quarta-feira, 7 de outubro de 2026

 

Vitória preliminar de Flávio alivia “insatisfação militar” com o conluio de Lula e STF

BELA, RECATADA E ENVERGONHADA" SOBRE A CHARGE ACIMA RESPONDA: O SIGNIFICADO DA PALAVRA DEMOCRACIA ESTÁ - brainly.com.br

Charge do Duke (|Arquivo Google)

Carlos Newton

Desde a proclamação da República, jamais houve crise tão grave entre os três Poderes. A democracia sempre foi instável, as sublevações se sucediam, porém nenhuma delas envolvia, ao mesmo tempo, um identificável e inquestionável conluio entre integrantes de Executivo, Legislativo e Judiciário, conforme se verifica agora.

A partir da Guerra de Canudos (1896-1897), os episódios de contestações a sucessivos governos constitucionais foram se repetindo. O Brasi é um país de golpistas.

UM FESTIVAL – De lá para cá, houve as Revoltas da Vacina (1904) e da Chibata (1910), a Guerra do Contestado (1912-1916), os 18 do Forte (1922), a Revolução Paulista e a Comuna de Manaus (1924), a Coluna Prestes (1925-27), a Revolução de Vargas (1930), a Revolução Constitucionalista (1932), o 11 de Novembro (1955), as Revoltas de Jacareacanga (1956) e Aragarças (1959), a Revolução Militar (1964), a Guerrilha do Araguaia (1970) e o 8 de Janeiro (2023).

Nenhum desses acontecimentos do passado tem semelhança à atual conspiração entre o presidente Lula da Silva e membros do Supremo Tribunal Federal, onde a bancada de sustentação do governo é integrada pelos ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Flávio Dino e Cristiano Zanin, com apoio ocasional de Nunes Marques, e essa velada insurreição conta também com entusiástico apoio dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara, Hugo Motta.

O mais incrível nisso tudo é que os atuais detentores do poder pensavam (ou julgavam) que ninguém perceberia que se trata de um conluio, que é um dos apelidos ou codinomes do velho golpe de Estado, que parece ser um vício das elites brasileiras.

A IMPRENSA REAGE – Em função dos posicionamentos ostensivos de ministros do Supremo e do Tribunal Superior Eleitoral a favor da candidatura de Lula, na semana passada a grande imprensa começou a despertar para essa iniciativa de conluio entre os três Poderes, que somente vinha sendo denunciada dessa forma aqui na Tribuna da Internet e na Gazeta do Povo, em Curitiba.

Agora, não estamos mais sozinhos. Estadão, Folha, Zero Hora, Veja e outros importantes veículos de informação passaram a denunciar esse golpe branco que o presidente Lula da Silva tenta perpetrar contra a democracia, em conluio com o Judiciário e do Legislativo, numa conspiração que inquieta as Forças Armadas brasileiras e começa a despertar atenção no exterior.

A revista Veja, através dos jornalistas Robson Bonin e Cláudio Dantas, já identificou a insatisfação militar com relação ao golpe em curso para reeleger Lula. É evidente que as Forças Armadas estão reavaliando seu apoio a Lula e a um Supremo que colocou na cadeia um grupo de generais de quatro estrelas e agora quer tomar suas patentes e as pensões de suas mulheres, a pretexto de um golpe de estado que foi planejado, mas não chegou a acontecer.

Lula da Silva, Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Flávio Dino, Davi Alcolumbre, Hugo Motta e outros integrantes da conspiração pensam (?) que as Forças Armadas permanecerão inertes diante da preparação desse golpe branco, que era para não ser notado, mas cada vez está mais evidente, em meio à podridão reinante na política.

