Naysa Kayllany, de 22 anos, deu entrada na UPA Jardim Novo com sinais de espancamentoReprodução/Redes sociais

Rio – Uma das principais linhas de investigação sobre a morte de Naysa Kayllany da Costa Borges Nogueira, de 22 anos, filha do major da Polícia Militar Neyfson Borges, aponta para uma suposta atuação da jovem no desvio de dinheiro de um ferro-velho localizado em Realengo, na Zona Oeste. Ela trabalharia no local, que seria fonte de renda de traficantes da região.
A reportagem do DIA checou com uma fonte ligada à delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que esses supostos desvios podem ter motivado a morte de Naysa, levada com sinais de espancamento à UPA Jardim Novo, também em Realengo, onde morreu ao não resistir aos ferimentos.
No domingo (4), data do crime, a Polícia Militar informou que uma equipe localizou a vítima na UPA já sem vida, mas não precisou quem a levou à unidade.
O major Borges, lotado no Comando de Polícia Ambiental (CPAm), comunicou via Instagram que o corpo da jovem será velado na capela 9 do Cemitério Jardim da Saudade Sulacap, na Zona Oeste, nesta quinta-feira (7), das 13h às 16h.
Também pelas redes sociais, ele fez diversas postagens em homenagem à jovem. Uma delas dizia: “Dormi achando que era um pesadelo. Acordei e percebi que não tomaremos mais nosso picolé favorito. Mas separa um algodão doce, feito de nuvens aí do céu, para quando nos vermos novamente”.