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A lobista Roberta Luchsinger concedeu uma entrevista bomba à CNN.
Ela disse que ela e suas duas filhas estão sendo ameaçadas e culpou o presidente Lula por ter colocado um alvo em suas costas ao chamá-la de “pilantra”.
“Se acontecer qualquer coisa comigo, a culpa é dele”, disse Roberta Luchsinger.
Na entrevista, Luchsinger diz ainda que, se a Polícia Federal investigar o caso a fundo, chegará ao “filho do rapaz”. A menção é entendida como uma referência ao filho do presidente Lula.
“É público e notório que o Fábio Luís esteve na casa de ministros. Inclusive viajou para a casa do Camilo Santana, no Ceará. Lula é um grande mentiroso quando fala de mim e não do filho dele”, disse.
A empresária e lobista afirma também que o petista tinha ciência das reuniões que seu filho Fábio Luís Lula da Silva, o "Lulinha", promovia com ministros do governo em sua casa.
"Ele mente o tempo inteiro. [...] Se eu sou pilantra e toda essa turma andava e frequentava a minha casa, eles são pilantras como eu", afirma Roberta.
Eis a nota do Palácio do Planalto:
“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desconhece inteiramente os fatos relatados pela senhora Roberta Luchsinger. Como já esclareceu em outras ocasiões, jamais manteve qualquer interlocução com ela, nunca recebeu suas demandas e tampouco tem conhecimendo de supostas tratativas como as mencionadas. Importante ressaltar que não existe nenhum contrato do governo federal com a Roberta.
Causa estranheza que essas declarações sejam lançadas justamente às vésperas do segundo turno da eleição. O Brasil já assistiu, em outros processos eleitorais, à divulgação de denúncias sem comprovação, usadas como instrumento de manipulação da opinião pública. A repetição desse expediente representa uma tentativa irresponsável de tumultuar o processo democrático e interferir na livre escolha dos eleitores”
Solução para crise em Ormuz agora depende dos EUA, declara chanceler do Irã
O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, declarou neste sábado (17) o país persa apresentou um plano integral de sete dias — cuja implementação se realizaria por meio do Catar — para reabrir o estreito de Ormuz, e que agora cabe aos Estados Unidos decidir o que fazer a respeito.
Em discurso durante sessão do Conselho de Ministros das Relações Exteriores da Organização para a Cooperação Islâmica (OCI), o ministro reiterou que os crimes e erros já cometidos não ajudarão a restabelecer a segurança.
Ele afirmou que não se pode bombardear o Irã e ameaçá-lo, esperando ao mesmo tempo que o tráfego marítimo através do estreito de Ormuz volte à normalidade.
A declaração é feita dias depois do anúncio de que a Reserva Estratégica de Petróleo dos EUA não para de cair desde o início do conflito com o Irã, em 28 de fevereiro, que afetou severamente o trânsito no estreito de Ormuz, por onde passa um quarto do petróleo comercializado no mundo via marítima.
Anteriormente, o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, disse que as perdas reais dos EUA no conflito com o Irã superam em muito as 81 unidades de aeronaves declaradas, e o Comando Central dos EUA estava "enganando a todos".
A 52ª sessão do Conselho de Ministros das Relações Exteriores da OCI está ocorrendo em Bagdá, no Iraque, neste fim de semana. que sedia o evento pela primeira vez em 45 anos, período no qual o Iraque assumiu a presidência rotativa do bloco.
COLUNA CH / 18 DE OUTUBRO
STF espera enxurrada de pedidos de revisão criminal de presos políticos do 8 de Janeiro
Manifestantes invadem o Congresso Nacional durante ato no 8 de janeiro. foto: Divulgação/Agência Gov.
Cláudio Humberto
De maneira reservada, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) já avaliam que a Corte deve ser inundada com pedidos de revisão criminal dos condenados pela quebradeira do 8 de janeiro de 2023. Há apenados que receberam condenação de mais de 20 anos de cadeia. Um dos recursos já tramita no Supremo e depende de despacho de Kássio Nunes Marques, que deve andar com o processo após o segundo turno.
Geral no voto
Nunes Marques sinalizou que vai enviar o caso para análise em Plenário, com participação e votos de todos os ministros.
Maré favorável
Ao menos três ministros sinalizam disposição para analisar os pedidos: Luiz Fux, André Mendonça e o próprio Nunes Marques.
Pontos sensíveis
Há críticas quanto ao rigor da pena, considerada excessiva por alguns ministros, e até se houve mesmo o crime de “tentativa de golpe”.
Nem pensar
Contra eventual revisão, os magistrados da Primeira Turma, Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.
Ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) - (Foto: Pedro Gontijo/Senado Federal)
‘Reverter’ abstenção não deu certo para Bolsonaro
Na História das eleições diretas no Brasil há só um exemplo de queda da abstenção entre o primeiro e o segundo turno: 2022. Naquele ano, 0,36% a mais do eleitorado resolveu aparecer para votar; cerca de 570 mil eleitores. Apesar de a diferença entre Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL) ter diminuído entre os dois turnos, não foi suficiente. Lula acabou eleito com pouco mais de 2,1 milhões de votos (1,8%). Flávio Bolsonaro venceu o primeiro turno de 2026 com 2,2 milhões de votos a mais.
História
Entre 1989 e 2018, em todas as eleições que precisaram de segundo turno, a abstenção do segundo turno foi maior do que no primeiro.
Maior de todas
A maior abstenção da História foi no 2º turno de 2010 (21,5% deixaram de votar), quando Dilma (PT) derrotou José Serra (PSDB).
Nunca antes
Nunca houve virada nas eleições presidenciais brasileiras: desde 1989 o vencedor do primeiro turno também vence o segundo turno.
Poder sem Pudor
Ele era do contra
Presidente do Corinthians, Vicente Matheus usava as ligações com o poder, no regime militar. Teve um problema com terrenos na praia do Guarujá, em São Paulo, e um oficial da Marinha o ajudou. Ficou tão grato que lhe ofereceu uma festa. Orgulhoso, apresentava-o assim: - Este é o meu amigo almirante! O oficial nada dizia, até que perdeu a paciência: - Eu não sou almirante. Eu sou contra-almirante. O presidente do Corinthians não contou conversa: - Você é contra almirante? Pois também sou. São todos uns vigaristas.
Mercado não mudou
Apesar de pesquisas apontarem empate entre Flávio (PL) e Lula (PT), o mercado mantém o otimismo do dia seguinte à vitória do candidato do PL no primeiro turno: dia 16 a Bolsa fechou só 0,8% abaixo do dia 5.
Ucrânia com Flávio
A expectativa é que Flávio Bolsonaro já tenha ao menos garantida a vitória em uma única nação europeia; a Ucrânia. No primeiro turno o candidato do PL obteve 82,6% dos votos de brasileiros no país.
Nada mais tucano
O PSDB perdeu relevância, mas não o hábito de ficar em cima do muro. No DF, a candidata do partido, Paula Belmonte, ficou em terceiro lugar, mas declarou “neutralidade” no segundo turno, apesar de um dos candidatos ao governo distrital ser do ex-arqui-inimigo PT.
Bolada a Canella
A milionária campanha do deputado estadual Márcio Canella (União-RJ), preso pela Polícia Federal, recebeu uma bolada da campanha de Antônio Rueda, eleito deputado federal, mais de R$106,2 mil.
Frase do dia-----------“Preferiu manobrar junto a Alcolumbre em vez de votar”
Rogério Marinho (PL-RN), sobre amarelada de Lula ao não votar a PEC da Segurança
Como sempre
Presidente da Associação Comercial de SP, Alfredo Cotait diz que não houve diálogo do governo Lula com o setor produtivo sobre o fim da escala 6x1. “Ao final, a conta recairá sobre a sociedade brasileira”, diz.
Especialidade lulista
Lula (PT) aposta no medo em Minas Gerias e vinculou a continuidade das obras federais no estado à própria reeleição. Afirmou que, se perder, o estado se tornará um “cemitério de obras paralisadas”.
Só 10
O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, liberou só 10 convidados para a festa de Laurinha Bolsonaro, neste domingo (18). A adolescente completa 17 anos hoje.
Na mesma
O senador Jaques Wagner (PT-BA) acusou palanque eleitoral em torno da maioridade penal, mas admitiu a disputa com a oposição: “Você acha que eu vou deixar empatar o jogo?”.