Toffoli foi o magistrado do TSE que mais votou com Mendonça
Bela Megale O Globo
A sintonia de votos do ministro Dias Toffoli com os do vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), André Mendonça, no plenário da corte eleitoral tem irritado alguns integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF).
Levantamento ao qual os ministros tiveram acesso mostrou que, no período de fevereiro a agosto de 2026, Dias Toffoli foi o magistrado do TSE que mais votou com Mendonça no plenário da corte. Juntos, ambos foram os magistrados que menos votaram a favor das ações da campanha de Lula.
VOTOS FAVORÁVEIS – Em 21 votações concluídas no plenário do tribunal nesse período, os ministros Mendonça e Toffoli votaram favoravelmente à campanha petista em 12 ocasiões, o que representa cerca de 57% dos casos.
A ala do STF alinhada a Moraes avalia que o envolvimento de Toffoli no caso Master, do qual Mendonça foi relator, teria sido o motivo de aproximação entre ambos. No grupo de Moraes foi levantado o questionamento de que Mendonça não solicitou aprofundamento das investigações sobre Toffoli e Daniel Vorcaro.
Mensagens e documentos da Polícia Federal mostram vínculos que o magistrado teve com o ex-banqueiro, passando por negócios familiares em um resort no Paraná, encontros frequentes e viagens em aeronaves ligadas ao grupo de Vorcaro.
### NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – A bronca toda é porque Toffoli está vulnerável devido ao caso do resort e está evitando votar contra a lei. O ponto alto foi o apoio a Mendonça contra as fake news sobre Nossa Senhora, uma manobra eleitoral verdadeiramente sórdida e nefasta, não há a menor dúvida.Por mais que faça,porém, é claro que Toffoli jamais conseguirá limpar sua barra, como se dizia antigamente. (C.N.)
Novas mensagens demonstram como Viviane era tratada pelo pessoal da Prime Aviation
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A Prime é a empresa de aviação a qual o ex-banqueiro Daniel Vorcaro tinha participação e onde a advogada Viviane Barci requisitava voos com frequência.
Mensagens trocadas entre Viviane e funcionários da Prime revelam qual era o tratamento dado a ela internamente na empresa.
A esposa do poderoso ministro do Supremo Tribunal Federal era tratada como “Sra. Viviane Barci I Cotista Legacy (PP-NLR) e EC-155”.
Sim, ‘cotista’... Cotista é a pessoa que possui uma fração ou cota de um fundo de investimento ou de uma sociedade.
As forças militares israelenses minaram e explodiram várias casas em cidades na fronteira com o sul do Líbano nesta quarta-feira (30), informou à Sputnik uma fonte militar libanesa.
"Um tempo atrás, forças militares inimigas explodiram prédios residenciais na cidade de Houla. Mais cedo, uma poderosa detonação foi realizada em Majdal Zoun, a leste do assentamento de Khiam, no distrito de Tiro."
A aviação e a artilharia israelenses continuaram bombardeando assentamentos no sul do Líbano ao longo do dia, como na cidade de Jezzine, ao norte do rio Litani, acrescentou a fonte.
Líbano e Israel assinaram, no final de junho, acordo-quadro mediado pelos Estados Unidos para a resolução do conflito. O texto inclui, entre outras medidas, a manutenção de uma zona de segurança para Israel no sul do Líbano até o desarmamento completo do Hezbollah. O governo libanês, por outro lado, viu o acordo como um passo para recuperar a soberania territorial.
STF deve reavaliar indicação de Moraes para suceder Fachin na presidência do STF
O ministro Alexandre de Moraes, do STF - (Foto: Gustavo Moreno/STF).
Cláudio Humberto
São várias as queixas contra a presidência de Edson Fachin no Supremo Tribunal Federal (STF), sobretudo pela falta de pulso para enfrentar a crise que a Corte atravessa. Ministros já discutem atropelar o rodízio que elege o ministro mais antigo, e que ainda não tenha sido presidente, como o comandante do Supremo. Como isso é apenas uma tradição, sem previsão no Regimento Interno, gabinetes no STF já falam em votação para impedir a escolha de Alexandre de Moraes como presidente
Tempo ao tempo
Nenhum movimento brusco será feito ao menos até a eleição para o comando do Senado, com poder de abrir impeachment de ministros.