Lula: "Enquanto eu for presidente, ninguém vai avacalhar com Nossa Senhora" | CNN Brasil

Lula usou a imagem da Santa para atrair votos católicos

###
P.S.
– Vamos agora ao segundo turno que vai consagrar ou não esse conluio contra a democracia brasileira. Se fosse versado em ciências ocultas, Lula saberia que está agora em seu inferno astral, pois completa 81 anos no próximo dia 27, antes da votação definitiva. Se continuar se baseando em fake news nessa disputa eleitoral, fazendo o diabo para se eleger e usando a imagem de uma Santa que pouco lhe importa, pode acreditar que seu inferno não será somente astral, porém definitivo

sputnik

 

Irã deve frear enriquecimento de urânio de forma 'significativa' para acabar com a guerra, diz Vance

J.D. Vance discursa durante reunião na Casa Branca, em Washington DC. EUA, 27 de março de 2026 - Sputnik Brasil, 1920, 07.10.2026
Em declaração dada na terça-feira (6), J.D. Vance, vice-presidente dos EUA, afirmou que o Irã precisa reduzir significativamente sua capacidade de enriquecimento de urânio para atender às exigências norte-americanas e pôr fim ao conflito.
"Acho que, se eles querem demonstrar um compromisso em não construir uma arma nuclear, deveriam fazer algo significativo em relação à sua capacidade de enriquecimento", disse em entrevista à Reuters.
O governo Trump havia exigido anteriormente que o Irã interrompesse completamente o enriquecimento de urânio.
Corpo de Guardiães da Revolução Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) do Irã, a unidade de elite das Forças Armadas iranianas - Sputnik Brasil, 1920, 26.09.2026
Panorama internacional
'Teerã não permitirá que EUA sejam potência na nova ordem mundial', diz porta-voz das Forças Armadas do Irã
Entretanto, na terça-feira (6), o líder norte-americano afirmou que Washington precisa concluir o que começou no Irã de qualquer maneira.
Em 28 de fevereiro, os Estados Unidos e Israel começaram a atacar alvos no Irã, ao que o Irã respondeu com seus próprios ataques. Em meados de junho, Teerã e Washington assinaram um memorando para cessar as hostilidades, mas logo depois voltaram a trocar ataques. Atualmente, o conflito permanece sem solução.

 

Lulistas do STF afirmam nos bastidores que não ‘aceitam’ indulto para Bolsonaro

Ex-presidente Jair Bolsonaro. (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil).

Flávio Bolsonaro (PL) talvez tenha de esperar o impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) para devolver o próprio pai à liberdade. Ministros “lulistas” apostam no enfrentamento. Eles juram a interlocutores que se Flávio for eleito e indultar Jair Bolsonaro, isso seria rejeitado pela Corte. A alegação é a “jurisprudência”: o STF anulou o perdão a Daniel Silveira, apesar de a Constituição conferir ao presidente a prerrogativa de concedê-lo, e reiterou isso no caso do 8 de Janeiro.

Zero acordo

A disposição de afrontar o eventual presidente Flávio Bolsonaro desfaz a impressão de tentativa de “acordão político” que circulou ontem.

Raiva no coração

Ao ameaçarem eventual indulto ou graça presidencial a Bolsonaro, os lulistas do STF sobem nas tamancas, excitados, relata uma das fontes.

Já foi dito

Quando não se ousava contestar Alexandre de Moraes, outros ministros que achavam imperdoáveis supostos crimes do 8/Jan mudaram de ideia.

No passado

Para Moraes não há anistia em “crime contra o Estado Democrático de Direito”, mas ministros já avaliam que essa acusação não se sustenta.

Urna eletrônica | Foto: Divulgação / Senado Federal

Candidatos gastam entre R$0,01 e R$63,70 por voto

Pelos números divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até agora, é possível desenhar um raio-x de quanto “custou” cada voto que os candidatos receberam. Quanto mais nanico, maior o gasto pelo voto de meia dúzia de eleitores. O voto mais caro é o recebido pelo veterinário Wilson Grassi (Democrata), que precisou torrar R$63,70 em cada um dos 16.881 votos. Na outra ponta está Rui Costa Pimenta (PCO), com um custo de voto de pouco mais de R$0,01 por cada um dos 15.024 votos.

