Blog de Luiz Holanda

sábado, 14 de março de 2026

 

Coronel americano: devido aos fracassos dos EUA, está aumentando risco de uso de arma nuclear no Irã

06:45 14.03.2026
Nesta foto divulgada pelo site oficial do Exército iraniano, helicópteros chegam à costa em um exercício anual na área costeira do golfo de Omã e perto do estratégico estreito de Ormuz, 30 de dezembro de 2022 - Sputnik Brasil, 1920, 14.03.2026
© AP Photo
Os EUA estão em sérios problemas devido à impossibilidade de desbloquear o estreito de Ormuz, o que aumenta os riscos do uso de armas nucleares contra o Irã, declarou o tenente-coronel aposentado do Exército dos EUA, Daniel Davis, em canal no YouTube.
"Estamos presos. Estamos em uma situação ruim. Não há saída óbvia. Estamos com problemas reais, porque mesmo que Trump e Israel continuem a lançar bombas e mísseis, isso não ajudará a abrir o estreito", reconheceu Davis.
De acordo com os militares, a relutância do Irã em aceitar as ameaças do presidente dos Estados Unidos ameaça escalar o conflito para níveis nucleares.

"O presidente Trump sucumbirá à tentação de dizer: 'Talvez chegou a hora de uma pequena bomba nuclear?' [...] Trump não tem paciência. Ele gosta de coisas rápidas e fáceis, e quando isso não acontece, ele ameaça imediatamente. Ele imediatamente disse ao Irã: 'Vocês não podem escolher seu líder supremo, eu o escolherei.' [...] e eles apenas bocejaram. Ele deu a eles um golpe sem precedentes, mas eles bocejaram de novo. E agora Trump está chateado, não estando acostumado que lhe digam 'não'. Ele não está acostumado que as pessoas o enfrentem", observa Davis.

No dia 28 de fevereiro, os Estados Unidos e Israel começaram a atacar alvos no Irã, incluindo Teerã. O Irã está retaliando contra o território israelense e contra as instalações militares dos EUA no Oriente Médio.
Grupo liderado pelo porta-aviões Dwight D. Eisenhower dos EUA chegando ao Oriente Médio em 4 de novembro de 2023 - Sputnik Brasil, 1920, 10.03.2026
Panorama internacional
EUA sofrem derrota estratégica humilhante no Irã, avalia especialista militar
10 de março, 12:30
Com a escalada do conflito, o transporte marítimo pelo estreito de Ormuz, importante rota de abastecimento de petróleo e GNL dos países do golfo Pérsico, quase parou.
Em sua primeira mensagem, o novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, afirmou que Teerã deve continuar bloqueando o estreito de Ormuz, pois isso é uma alavanca no conflito no Oriente Médio com os Estados Unidos e Israel.
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Panorama internacional
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Estreito de Ormuz é considerado perigoso demais para a frota dos EUA, diz mídia

12:50 11.03.2026 (atualizado: 13:08 11.03.2026)
 - Sputnik Brasil, 1920, 11.03.2026
© Foto
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Desde o início do conflito contra o Irã, a Marinha dos EUA tem rejeitado quase diariamente pedidos de representantes da indústria naval para fornecer escolta militar a embarcações civis no estreito de Ormuz, informa a mídia britânica, citando fontes.

"A Marinha dos EUA está rejeitando quase diariamente pedidos do setor marítimo para escoltar navios pelo estreito de Ormuz, observando que o perigo de ataques permanece muito alto", destaca a agência Reuters na noite de terça-feira (10).

Uma das fontes indicou que a avaliação da Marinha norte-americana, apresentada em uma reunião no dia anterior, não mudou: a situação só poderia ser modificada se o nível de ameaça diminuísse.
Essa posição contrasta com declarações recentes do presidente dos EUA, Donald Trump, que afirmou que Washington está preparado para oferecer escolta naval "sempre que necessário" para restabelecer o tráfego marítimo regular por essa rota estratégica.
"Os Estados Unidos garantirão o fluxo contínuo de energia ao redor do mundo, aconteça o que acontecer", escreveu Trump nas redes sociais.
Entretanto, o comandante naval do Corpo de Guardiães da Revolução Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) do Irã, Alireza Tangsiri, declarou que o Teerã não permitirá que navios norte-americanos escoltem embarcações na região.
Navio de guerra iraniano Alborz no Estreito de Ormuz - Sputnik Brasil, 1920, 09.03.2026
Panorama internacional
Teerã não impede navegação no estreito de Ormuz, rebate chanceler iraniano
9 de março, 23:33
A operação militar conjunta entre EUA e Israel contra o Irã continua pela segunda semana consecutiva, com troca de ataques entre os dois lados. Tel Aviv afirma que seu objetivo é impedir que Teerã adquira armas nucleares.
Washington ameaçou destruir as capacidades militares do Irã e conclamou a população a mudar o regime. O Irã, que nega que seu programa nuclear contenha componentes militares, insiste que está pronto para se defender e não vê motivos para retomar as negociações.
Devido à escalada do conflito, o tráfego marítimo pelo estreito de Ormuz foi drasticamente reduzido, apesar de ser uma das principais rotas para o transporte global de petróleo e gás natural liquefeito (GNL) do golfo
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Voto de Gilmar vai “ensinar” como anular caso Master e soltar Vorcaro

