O presidente norte-americano, Donald Trump, não está alcançando seus objetivos iniciais na guerra contra o Irã, informa a mídia estadunidense.
A reportagem destaca que a perspectiva de um acordo negociado sobre o programa nuclear iraniano é algo que Trump já rejeitou expressamente.
"Trump não está conseguindo o que queria inicialmente dessa guerra. Em sua aparente ansiedade para acabar com um conflito que se mostrou mais intenso do que ele previa e que afundou seus números nas pesquisas para mínimos históricos, Trump parece ter abandonado muitas de suas demandas iniciais maximalistas", ressalta a publicação.
Segundo a matéria, outro objetivo que desapareceu rapidamente foi a mudança de governo no Irã, que nem sequer é mais discutida.
Trump afirmou que o assassinato de vários líderes iranianos resultou em uma mudança de regime político, mas esse argumento não se sustenta, principalmente porque o atual líder supremo é filho de seu antecessor.
Outra prioridade na inconsistente lista de metas do governo americano era interromper o apoio do Irã a aliados no Oriente Médio, como Hamas e Hezbollah.
No entanto, não há indicação de que isso ocorrerá. Os detalhes das negociações relatados pela mídia dos EUA sequer mencionam os grupos aliados ao Irã.
Notavelmente, os objetivos maximalistas de Trump foram rapidamente descartados por sua administração, inclusive quando ele deixou de fora os aliados do Irã das recentes perspectivas de acordo, conclui o material.
O líder norte-americano disse na quarta-feira (6) que encerraria a operação Fúria Épica se Teerã aceitasse as condições de Washington. Em 3 de maio, os Estados Unidos enviaram ao lado paquistanês uma resposta à proposta do Irã, composta por 14 pontos. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, disse que Teerã ainda estava analisando o documento, mas, até o momento, não tomou uma decisão final.
Irã consegue resistir a bloqueio naval dos EUA por mais 4 meses, indica relatório da CIA
Análise aponta que o conflito pode não chegar ao fim tão cedo, apesar dos esforços de Trump para encerrar a guerra, que tem se mostrado impopular entre os eleitores americanos.
Por Reuters
EUA divulgam imagens de novos ataques a petroleiros no Estreito de Ormuz
Uma análise da CIA (agência de inteligência norte-americana) concluiu que o Irã conseguiria resistir a um bloqueio naval por mais quatro meses, enquanto as negociações para encerrar o conflito parecem estagnadas. Os dois lados voltaram a trocar ataques nesta quinta (7) e sexta (8) no Estreito de Ormuz.
A avaliação da CIA também concluiu que o Irã não sofreria forte pressão econômica de um bloqueio americano aos portos iranianos por cerca de mais quatro meses, segundo uma autoridade americana familiarizada com o relatório, publicado em primeira mão pelo jornal "The Washington Post".
A análise indicou que o conflito pode não chegar ao fim tão cedo, apesar dos esforços de Trump para encerrar a guerra, que tem se mostrado impopular entre os eleitores americanos.
Troca de ataques no Estreito de Ormuz
Nos últimos dias, o conflito foi retomado nos arredores e dentro do Estreito de Ormuz, com troca de ataques entre a Marinha dos EUA e as Forças Armadas iranianas. Além disso, os Emirados Árabes Unidos também voltaram a ser alvo de mísseis e drones.
Washington aguarda a resposta de Teerã a uma proposta dos EUA que encerraria formalmente a guerra antes de negociações sobre temas mais delicados, incluindo o programa nuclear iraniano.
"Devemos saber de algo ainda hoje", disse o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, a jornalistas em Roma mais cedo nesta sexta. "Estamos esperando uma resposta deles".
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmou que Teerã ainda avaliava sua resposta.
Vorcaro pode ter ‘reinventado’ propina usando cartões de crédito sem limite
O ex-banqueiro Daniel Vorcaro | Foto: Reprodução / Esfera Brasil
Cláudio Humberto
O banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do banco Master, implantou um sistema para subornar pessoas, inclusive autoridades, segundo fontes próximas à investigação, que tem sido classificado como “crime perfeito”. Em vez de usar malas de dinheiro ou assemelhados, ele distribuiu aos “parceiros” entre 80 e 90 cartões ilimitados, que os permitiam pagar qualquer despesa, de viagens luxuosas a carrões. Como os cartões eram em seu nome, ele apenas informava a senha àqueles beneficiados.
Sem rastro
O crime seria considerado “perfeito” porque os cartões estavam no nome de Vorcaro e eram emitidos pelo seu banco. Não deixavam rastros.
