quinta-feira, 5 de março de 2026

 

Imprensa livre está derrotando a amestrada e vai passar o Brasil a limpo

Charge do Fabiano Silva (Arquivo Google)

Carlos Newton

A humanidade vive um momento muito especial, que mostra uma mudança importante na sociedade contemporânea, que se destina a garantir um futuro melhor para as próximas gerações. A alteração que se processa à nossa frente é a ascensão de uma imprensa livre e independente de pressões internacionais, que enfrenta os três Poderes e defende os interesses da nação.

O exemplo do Brasil é bastante elucidativo, porque a mesma realidade está se impondo pelo resto do mundo, em todos os países onde os governos governamentais não conseguem mais dominar e censurar o que sai publicado na internet.

54 DITADURAS – Assim, com exceção de nações totalitárias, como China, Rússia, Irã, Arábia Saudita, Afeganistão, Síria, Nicarágua, Chade, República Centro-Africana, Congo, Cuba, Nicarágua, Coreia do Sul e outros 41 países tirânicos, no resto do mundo já se colocou a derrocada da imprensa amestrada, aquela que é obrigada a obedecer ao dono do veículo de comunicação, que por sua vez se submete ao governo ditatorial.

Aqui no Brasil e em muitos países que têm governos democráticos, com eleições livres, avanço da internet e criação de redes sociais e dos portais, os donos dos órgãos da grande imprensa não fornecem mais controle anteriormente o que saí publicado.

É óbvio que os empresários insistem em dar orientação de apoio aos governos, devido às palavras oficiais de publicidade, sem as quais fica cada vez mais difícil e caro manter um jornal, uma revista de informação ou um portal. Mas a pressão deles não funciona mais.

IMPRENSA LIVRE – Na ânsia de publicar as informações em tempo real, os jornalistas acabam driblando essas orientações patronais, que somente continuam a ser obedecidas nas televisões, nos jornais impressos e nas revistas. 

Na prática, passou a existir uma enorme diferença entre o que sai no Jornal Nacional da TV Globo e o que é efetivamente divulgado no portal de O Globo, que também tem muito mais liberdade do que o jornal O Globo. É por isso que no Brasil e nos demais países democráticos, a grande imprensa digital, ao funcionar com liberdade, não poupa a corrupção nos três Poderes.

Neste cenário, os comentaristas da GloboNews ficam desesperados, porque sofrem fortes pressões para não criticar isso ou aquilo, enquanto os jornalistas do portal O Globo têm ampla liberdade, como se vê no caso Master.

ESTAMOS EM FESTA – Essa constatação faz com que os jornalistas estejam em festa, orgulhosos dos serviços que estão prestando à sociedade, ao atuar em prol do  interesse público, ao invés de defender os interesses dos empresários da comunicação e dos governantes que os mantém.

Fica claro que não é apenas a “Tribuna da Internet”  que realmente funciona sob o signo da liberdade. Os portais da grande imprensa mostram que também estão empenhados nessa luta.

Por isso, voltamos a agradecer a confiança e o apoio que nos permitem atuar com independência, sem depender dos cofres públicos. De início, vamos divulgar contribuições feitas em fevereiro no banco Itaú:

DIA   OPERAÇÃO             VALOR
02       PIX PAULO R………….100,00
02       PIX JOSE FR……………150,00
03       TED JOSE APJ…………353,02
27        TED ROBERSD……….200,00

Agora, os depósitos na Caixa Econômica Federal:

05       DEP DIN LOTERIC…..200,00
13        DEP DIN LOTERIC…..200,00
20       DEP DIN LOTERIC……100,00
24       DEP DIN LOTERIC…..200,00

Agradecendo muito as contribuições que nos permitem manter esse espaço, vamos em frente, sempre juntos, em defesa dos interesses coletivos.

 

Mendonça também quebrou sigilos da amiga de Lulinha

CPMI do INSS tenta obter os dados de Roberta Luchsinger, empresária vista como o elo entre o filho de Lula e o Careca do INSS

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Redação O Antagonista
3 minutos de leitura05.03.2026 07:33comentários 0
Mendonça também quebrou sigilos da amiga de Lulinha
Foto: reprodução

Apesar da decisão do colega Flávio Dino, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou, em janeiro, a quebra de sigilo da empresária Roberta Luchsinger (foto), amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, conforme registrado pelo Poder 360.

Lobista conhecida em Brasília, ela é apontada como o ponto de ligação entre o empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, e o filho do presidente Lula (PT).

Roberta Luchsinger foi alvo de busca e apreensão em uma fase da Operação Sem Desconto, deflagrada em dezembro.

As investigações apontam que ela recebeu cinco pagamentos de 300 mil reais, totalizando 1,5 milhão de reais, por ordem do Careca do INSS.