Publicado em 14 de março de 2026 por Tribuna da Internet
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Tribuna da Internet | Segunda Turma: recurso final de Bolsonaro não será  decidido na gestão de Gilmar

Charge do Cláudio Aleixo (Arquivo Google)

Carlos Newton

Já mostramos aqui na Tribuna da Internet que libertar o banqueiro Daniel Vorcaro será um achincalhe nacional, para manchar de vez a imagem do Supremo. É certo que ainda existe quem alimente essa expectativa sinistra, por acreditar que Gilmar Mendes vai conseguir derrubar, um a um, os argumentos de André Mendonça, Luiz Fux e Nunes Marques para manter o banqueiro Daniel Vorcaro num presídio de segurança máxima.

Realmente, este é o principal objetivo do decano do Supremo, que prometeu passar o fim de semana estudando detidamente os votos a favor de manter Vorcaro sob segurança máxima, dados nesta sexta-feira pelo relator André Mendonça e pelos ministros Luiz Fux e Nunes Marques.

O PLANO DE GILMAR – No Supremo, já se tem uma ideia sobre as diretrizes de Gilmar, que vem costurando uma tese sobre os vazamentos de informações de inquéritos. A seu ver, a exposição pública “constitui uma gravíssima violação ao direito à intimidade”

Antes de iniciado o julgamento do pedido para libertar Daniel Vorcaro sob alegação de que ele não oferece risco à sociedade nem tem como prejudicar as investigações ou desfazer provas, Gilmar Mendes já tinha esboçado na rede social X um caminho para anular o caso Master.

“A exposição pública de conversas de cunho estritamente privado, desvinculadas de qualquer ilicitude, constitui uma gravíssima violação ao direito à intimidade e uma demonstração de barbárie institucional que transgride todos os limites impostos pelas leis e pela Constituição”, enfatizou o ministro por meio do antigo Twitter.

FORA DA LEI – Segundo essa tese, o vazamento de mensagens desrespeita a legislação e pode dar margem à anulação do processo envolvendo Daniel Vorcaro.

“Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, parece ainda mais grave a divulgação de tais diálogos, denotando a urgência de refletir sobre como a intimidade feminina é, historicamente, o alvo preferencial de tentativas de desmoralização e controle”, acrescentou ele, sobre as conversas de Vorcaro com a namorada.

“Ao permitir a publicação de diálogos íntimos de um casal, o Estado e seus agentes não apenas falham em seu dever de guarda, mas desrespeitam a legislação, que impõe categoricamente a inutilização de trechos que não interessam à persecução penal”, argumenta o polêmico ministro.

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P.S. –
 Em tradução simultânea, o que Gilmar Mendes pretende é instituir uma nova prática de impunidade, e nem interessa a gravidade do crime. Toda vez em que houver vazamento, a investigação será anulada, algo que não existe no Direito Universal. Ou seja, mais uma “inovação” brasileira que nenhum país do mundo adota, como a proibição de prender criminoso após condenação em segunda instância, adotada em 2019 com entusiástica defesa de Gilmar Mendes, feita sob medida para libertar Lula, já condenado em três instâncias, sempre por unanimidade. (C.N.)

Publicado em Geral | 1 Comentário |

Ministros do STF apenas cumpriram a lei; seria revoltante libertar Vorcaro

Publicado em 13 de março de 2026 por Tribuna da Internet
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Tribuna da Internet | Supremo precisa de autocrítica, para evitar novos conflitos de competência

Charge do Bessinha (Arquivo Google)

Vicente Limongi Netto

Mantendo preso o facínora e canalha Daniel Vorcaro, os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) cumpriram a lei. Não fizeram mais do que obrigação. Mas, também, contribuem para resgatar um pouco a credibilidade da Suprema Corte junto aos brasileiros. Não podem afrouxar. Ceder a pressões inconfessáveis de abutres engomados.

Porque ultimamente o STF anda mais por baixo do que tapete de porão”, diria o sábio Sérgio Porto, o Stanislaw Ponte Preta. Que, aliás, no Brasil surrealista atual, escreveria diversas obras do “Febeapá, festival de besteira que assola o país”. 