CPMI já sabia
O esquema apareceu pela primeira vez na CPMI que investigou o roubo a aposentados e pensionistas, mas a bancada do Planalto agiu.
Porta fechada
O deputado Evair de Melo (PP-ES) até pediu a convocação dos diretores dos cartões Visa e MasterCard, mas foi rejeitado imediatamente.
Fala, Vorcaro
A expectativa das autoridades é que Vorcaro detalhe, em sua delação, quem foram os beneficiados pelos cartões distribuídos.
Ministro Gilmar Mendes, em entrevista ao Jornal Gente, da Bandeirantes (Foto: Reprodução/Bandeirantes)
Gilmar vê o STF submetido a ‘corredor polonês’
O ministro do STF Gilmar Mendes atribuiu a queda de confiança da população no Supremo Tribunal Federal à “pancadaria” da imprensa brasileira em verdadeiro “corredor polonês”, quando alguém passa entre duas filas de agressores. Disse até que haveria “organização e método”, ao eleger os jornalistas como dedicados a “atacar” o STF. Em nenhum momento, durante entrevista ao Jornal Gente, da Bandeirantes, Gilmar admitiu a hipótese de erro no STF. Ele vê apenas virtudes na Corte.
Crise de confiança
Pesquisa do Real Time Big Data atestou: 42% dos entrevistados que admitem votar no PT e até 78% de conservadores não confiam no STF.
Sem fundamento
Gilmar destaca que não falta confiança apenas no STF, alfinetando a imprensa e a acusando “niilismo crítico” (descrença geral).
Endereço errado
Acha que a imprensa (outra vez a imprensa) fez o caso Master virar “caso do STF”, relativizando os escândalos envolvendo ministros.
Poder sem Pudor
Maria Barbuda é a mãe
O falecido ex-prefeito de Curitiba Maurício Fruet, uma figuraça, incorrigível gozador, estava em campanha para deputado federal, em 1986, em dobradinha com Paulo Furiatti (estadual). A caminho de um pequeno distrito de Antônio Olinto (PR), ele avisou a Futiatti para tratar muito bem a “Maria Barbuda”, dona de um bar que controlava uns cem votos, na localidade. Só não avisou que a mulher odiava o apelido. Ao chegar, Furiatti foi caloroso: “Dona Maria Barbuda! Agora tenho honra de conhecê-la pessoalmente!”. Fruet teve 1.300 votos em Antônio Olinto; Furiatti, cem a menos.
Dor de cabeça
Foi enrolada a primeira semana do “Desenrola 2.0”, programa apelidado de bolsa banqueiro, já que libera parte do FGTS para quitar dívidas com bancões. O sistema deu problema nos primeiros dias.
Corte na pena
Nas contas do relator do projeto que reduz as penas dos condenados pelo 8 de janeiro, Paulinho da Força (SDD-SP), a condenação do ex-presidente Jairo Bolsonaro deve cair para dois anos e quatro meses.
PT é MAGA
O PT se esforça para vender a ideia de que o encontro Lula-Trump foi um sucesso. Até o senador Humberto Costa (PT-PE) diz: o americano receber Lula reafirma o conceito de “Brasil grande de novo”.
Cadê o amor?
Grávida e mãe, a presidente do PL Jovem Amazonas, Beatriz Darley, afirmou à coluna ter sido, junto ao seu filho de 6 anos, alvo de ameaças de morte por esquerdistas, após denunciar antissemitismo na UFAM.
Frase do dia-----"O roubo do Banco Master tem um carimbo do PT"
Deputado Carlos Jordy (PL-RJ), após sequência de humilhação de Lula no Congresso
Causa e consequência
Ao comentar o caso Master, Flávio Bolsonaro denuncia que o governo Lula foi contra a CPI sobre o banco: “Tudo acontece nos governos do PT. Mas, curiosamente, nunca é culpa deles. Já perceberam isso?”
Dois pesos
Deltan Dallagnol questiona se haverá punições a depredadores da USP, como houve no 8 de janeiro: “A regra que vale para direita, vale para esquerda, ou as bandeiras vermelhas e coloridas isentam de punição?”
DF aderiu
A governadora Celina Leão (PP) assinou adesão do Distrito Federal ao programa que subsidia o diesel, em disparada após o conflito no Oriente Médio. A expectativa é que o combustível fique R$1,20 mais barato.
Amigo do amigo
Está no gabinete do ministro Dias Toffoli (STF) pedido da J&F, dos irmãos Wesley e Joesley Batista, para suspender definitivamente as multas do acordo de leniência do rolo na Lava Jato.
Pensando bem...
...o que não falta é opção para cortar entre os impostos inventados por Taxxad.