Registros obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação indicam que Roberta esteve no Palácio do Planalto em 17 de abril, às 17h30, e 18 de abril de 2024, às 12h30.

No mesmo ano, Lulinha registrou entradas em 17 e 31 de janeiro e em 7 de março. A Presidência informou que não é possível identificar com quem eles se reuniram, pois não há registro do visitante pretendido ou do motivo da visita.

Leia mais: Amiga de Lulinha esteve duas vezes no Planalto em 2024

A decisão de Flávio Dino

A CPMI do INSS aprovou na semana passada a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Roberta Luchsinger.

Flávio Dino, no entanto, suspendeu a decisão após a empresária alegar que a medida foi tomada sem observar as regras legais e constitucionais que exigem fundamentação prévia, concreta e individualizada.

“Tenho ciência de que o artigo 300 do Regimento Interno do Senado contém a previsão de deliberação ’em globo’ quanto à votação dos projetos de lei. Contudo, tal dispositivo não guarda pertinência com a votação de requerimentos de natureza investigativa sobre quebra de garantias constitucionais, derivados de poderes e deveres próprios das autoridades judiciais”, afirma Dino, em sua decisão.

“Não se cuida de uma controvérsia regimental, e sim constitucional, não sendo cabível o afastamento de direitos constitucionais ‘no atacado’, com votação ’em globo’, sem análise fundamentada de cada caso, regular debate e deliberação motivada. Portanto, tenho por presente a plausibilidade do direito invocado pela impetrante”.

Da mesma forma, diz o ministro, mostra-se presente o perigo de dano ao direito à intimidade da impetrante se quebrado o sigilo bancário e fiscal sem a devida fundamentação da autoridade competente”“Neste ponto, vejo pertinente suspender o ato até que a CMPI – se entender cabível – proceda à nova deliberação conforme acima enunciado”.

Leia também: Flávio Dino ‘abre uma avenida’ para blindar Lulinha da CPMI do INSS

Quebra do sigilo de Lulinha

A CPMI aprovou na quinta, 26, a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha.

A sessão foi marcada por confusão e questionamentos dos lulistas, que tentam blindar o presidente e seu filho.

O ministro André Mendonça, no entanto, já havia autorizado a quebra dos sigilos bancários do filho de Lula em janeiro deste ano.

Jornal da Cidade

 

AO VIVO: Arquivo vivo do caso Master morre misteriosamente e levanta suspeita de "queima de arquivo" (veja o vídeo)

A morte do homem apontado como Sicário no caso envolvendo o Banco Master adicionou um novo capítulo de tensão e mistério a uma investigação que já vinha cercada de suspeitas. Segundo informações divulgadas nas últimas horas, ele teria tirado a própria vida, circunstância que imediatamente provocou questionamentos sobre o que realmente aconteceu.Matsori

O indivíduo era considerado uma peça importante dentro do quebra-cabeça investigativo. Pessoas ligadas à apuração afirmam que ele poderia ajudar a esclarecer conexões, intermediários e possíveis mandantes relacionados ao caso. Por isso, sua morte repentina levanta uma pergunta inevitável: ele seria um “arquivo vivo” da investigação?Na linguagem policial, o termo “arquivo vivo” costuma ser usado para descrever alguém que possui conhecimento direto de fatos, contatos e bastidores de uma operação criminosa. Em outras palavras, alguém capaz de revelar detalhes que não estão nos documentos oficiais nem nas provas já coletadas.

Se esse era o papel do sicário morto hoje, a consequência é imediata: uma possível linha de informação desaparece junto com ele.

Investigadores ainda analisam as circunstâncias da morte para confirmar se realmente se tratou de suicídio. Em casos sensíveis, é comum que perícias avaliem elementos como mensagens recentes, movimentações financeiras, histórico de contatos e o local exato onde ocorreu o fato. Esses dados ajudam a determinar se houve ação individual ou se existem outros elementos envolvidos.

Especialistas em segurança pública lembram que mortes de personagens centrais em investigações costumam gerar especulações justamente porque podem interromper caminhos importantes da apuração. Quando alguém que poderia colaborar deixa de existir, parte das respostas pode se perder para sempre.

No caso do Banco Master, a pergunta que passa a circular entre analistas e observadores é simples e direta: a morte do Sicário foi apenas um ato individual ou pode representar o desaparecimento de um “arquivo vivo” que sabia demais?

Por enquanto, as autoridades ainda não apresentaram conclusões definitivas. A investigação segue em andamento, e novas informações devem surgir nos próximos dias à medida que os laudos periciais forem finalizados e os investigadores aprofundarem a análise do caso.LegFix

Até lá, o episódio reforça o clima de mistério que envolve o caso e mantém aberta uma questão que dificilmente deixará de ser feita: a morte encerrou uma história ou eliminou uma peça-chave que poderia revelar muito mais?

Veja o vídeo: