quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

 

Com argumentos infantis, Dias Toffoli está se ”incriminando” cada vez mais

Tribuna da Internet | Toffoli, o “Amigo do Amigo”, suspende multa  bilionária que Odebrecht se ofereceu a pagar

Charge do Kacio (Arquivo Google)

Lauro Jardim
O Globo

Agora que foi revelado que recebia em sua conta-corrente dinheiro depositado pela Maridt (empresa que até ontem supunha-se que pertencia a seus dois irmãos, ao menos formalmente), Dias Toffoli resolveu vir a público assumir que isso ocorreu porque ele é também sócio da empresa.

Tirando o fato de que só abriu essa informação depois de ver sua casa desabando, Toffoli tem ainda muito o que se explicar — se é que explicações existem. E deveria fazê-lo rápido.

TRÊS EXEMPLOS. – “Os depósitos na sua conta bancária correspondem ao mesmo percentual de participação que ele detinha na Maridt?”. É um percentual, ressalte-se, até agora desconhecido: o seu nome não aparece nos dados cadastrais que constam na Junta Comercial de São Paulo, uma vez que a Maridt é uma sociedade anônima. Há suspeita entre os investigadores que o percentual depositado não tem relação com a participação que “oficialmente” o ministro diz possuir.

“Por que Toffoli, sabendo que o relatório da PF indica que ele e Daniel Vorcaro se falavam pelo telefone, não vem a público dizer com todas as letras que nunca trocou ligações com o ex-banqueiro?”. Em nota que o seu gabinete divulgou, Toffoli afirma que a PF faz “ilações” (“O gabinete do ministro Dias Toffoli esclarece que o pedido de declaração de suspeição apresentado pela Polícia Federal trata de ilações”). Por que, em vez de tergiversar, Toffoli não desfaz de uma vez por todas com as interrogações que jogaram sua reputação no chão?

ENFIM – “Por que, sabendo que fez negócio diretamente com o primo de Daniel Vorcaro — com quem, aliás, trocava mensagens —Toffoli não se declarou impedido de assumir a relatoria do Caso Master no fim de novembro de 2025? Por que, afinal, aceitou a relatoria? Por que se manteve nela depois de tudo o que foi descoberto desde dezembro? Por que que não sai?

Não deveria faltar mais nada para que Toffoli se afaste do caso Master imediatamente, sob pena de desmoralização do STF.

 

Por Redação g1

 

  • O anúncio será feito no dia 19, durante a primeira reunião do "Conselho de Paz" em Washington, com delegações de ao menos 20 países.

  • As tropas, autorizadas pela ONU, atuarão como força de estabilização, com milhares de soldados de diversas nacionalidades.

  • O principal objetivo da missão é desarmar o grupo terrorista Hamas, que tem resistido a entregar suas armas no território palestino.

  • A reconstrução de Gaza será financiada por um fundo multibilionário internacional, com contribuições "generosas" de países do Conselho de Paz.

EUA anunciam 2ª fase do plano de Trump para Gaza

EUA anunciam 2ª fase do plano de Trump para Gaza

O presidente dos Estados UnidosDonald Trump, deve anunciar o envio de tropas à Faixa de Gaza e um fundo multibilionário para reconstruir o território, afirmou a agência Reuters nesta quinta-feira (12). O anúncio deve ser feito no próximo dia 19, durante a primeira reunião do “Conselho de Paz”.

Ao todo, delegações de ao menos 20 países devem participar da reunião, que acontecerá em Washington. Há preocupações de que o órgão possa tentar atuar em outros conflitos e atuar como uma "ONU paralela". No entanto, autoridades americanas dizem que o foco inicial será Gaza. Segundo a Reuters, o envio das tropas foi autorizado pela ONU para atuar como uma força de estabilização. Soldados de vários países devem participar da missão. A medida é considerada parte central da próxima fase do plano de Trump para o território.

As tropas devem chegar ao território palestino nos próximos meses. Autoridades não confirmaram um número exato, mas disseram que milhares de soldados vão atuar na região. A principal preocupação é o desarmamento do grupo terrorista Hamas, que tem resistido a entregar as armas.

Ainda segundo a Reuters, a reconstrução de Gaza começará com investimentos feitos por meio de um fundo multibilionário internacional. O dinheiro virá de contribuições de países participantes do Conselho de Paz.

Um dos funcionários ouvidos pela Reuters classificou as ofertas como “generosas” e afirmou que os Estados Unidos não fizeram pedidos explícitos de doações. “As pessoas vieram até nós oferecendo”, disse. “O presidente fará anúncios sobre o dinheiro arrecadado.”

O Brasil também foi convidado para integrar o Conselho da Paz, mas ainda não deu uma resposta oficial. Trump exigiu o pagamento de US$ 1 bilhão para ter um assento permanente no grupo.

Potências regionais do Oriente Médio, como Turquia, Egito, Arábia Saudita e Catar, além de países emergentes como a Indonésia, aderiram ao conselho. Já nações europeias e aliados ocidentais tradicionais dos Estados Unidos têm adotado postura mais cautelosa.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou na quarta-feira (11) que o país também aderiu ao grupo.

Reconstrução

Trump exibe tratado de paz de Gaza — Foto: Fabrice Coffrini/AFP

Trump exibe tratado de paz de Gaza — Foto: Fabrice Coffrini/AFP

Em janeiro, durante o lançamento do Conselho da Paz, Trump apresentou os planos de reconstrução de Gaza. O presidente dos Estados Unidos mostrou um mapa com a divisão do território em áreas residenciais, industriais e turísticas.

O projeto prevê a construção de 180 arranha-céus ao longo de toda a faixa litorânea, voltados ao turismo. O plano também inclui 100 mil unidades habitacionais em Rafah, no sul da Faixa, na fronteira com o Egito.

“A prioridade número um será a segurança, obviamente. Estamos trabalhando em estreita colaboração com os israelenses para encontrar uma maneira de reduzir a tensão, e a próxima fase é trabalhar com o Hamas na desmilitarização”, disse Jared Kushner, conselheiro e genro de Trump.

 

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