terça-feira, 18 de agosto de 2026

 

Apenas uma foto do Xandão : r/brasilivre

Foto reproduzida do site r/brasilivre

Carlos Newton

Tudo na vida tem dois lados – o bom e o ruim. É preciso distinguir um do outro, sem ideologias e partidarismos de qualquer espécie. No caso das destrambelhadas decisões monocráticas do ministro Alexandre de Moraes, o fato concreto é que se trata de uma situação única, jamais vista em nenhum país minimamente desenvolvido, com uma sucessão de ordens judiciais que simplesmente destroem as regras basilares da democracia, algo inteiramente novo e aterrador no Brasil contemporâneo.

Tudo começou em 2019, quando a imprensa publicou que as mulheres dos ministros Dias Toffoli e Gilmar Mendes, respectivamente, Roberta Rangel e Guiomar Feitosa, ambas advogadas de muito prestígio, tinham sido apanhadas pela Receita Federal por inconsistências nas declarações de renda.

TOFFOLI REAGIU – Na época, Toffoli presidia o Supremo. Sua reação foi classificar a notícia como “fake news” e determinar ilegalmente que o ministro novato Alexandre de Moraes abrisse investigações para apurar os responsáveis pela difamação, sem pedir o parecer favorável da Procuradoria-Geral da República.

Foi assim, de forma ilegal, que surgiu o Inquérito das Fake News, que se eternizaria também irregularmente e foi apelidado de “Inquérito do Fim do Mundo” pelo então ministro Marco Aurélio Mello, porque “não vai acabar nunca”.

Sete anos depois, o inquérito continua ilegalmente aberto e acaba de servir para Moraes descumprir a Constituição, jogando no lixo a liberdade de imprensa e o sigilo da fonte, a pretexto de limpar a honra de um ministro que se julga no direito de usar carro blindado estadual para passear com a família no Maranhão, com motorista e combustível pagos com recursos públicos.  

OS DOIS LADOS – Assim, inicialmente deve ser  analisado o lado ruim da notícia, com o comportamento inadequado de Flávio Dino e a decisão ilegal de Moraes, que atua como um agente provocador, destinado a solapar a democracia, de modo a sepultar as próprias ilegalidades que comete, especialmente seu enriquecimento ilícito, e tem 129 milhões de motivos para agir assim, como diz o jornalista Mario Sabino.

O lado bom da notícia é que começa a se formar no Supremo um movimento contra Moraes, pois o atual presidente Edson Fachin enfim afirmou que o Inquérito do Fim do Mundo precisa ser extinto, enquanto a ministra Cármen Lúcia ssegurava que a maioria dos ministros derrotará Moraes na defesa da liberdade de imprensa e do sigilo da fonte.

Moraes vai discutir o assunto na Primeira Turma, onde tem dois votos – o dele e o de Flávio Dino, mas Cármen Lúcia é contra e o voto restante, de Cristiano Zanin, deve ser também contrário a Moraes, com empate de 2 a 2, que será decidido no Plenário, conforme Fachin já anunciou, e assim a liberdade de imprensa será restabelecida.

ÓTIMA NOTÍCIA – Para demonstrar que o império autoritário de Moraes está chegando ao fim, ele já começou a perder o apoio de Gilmar Mendes, que enfim demonstra entender que tudo tem limites. Na semana passada, o Plenário decidiu por 6 votos a 4 que o período de recolhimento domiciliar noturno e uso de tornozeleira eletrônica devem ser descontados da pena de condenados pelos atos de 8 de janeiro.

Votou contra Moraes o ministro Cristiano Zanin, que apresentou a divergência e foi seguindo por Edson Fachin, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Gilmar Mendes e André Mendonça.

Moraes só foi apoiado por Flávio Dino, Dias Toffoli e Nunes Marques, cujo voto ninguém entendeu, pois atpe agora ele sempre defendia a inocência dos réus do 8 de Janeiro.

