segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

 

Por Redação g1

 

A Guarda Revolucionária do Irã iniciou novos exercícios militares no Estreito de Ormuz nesta segunda-feira (16), segundo a agência de notícias iraniana Tasnim, na véspera da retomada das negociações nucleares com os Estados UnidosA Marinha da Guarda Revolucionária iraniana afirmou em comunicado que os exercícios no Estreito de Ormuz têm como objetivo testar a prontidão diante de "possíveis ameaças de segurança e militares", segundo a Tasnim.

Os EUA e o Irã estão em negociações para limitar o programa nuclear iraniano em meio a uma escalada de tensões e militar protagonizada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, que ameaça atacar o país do Oriente Médio caso as negociações fracassem. Negociadores dos dois países vão se encontrar em Genebra, na Suíça, na terça-feira (17) para retomar as tratativas.

Esta é a segunda vez que a Guarda Revolucionária Islâmica, braço militar mais forte do regime Khamenei, realiza exercícios militares no Estreito de Ormuz na atual escalada de tensões com os EUA. Exercícios militares no estreito tendem a escalar ainda mais as tensões porque a região é considerada sensível por conta dos 30% do volume mundial de petróleo que passam por ali.

Veja os vídeos que estão em alta no g1

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De fato, exercícios anteriores da Guarda Revolucionária iraniana, realizados entre o final de janeiro e início de fevereiro, escalaram ainda mais as tensões com os EUA, que mantém dezenas de navios de guerra posicionados na região para um eventual ataque ao Irã. Os militares iranianos testaram a reação norte-americana em dois incidentes separados:

  • em um deles, um drone Shahed-139 foi abatido próximo ao porta-aviões USS Abraham Lincoln;
  • em outro, dois barcos iranianos tentaram interceptar um petroleiro dos EUA, mas foram repelidos.

Negociações EUA-Irã

A primeira rodada de negociações entre os EUA e do Irã ocorreu no Omã no dia 6 de fevereiro. O chanceler iraniano, Abbas Araqchi, disse que o encontro teve uma "atmosfera muito positiva". Agora, negociadores dos dois países se reúnem novamente nesta terça-feira.

No entanto, as posições dos EUA e do Irã ainda possuem grandes diferenças: enquanto Washington exige de Teerã extinguir os programas nuclear e de mísseis e parar de apoiar grupos armados da região, o regime Khamenei afirma que negociará apenas seu programa nuclear.

 

Direita paulista prevê disputa dividida ao Senado com possível candidatura de Haddad

Dirigentes da direita preveem eleição legislativa “dividida”

Vinícius Murad
CNN

A possibilidade de Fernando Haddad (PT) sair candidato ao Senado em São Paulo nas eleições de 2026 repercute entre dirigentes de partidos da centro-direita paulista. Segundo dirigentes que compõem a coalizão que apoia Tarcísio de Freitas (Republicanos) na disputa pela reeleição ao governo estadual, a tendência é que a eleição seja dividida. O plano do grupo é eleger dois nomes ao Senado neste ano, uma vez que, em 2026, serão duas cadeiras em disputa.

Fontes revelaram à CNN Brasil que o otimismo sobre eleger dois candidatos do grupo “enfraqueceu”. A leitura é pragmática e baseada em pesquisas internas. O nome de Haddad pode performar de forma significativa na região metropolitana da capital, elegendo o ministro da Fazenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e deixando apenas uma cadeira para a direita.

FORA DO JOGO – A chapa da centro-direita deve ter Guilherme Derrite (PP), ex-secretário de Segurança Pública e deputado federal, ao lado de um nome decidido pelo PL. O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL), apontado como postulante na disputa, não tende a ser o escolhido, visto que está morando nos Estados Unidos depois de perder o mandato na Câmara. Ele defende o deputado estadual Gil Diniz (PL) como candidato.

Há meses existe um acordo verbal de que os nomes ao Senado seriam Derrite e alguém a ser escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No entanto, a insistência de Valdemar Costa Neto, presidente do PL, por indicar o companheiro de chapa de Tarcísio pode mudar o cenário. A cadeira de vice, que hoje está com o PSD de Gilberto Kassab, ao ir eventualmente para o PL, poderia abrir espaço para que a “segunda candidatura” ao senado vá para o PSD.

Lula ataca a Polícia Federal, porque o celular complica o Planalto e o PT

Photo by Beto Dorigatti (@betodorigatti) · February 1, 2026

Charge do Beto Dorigatti (@betodorigatti)

Carlos Newton

Do alto de sua arrogância de fraudador bilionário, o estelionatário Daniel Vorcaro usou a fortuna que o pai amealhou em Minas Gerais e criou um grupo financeiro na base da multiplicação da lavagem de dinheiro. Assim, um mesmo investimento podia ser replicado diversas vezes, sem levantar suspeitas no Banco Central e na Comissão de Valores Mobiliários.

