral o fim da rejeitada taxa das blusinhas, criada por Lula e extinta em ano de eleição. Em 2027, o governo volta a tributar as compras internacionais abaixo de US$50.

Pela imprensa

Hugo Motta foi o “marido traído” da vez. Apesar da prontidão para servir ao Planalto, só soube pela imprensa que o governo Lula iria retirar a urgência da votação do projeto sobre o fim da escala 6x1.

Próximo

Após mais uma recusa das autoridades sobre o acordo de delação premiada do banqueiro preso Daniel Vorcaro, do Banco Master, tem tudo para avançar a delação do ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa.

Pergunta no futuro

Criminalizar “lobby” no exterior é pior para quem?