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P.S. –
Essa decisão do Plenário representa um momento inédito de discordância do Plenário  quanto ao rigor das punições aplicadas aos réus do 8 de Janeiro. A seguir, o segundo capítulo será a confirmação da liberdade de imprensa e do sigilo da fonte, que marcará o início da derrocada de Alexandre de Moraes, que jamais deveria ter sido nomeado para o Supremo. (C.N.)


Jornal Grande Bahia

 

No Maranhão de Flávio Dino | Por Luiz Holanda

Que um ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) tem poder absoluta não há nenhuma dúvida. Basta ver as decisões do ministro Alexandre de Moraes para confirmar: são todas absolutas. No Maranhão, quem também tem poder absoluto é a sua maior figura: o ministro Flávio Dino. Além disso, num estado que deve se orgulhar do seu ministro (ele é maranhense), suas decisões sempre serão vistas como políticas, ou seja, com uma certa desconfiança, pois Dino, antes de ser ministro do STF, foi também político. Ocupou cargos eletivos no Poder Legislativo Federal e no Poder Executivo estadual e federal. Foi deputado federal após deixar a carreira de juiz (2007-2011), governador do Maranhão nos anos 2015/2022 e senador da República pelo mesmo estado em 2024, antes da abertura da vaga que hoje ocupa no Supremo.

É o primeiro senador a ser indicado ministro do STF. Sua experiência em cargos públicos inclui a presidência da Embratur (2011-2014), o Ministério da Justiça e Segurança Pública (2023-2024) e, atualmente, ministro de nossa Suprema Corte. Recentemente, e sob sua relatoria, retirou o sigilo de decisões em inquéritos da Polícia Federal (PF) que investigam um suposto esquema de corrupção, desvio de emendas parlamentares, obstrução de Justiça e homicídio envolvendo órgãos públicos e figuras políticas do estado. As apurações detalham a atuação de um ecossistema criminoso voltado ao desvio de recursos públicos federais. Dino tornou públicas três decisões centrais do inquérito para garantir transparência às investigações sobre o uso de emendas parlamentares ligadas a redes de empresas e a apurações de obstrução de Justiça que atingem esferas políticas locais.

A Polícia Federal apontou que recursos de emendas parlamentares teriam sido desviados para financiar companhias associadas a organizações criminosas. Também se investiga a interferência de agentes públicos para abafar apurações sobre um assassinato ocorrido em 2022 em São Luís. O caso gerou ampla repercussão nacional e debate político devido às implicações de autoridades com foro privilegiado e o histórico político do estado. A imprensa vem divulgando que, para proteger o ministro de algumas acusações feitas por um jornalista maranhense, seu colega, Alexandre de Moraes, vulnerou o sigilo do autor, Luís Pablo, no âmbito de uma investigação que apura suposta perseguição e monitoramento irregular de Dino e de seus familiares.

O jornalista publicou matérias revelando o uso de carros oficiais do Tribunal de Justiça do Maranhão pelo ministro e seus parentes. A PF apreendeu os equipamentos eletrônicos do repórter em março deste ano, que -segundo informações que precisam ser confirmadas-, continham elementos que identificaram e atingiram judicialmente as fontes das reportagens. O ex-secretário estadual Raimundo Cutrim e um advogado foram alvos de mandados de busca e apreensão sob a acusação de fornecerem dados sigilosos e o monitoramento dos veículos usados pelo ministro e seus familiares. O gabinete de Dino argumentou que havia um esquema de perseguição e risco real à segurança pessoal do ministro, justificando a medida.