Centavos

Outro voto na lista dos menos custosos é de Augusto Cury (Avante), R$0,15. Depois, os votos de Renan Santos (Missão), R$0,48.

Lula x Flávio

O custo unitário do voto em Flávio Bolsonaro (PL) e Edmilson Costa (PCB) é o mesmo: R$1,17. Lula (PT) na sequência, com R$1,21.

Subindo a régua

Cada voto em Samara (UP) custou R$5,30 à campanha. Em Ronaldo Caiado (PSD), R$8,44. Para Romeu Zema (Novo), R$16,26.

Poder sem Pudor

Santiago, o mendigo

O célebre Santiago Dantas era candidato ao governo mineiro e, como tal, ganhou a estrada. Segundo a lenda, era uma presepada: no banco da frente do carro, o motorista fardado, usando quepe, e, ao lado, Hugo Coelho, especialista em Minas Gerais. No banco de trás, Santiago vestia sua roupa tipo safári, usando luvas e máscara contra poeira. Quando o carro se aproximava de alguma cidade, Coelho avisava: “Povo à vista!”. Ele se livrava da máscara e das luvas, colocava os óculos, abria o sorriso e acenava aos pobres diabos, mendigando votos.

Não é bem assim

Certamente foram gestos pós-eleitorais, mas juristas acham quase cosméticas as decisões de Alexandre de Moraes sobre Débora do Batom, reduzindo em duzentos dias a pena cruel e desproporcional de 14 anos, e sobre jornalistas exilados, que continuam na mira do ministro.

Estertores

Davi Alcolumbre (União-P) está desnorteado com humilhante derrota do seu candidato ao governo do Amapá. A espetacular vitória de Dr. Furlan (PSD) fez cair a ficha: ele vive os últimos dias de presidente do Senado.

PT quer trocar o povo

O líder do Partido da Causa Operária (PCO), Rui Pimenta, foi certeiro ao analisar a avaliação petista sobre a derrota de Lula, no primeiro turno: “Balanço eleitoral do PT é de que é preciso trocar o povo”.

É Flávio

O apoio de Michel Temer a Flávio Bolsonaro (PL) veio antes mesmo da definição do MDB. O ex-presidente não esperou o partido deliberar e já declarou que estaria ao lado do senador na disputa pela Presidência.

Frase do dia====“O Supremo precisa deixar de ser uma delegacia de polícia”

Rogério Marinho (PL-RN), sobre o STF constranger parlamentares pró-impeachment

Bronze em casa

Bem avaliado em Goiás, o ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) ficou em terceiro entre eleitores goianos, atrás de Flávio Bolsonaro (PL), com 53,6%, até Lula, 31,06%. Caiado somou 12,33%.

Palavra do TSE

O TSE apelou para diversas postagens nas redes sociais para explicar que não houve fraude na pausa na divulgação dos resultados que espantou a todos. “Não tem relação com o processo de totalização”, diz.

Novos amigos...

Apesar do apoio declarado e mãos dadas no palanque no Goiás, apoiadores de Flávio Bolsonaro (PL) não esquecem das postagens do perfil de Ronaldo Caiado, nos dias antes da eleição, chamando o candidato do PL de mentiroso, com imagem do senador como pinóquio.

Espeto de pau

Romeu Zema (Novo) perdeu em casa. O ex-governador de Minas Gerais terminou em sexto no estado, com 0,82% dos votos. Perdeu para Flávio Bolsonaro (PL), 48,24%; Lula (PT), 43,33%; Augusto Cury (Avante), 3,42%, Renan Santos (Missão), 2,06%; e Ronaldo Caiado (PSD), 1,92%.

Pensando bem...

...pior do que custo por voto é o custo por candidato.