Desde que Vorcaro foi preso pela segunda vez, a imprensa começou a especular e torcer pela delação premiada do patife. Recordo e reitero que no meu artigo de 30 de janeiro, aqui na tribuna, pontuei: “O script final e mais aguardado é a delação premiada”. 

RÍGIDO E PONTUAL – A boa coluna do Estadão do dia 9 de março revelou que o corregedor nacional de Justiça, o rígido ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ)  Mauro Campbell, ordenou que Tribunais de Justiça de 9 Estados “adotem medidas para combater a ocultação de dívidas de consultas públicas do mercado de crédito”.

A decisão de Campbell atinge os tribunais de Justiça de São Paulo, Paraíba, Piauí, Rio Grande do Norte, Maranhão, Alagoas, Ceará, Amazonas e Pará. 

TORPEZA – A lista de 50 nomes pré-convocados de Carlo Ancelotti para a Copa do Mundo não tem o nome do cerebral meia Paulo Henrique Ganso. Inacreditável e torpe absurdo. A medonha lista tem nomes de jogadores que não engraxam as chuteiras de Ganso. Atletas que não sabem pensar. Jogadores que não dão um passe certo de 5 metros. 

A idade não é justificativa inteligente nem aceitável para Ganso ficar fora da lista. A CBF deveria chamar a atenção de Ancelotti para a injustificável tolice e agressão ao bom futebol de Ganso.

CORRERIA – Por fim, muito alarde dos filhos e seguidores, correria danada para o hospital, mas os médicos informam que Bolsonaro passa bem e está consciente.

Mas a coisa está feia. É a terceira pneumonia dele em apenas oito meses. E haja antibióticos.

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Irã “foi totalmente derrotado”, diz Trump

Presidente americano afirmou que Teerã "busca um acordo", mas garantiu que ele "não aceitará"

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Redação O Antagonista
3 minutos de leitura14.03.2026 07:03comentários 0
Irã “foi totalmente derrotado”, diz Trump
Official White House Photo by Daniel Torok
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O presidente americano, Donald Trump, afirmou neste sábado, 14, que o Irã foi “totalmente derrotado” e que o regime iranianao está buscando um acordo que ele não aceitará.

“A mídia de notícias falsas odeia noticiar o ótimo desempenho das forças armadas dos EUA contra o Irã, que está totalmente derrotado e quer um acordo , mas não um acordo que eu aceitaria!”, escreveu o presidente no Truth Social , sem oferecer mais detalhes.Em outra postagem, Trump escreveu que o Irã “tinha planos de dominar todo o Oriente Médio” e “aniquilar totalmente Israel”. 

Na Base Aérea de Andrews, em Maryland, o republicano admitiu que não poderia prever quanto tempo mais duraria a guerra. “Quer dizer, eu tenho a minha própria ideia, mas de que adiantaria? Vai durar o tempo que for necessário. Eles foram dizimados. O país está em péssimo estado, tudo está desmoronando.”

Ilha de Kharg

Na noite de sexta, 13, Trump informou que as forças americanas realizaram “um dos bombardeios mais poderosos da história” contra alvos militares na “joia da coroa iraniana”, a Ilha de Kharg.

O território corresponde por cerca de 90% da exportação de petróleo do Irã. Segundo Trump, os EUA optaram por não atingir a infraestrutura petrolífera do local.

“Por uma questão de decência, decidi NÃO destruir a infraestrutura petrolífera da ilha. No entanto, se o Irã, ou qualquer outro país, interferir na passagem livre e segura de navios pelo Estreito de Ormuz, reconsiderarei imediatamente essa decisão”, escreveu no Truth Social.

Trump, no entanto, alertou que, “caso o Irã, ou qualquer outro país, interfira na livre e segura passagem de navios pelo Estreito de Ormuz” pode reconsiderar

 a decisão.

“O Irã NÃO tem capacidade de se defender de nada que queiramos atacar — não há nada que eles possam fazer a respeito! O Irã JAMAIS terá uma arma nuclear, nem terá a capacidade de ameaçar os Estados Unidos da América, o Oriente Médio ou, aliás, o mundo! O exército iraniano e todos os demais envolvidos com esse regime terrorista fariam bem em depor as armas e salvar o que resta do país, que não é muita coisa!”, finalizou.

Ilha de Kharg

A pequena ilha de Kharg está localizada a trinta quilômetros da costa iraniana.

O local é basicamente um enorme depósito de petróleo. Quase todo o petróleo bruto exportado do Irã passa por lá.

Estimativas indicam que mais de 50 milhões de barris de petróleo são enviados todos os meses.

Se as exportações entrarem em colapso, pode acontecer o mesmo com o regime e toda sua máquina de repressão.

Com o regime enfraquecido, a população iraniana poderia ter mais força para se rebelar.

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