Os críticos das decisões de Dino chamaram a atenção para o fato ele, quando era govenador do estado, ter sido citado em delações de executivos e ex-executivos da Odebrecht, como tendo supostamente pedido (na época ele era deputado federal) uma contribuição de R$ 400 mil para defender na Câmara um projeto de lei que beneficiaria a construtora, conforme depoimento do delator José de Carvalho Filho, ex-funcionário da Odebrecht. A Procuradoria Geral da República (PGR) pediu a abertura de inquérito para apurar o fato foi feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao ministro Edson Fachin, que, na época, era relator da Lava Jato. Fachin encaminhou o pedido ao Superior Tribunal da Justiça (STJ), que arquivou o caso por falta de provas.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, em certidão assinada pela Secretária-Executiva, também declarou que o então deputado Flávio Dino não apresentou parecer ou qualquer outra manifestação escrita sobre o Projeto de Lei nº 2.279, de 2007, no âmbito da CCJ, que era o projeto a que se referia o delator. Por aí ser ver que todo magistrado pode ser alvo de alguma acusação. Não é sem razão, pois, que o Código de Ética da Magistratura determina, em seu artigo 1º, que todo juiz tem o dever de agir segundo os princípios da independência, da imparcialidade, do conhecimento e capacitação, da cortesia, da transparência, do segredo profissional, da prudência, da diligência, da integridade profissional e pessoal, da dignidade, da honra e do decoro. Dino poderia ter evitado toda essa confusão com a simples decisão de não relatar casos que envolvam pessoas que são tratadas como seus adversários políticos.

*Luiz Holanda, advogado e professor universitário.

Sputnik

 

Por que as Ilhas Curilas são russas e isso incomoda o Japão? Analista explica (VÍDEOS)

O presidente russo, Vladimir Putin, no cruzador de mísseis Varyag, durante a fase final dos exercícios da Frota do Pacífico. - Sputnik Brasil, 1920, 17.08.2026
No âmbito histórico, Raquel dos Santos, professora de Relações Internacionais no Instituto de Estudos Estratégicos (Inest) da Universidade Federal Fluminense (UFF), em entrevista à Sputnik Brasil, frisa que o controle russo das Ilhas Curilas remete à Conferência de Yalta, realizada em 1945. O evento ocorreu antes mesmo da Conferência de São Francisco, em 1951, na qual Tóquio abdicou de seus direitos sobre o território.

"A soberania que a Rússia possui sobre essas ilhas tem a ver com um histórico que remonta lá na Segunda Guerra Mundial. Em fevereiro de 1945, na Conferência de Yalta, a gente teria ali um acordo que essas ilhas, a URSS passaria a deter a posse [após a vitória contra os japoneses]. Posteriormente, o Japão vai renunciar aos seus direitos sobre as Ilhas Curilas no de São Francisco de 1951", disse.

A pesquisadora ressalta que a Rússia administra essas ilhas desde 1945, quando ainda era uma república pertencente à União Soviética. Ela enfatiza que o território é russo, baseando-se também na composição da população local, de pouco mais de 20 mil habitantes, que é de origem russa.

"Sobre esse aspecto [de contestação territorial], essas ilhas são russas. Tem ali, enfim, uma economia, ocupação. Então, sim, as Ilhas Curilas são russas. A gente precisa pensar se território, se tem uma população e a gente chega e pergunta: qual é a sua nacionalidade? Se eu chegar agora em uma das ilhas Curilas e perguntar e [a resposta] é russa, a autodeterminação dos povos deveria ainda valer nesse sentido", comenta.

Viagem de trabalho do presidente Vladimir Putin à região de Sacalina - Sputnik Brasil, 1920, 13.08.2026
Panorama internacional
Vladimir Putin visita pessoalmente as Ilhas Curilas pela 1ª vez, visita causa comoção no Japão

Japão como 'posto' avançado do Ocidente na região

Outro ponto levantado pela pesquisadora é que o alinhamento do Japão ao chamado 'Ocidente coletivo', devido à sua proximidade com Washington e Bruxelas, pode ser utilizado por potências ocidentais como um instrumento para ampliar as pressões e a hostilidade contra a Rússia, usando o impasse das Ilhas Curilas como ponto de fricção.