Queima o filme
A divisão na Corte, no caso Master, se repete na questão da sucessão a Fachin. Parte dos ministros não quer Moraes, citado no caso, eleito.
Disputa no Olimpo
A tensão tinha diminuído após o barraco no plenário, ainda em setembro. Mas voltou após decisões ativistas, como no caso da Padroeira do Brasil.
Possibilidade
Caso os ministros optem por seguir a lista, pulando Moraes, o próximo eleitor seria Nunes Marques, também citado no inquérito do Master.
Fotos: Flickr PR/Instituto Lula
A quatro dias da eleição 2022, ninguém acertou
Os institutos de pesquisa têm muito a provar, em 2026. Há quatro anos, nenhum acertou a disputa entre o então presidente Jair Bolsonaro e Lula. A quatro dias do primeiro turno em 2022, Quaest e Ipec (ex-Ibope) apostavam em vitória de Lula no primeiro turno, com votos válidos acima dos 50%. No primeiro turno Datafolha acertou 48% de Lula, mas chutou Bolsonaro com 34%. Na realidade, Lula fez 48,43% e Bolsonaro, 43,2%.
Vala comum
Já no segundo turno, o Datafolha se juntou aos demais institutos apostou em Lula com 16 pontos de vantagem. Ele acabou 1,8 ponto à frente.
Além da margem
O Quaest previa Bolsonaro com 33% e o Ipec achava que seria 31% a votação do ex-presidente no 1º turno. Erraram por mais de dez pontos.
Longe da realidade
No segundo turno foi ainda pior: o Ipec projetava 54% a 35% e Quaest, 52% a 38%; o placar real foi 50,9% a 49,1%.
Poder sem Pudor
Encarando um provocador
Jânio Quadros, que renunciou à presidência da República após sete meses no cargo, fazia campanha para o governo paulista, em 1982, quando ouviu gritar um mendigo, com um toco de cigarro pendurado nos lábios: “Fujão! Fujão! Fujão!”. Jânio tentou ignorá-lo, mas, ao descer do palanque, lá estava o provocador: “Fujaããão!” Jânio olhou-o fixamente e partiu em sua direção, resoluto. Temia-se uma agressão física do ex-presidente. Ele parou diante do mendigo, que se calara de repente, paralisado, com medo. Jânio, num golpe rápido, ao invés de um soco, retirou o toco de cigarro dos lábios provocadores, colocou-o na própria boca e foi embora.
Não aguentou
Em Grajaú, Fernando Haddad (PT) não terminou a carreata no caminhão alugado para levar o candidato ao Governo de São Paulo. A caranga estava soltando uma nuvem de fumaça incômoda e Haddad desceu.
Vai, mas volta
Termina nesta quinta-feira as exibições das incômodas propagandas eleitorais em rádio e TV. O aporrinhamento, e eventuais enganações, volta, em caso de segundo turno, entre 9 e 23 de outubro.
Batendo ponto
Foram quatro os ministros do STF na posse de Rodrigo Pacheco como ministro do TCU, ontem (30): Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Nunes Marques e Cristiano Zanin. O PGR Paulo Gonet também esteve lá
Assim não dá
Bia Kicis (PL-DF) se incomodou com a interferência do STF no TSE e apresentou projeto para que o ministro que invadir a competência de outro poder ou tribunal responda por crime de responsabilidade.
Frase do dia======Governo podre, desacreditado, deve ter muitos motivos para não ir
Romeu Zema (Novo), sobre ausência de Lula (PT), que foge dos debates
Sobrenome importa
Eduardo Bolsonaro comparou a negativa do Itamaraty em dar apoio a Flávio Bolsonaro, senador em exercício, para coletiva de imprensa em embaixada nos EUA, com ajuda a Lulinha na mudança para Madri.
Primeiro de todos
André Mendonça está tão convicto da sua posição no caso “Nossa Senhora”, pela derrubada das mentiras, que o ministro depositou o voto antes mesmo da abertura do Plentário Virtual do TSE. Às 10h de ontem.
Teve alta
A ausência de Ronaldo Mansur (Psol) no debate entre candidatos ao governo da Bahia foi por causa de um acidente de carro envolvendo o concorrente. O político voltava do enterro de um primo e bateu o veículo.
Fim do prazo
Termina nesta quinta-feira (1) o prazo de 72 horas que a Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao Supremo Tribunal Federal para se manifestar sobre a ação que questiona a validade da proibição das bets.