A principal isca para atrair rentistas foi o oferecimento de juros abusivos em CDBs (Certificados de Depósitos Bancários), que têm aval do Fundo Garantidor de Crédito), circunstância que tranquiliza o aplicador.  

SEGURANÇA MÁXIMA – Tudo ia bem e parecia ser um crime perfeito, possibilitando que Vorcaro passasse a usar parte dos lucros para investir no suborno de destacadas autoridades da República.

A obsessão do estelionatário era operar em segurança máxima, e assim conseguiu se infiltrar no Supremo, no Planalto e no Congresso. Mas o crime perfeito não existia e os CDBs começaram a vencer, levando Vorcaro a procurar o governador Ibaneis Rocha, para fazer o Banco Regional de Brasília comprar o Master.

Apesar da intervenção do Banco Central e da liquidação extrajudicial do Master, Vorcaro ainda se achava seguro, devido ao enorme rol de autoridades e políticos que subornou.

MALDITO CELULAR – O banqueiro tinha total confiança no caríssimo celular que usava, tido como o mais seguro do mundo, sem possibilidade de sofrer devassa. Realmente deu muito trabalho, mas os peritos da Polícia Federal têm ligação com empresas israelenses criadas por especialistas do serviço secreto Mossad, que derrubam qualquer criptografia.

Deriva daí a irritação do presidente Lula da Silva com o método usado pela PF contra Toffoli no caso Master. O celular de Vorcaro cita ligações com dirigentes petistas e ministro ligados ao Planalto, como Rui Costa, Dias Toffoli. Alexandre Moraes, Ricardo Lewandowski, Guido Mantega, Jaques Wagner e outros mais.

Lula partiu para o ataque criticando a PF por ter investigado Toffoli sem autorização do Supremo. Disse que o assunto deveria ter sido conduzido pela PF de forma institucional, por meio do Ministério da Justiça, a quem a PF é subordinada.

CRÍTICAS À PF – A notícia distribuída à imprensa amestrada diz que Lula criticou a PF por ter cruzado informações, ao invés de fazer um relatório apenas informativo sobre o conteúdo encontrado no celular.

Lula acrescentou que o diretor Andrei Rodrigues deveria ter primeiro submetido o material à Procuradoria-Geral da República, e não ter levado o relatório diretamente ao STF.

Não é preciso ter mais de dois neurônios para perceber que a Polícia Federal não confia no procurador-geral Paulo Gonet, que obedece Lula cegamente e é amigo e ex-sócio de Gilmar Mendes.

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P.S. 
– Agora, “acabou chorare”, como dizia Bebel Gilberto, aos seis anos, quando os pais moravam no México e ela misturava português e espanhol. Lula pode chorar a vontade, bancar escola de samba para homenageá-lo, mandar a Janja rebolar na avenida, tudo isso será em vão.  O Carnaval acaba logo e a CPI do Crime Organizado vai começar a convocar os suspeitos do caso Master. O tempo não para e conspira contra essa gente que é viciada em desviar dinheiro público, conforme confessou Sérgio Cabral, antes de ser solto para desfrutar o que sobrou do enriquecimento ilícito(C.N.)

Sputnik

 

Mídia revela o custo das operações dos EUA no mar do Caribe para Washington

As operações dos EUA no Caribe custaram à administração do presidente Donald Trump cerca de três bilhões de dólares, segundo relata a Bloomberg.
De acordo com um gráfico fornecido pela agência, o custo de todas as operações de Trump no Caribe está se aproximando dos US$ 3 bilhões, atingindo US$ 2,9 bilhões (R$ 15,1 bilhões). A contagem dos gastos com a operação começa no final de agosto, quando os Estados Unidos começaram a incrementar seu agrupamento militar na região.
Segundo escreve a Bloomberg, os custos das operações na região excederão o orçamento alocado em cerca de 10% em 2026.

Destaca-se ainda que, no auge das operações, os Estados Unidos usaram no Caribe 20% de sua frota de superfície. Durante aproximadamente dois meses, de novembro a janeiro, as despesas com as operações navais ficaram acima de US$ 20 milhões por dia.

Destróier da Marinha dos EUA USS Pinckney - Sputnik Brasil, 1920, 12.02.2026
Panorama internacional
Dois navios de guerra norte-americanos colidem no Caribe e deixam 2 feridos, informa mídia
Os EUA justificam sua presença militar na região do Caribe com o combate ao tráfico de drogas. Eles usaram repetidamente suas Forças Armadas para destruir, perto da costa da Venezuela, barcos que supostamente transportavam drogas.