"O Japão é um aliado estratégico dos EUA e coopera estreitamente com países ocidentais. Após o início da operação militar especial da Rússia em 2022 na Ucrânia, Tóquio adere às sanções impostas pelos países do G7. Então não é impossível que o Japão seja utilizado pelos aliados ocidentais em casos estratégicos, em situações estratégicas nesse sentido", destaca.

Neste contexto, a analista internacional avalia que Tóquio utiliza essa retórica política como um 'fato novo' para justificar o aumento de seus investimentos militares por parte do governo japonês perante a opinião pública japonesa.

"Pensar nessa ideia de criação de um fato novo nos remete a pensar como que o Japão, na verdade, apesar de não poder ter forças armadas, mas tem forças de autodefesa, vem equipando cada vez mais essas forças. Então, nesse sentido, pensar nesse rearmamento, na criação de questões nesse sentido com a Rússia, nos traz sim uma justificativa inclusive para o aumento desse orçamento militar no Japão", observa.

Um barco é visto acima da superfície na ilha de Iturup, no Extremo Oriente Russo, em 22 de agosto de 2011 - Sputnik Brasil, 1920, 13.08.2026
Panorama internacional
Rússia classifica como ofensivas alegações do Japão sobre visita de Putin às Ilhas Curilas

Arquipélago é estratégico e tem potencial energético

No panorama geográfico, Raquel dos Santos aponta que essas ilhas russas estão situadas em uma área estratégica do globo. Ela destaca que o arquipélago possui importantes reservas minerais, bem como um grande potencial energético a ser explorado.

"As Ilhas Curilas formam um arquipélago de cerca de quase 1.200 quilômetros de extensão entre a península de Kamchatka e a ilha japonesa de Hokkaido. E o território é composto por mais de 50 ilhas e centenas de ilhotas, que tem recursos pesqueiros, reservas minerais importante e potencial energético", conclui.

Na geopolítica contemporânea, além da dissuasão militar e do poderio econômico, as narrativas históricas são frequentemente utilizadas como ferramentas para influenciar a opinião pública e moldar projetos regionais. No caso das Ilhas Curilas, a região encontra-se sob administração efetiva da Rússia, enquanto o Japão mantém reivindicações sobre a soberania dos territórios ao sul do arquipélago como retórica política.

 

Lula expõe embaixadora do Brasil a virar ‘persona non grata’ nos EUA

Diplomata Maria Luiza Ribeiro Viotti (Foto>Jefferson Rudy/Ag. Senado)

Apesar de poder a qualquer momento chamar de volta para o Brasil a embaixadora que teve o visto “cancelado” nos Estados Unidos, Lula (PT) e seu governo decidiram manter Maria Luiza Viotti em Washington com só um propósito: a utilização eleitoral da situação e especialmente da eventual declaração de “persona non grata” e deportação da diplomata brasileira. As razões de Lula são meramente eleitorais, transformando o caso em mote de campanha. Experientes diplomatas ouvidos pela coluna que têm Viotti em alta conta, uma profissional exemplar, confirmam a suspeita: “só a eleição explica”.

Advertência dada

O governo do PT e o chanceler Mauro Vieira já foram advertidos que Viotti está mesmo sujeita a ser declarada “persona non grata” pelos EUA.

Não faltaram avisos

Lula foi avisado por semanas sobre o risco de retaliação do governo dos EUA pela demora em aprovar o embaixador americano para o Brasil.

Pura malvadeza

Com visto cancelado, Viotti já não é reconhecida como embaixadora do Brasil, na prática. Mas o Planalto ordenou sua permanência nos EUA.

Nem aí

Ao saber do possível agravamento da crise, Lula avisou que a análise sobre a aceitação do embaixador americano fica para depois da eleição.

presidente Lula (Foto: Reprodução/Band).

Lula ignora dados sobre Segurança e Educação

Ao tentar justificar a recusa do seu governo de priorizar o combate à criminalidade, Lula (PT) usou dados falsos para sustentar sua “tese”. Ele disse que enquanto um presidiário custaria em média R$35 mil a Estados como São Paulo, “um menino na universidade custa R$20 mil”. Mais uma vez, como se jacta sempre, Lula mentiu. O gasto médio do poder público com a população carcerária é de R$31.653 anuais por detento, enquanto o custo por aluno de universidade federal, bem maior, bate os R$52.533.

Custo por aluno

Lula deveria se interessar pelos dados do Ministério da Educação. Saberia que gasto médio com um universitário é de R$4.377 mensais.

Custo por detento

E saberia que a Secretaria Nacional de Políticas Penais, cujo titular ele nem conhece, aponta o custo médio dos presidiários: R$2.637 por mês.

Estados se viram

Lula não sabe que os Estados investem por aluno da Educação Básica, US$3.668. Perto da Argentina (US$ 3.679), longe da OCDE: US$ 11.914.

Poder sem Pudor

Política da vez

O governador Adhemar de Barros tinha uma maneira peculiar de lidar com a base política, em São Paulo. Certa vez ele recebeu um correligionário do PSP que insistia em ser candidato a prefeito no interior, mas Adhemar já havia feito a sua escolha. Ao receber o homem, perguntou, malandro: “Como vai a sua campanha para vereador?”. O homem não ‘captou’ a mensagem e lembrou que queria mesmo era ser candidato a prefeito. Adhemar o despachou assim: “No futuro você pode ser candidato a prefeito. Mas em política tem uma coisa que se chama vez. E esta não é a sua. Passe bem”.

A hora dele vai chegar

As mensagens de Lulinha mandando a lobista Roberta Luchsinger “emitir NF” contra o empresário que fatura R$80 milhões com o governo Lula, seu pai, deu a sensação de que a Polícia Federal está no caminho certo.

Paraíso como destino

A troca de mensagens entre o filho de Lula e a lobista revela mais que um plano secreto: “Nosso nível tá outro. Nosso futuro é a Suíça”, disse ela a Lulinha. Resta à PF procurar eventual conta numerada da dupla.

Confusão e gritaria

Esquentou a chapa na caminhada de Marina Silva (Rede), que tenta se eleger senadora por São Paulo. A candidata ouviu impropérios de um homem que ainda perguntou se ela voltava para a cena do crime.

Brasil enfermo

Coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), o senador Rogério Marinho avalia que o a gestão Lula quebrou o país para sustentar um projeto de poder, “O PT virou a doença fiscal do Brasil”.

Frase do dia------“Gasta, taxa, endivida e empobrece o povo”

Rogério Marinho (PL-RN) sobre Lula “sem freio” desde que reassumiu a Presidência

Cara fechada

Lula concordou posar ao lado do senador Humberto Costa (PE), um dos petistas mais leais a seu governo. Mas, ao contrário de fotos semelhantes, sempre com direito a largo sorriso, Lula fechou a cara.

Tempo fechado

Flávio Bolsonaro (PL) explicou o motivo do cancelamento da agenda em Juiz de Fora (MG), onde o pai sofreu atentado. O mau tempo inviabilizou a ida. O voo do candidato nem mesmo foi autorizado a decolar.

Quase um vestibular

Pouco menos de 1,4 mil pessoas registraram candidatura para deputado estadual em São Paulo, para disputar as 94 cadeiras na Assembleia Legislativa do Estado. São quase 15 candidatos por vaga no estado.

Disputadíssimo

A disputa pelas 70 cadeiras de São Paulo na Câmara dos Deputados é ainda mais disputada: foram registradas 1.096 candidaturas, o que significa 15,7 candidatos por vaga de deputado federal no Estado.

Pensando bem...

...existe patrimônio de candidato com pinta de orçamento municipal.