segunda-feira, 12 de outubro de 2026

 Opinião

57%! O número que pode sinalizar a vitória de Flávio! (veja o vídeo)

Uma vantagem de 14 pontos percentuais até as 17h30 do dia 25 de outubro pode ser um sinal importante para Flávio Bolsonaro, mas o comportamento da apuração no Nordeste será decisivo para interpretar o resultado.

57%! Guarde muito bem esse número, porque ele pode ser um dos primeiros grandes sinais de uma possível vitória de Flávio Bolsonaro sobre Lula no segundo turno das eleições presidenciais.

O cenário é simples: se, até as 17h30 do próximo dia 25 de outubro, Flávio aparecer com 57% dos votos válidos, contra 43% de Lula, terá uma vantagem expressiva de 14 pontos percentuais.

Seria uma largada impressionante e, dependendo do volume de votos já contabilizados e da distribuição regional dos votos restantes, um sinal bastante favorável ao candidato.

Mas existe um fator capaz de mudar completamente esse cenário: o Nordeste!

No primeiro turno, Lula conquistou quase 64% dos votos válidos naquela região. E, como a totalização dos votos não avança de maneira uniforme em todo o país, a entrada dos resultados nordestinos pode alterar significativamente o placar nacional.

Foi o que aconteceu em 2022, quando Jair Bolsonaro começou a apuração na liderança, mas acabou ultrapassado por Lula, que venceu a eleição.

Por isso, os 57% até as 17h30 merecem atenção especial, mas não podem ser interpretados isoladamente.

Será necessário observar quantos votos já foram contabilizados, qual a diferença absoluta entre os candidatos e, principalmente, de quais estados virão os votos restantes.

Outro detalhe importante: 10% das urnas apuradas não representam necessariamente 10% dos votos totais, já que as seções eleitorais possuem quantidades diferentes de eleitores.

Se Flávio alcançar os 57% às 17h30, com uma parcela expressiva dos votos já totalizada e uma vantagem consistente mesmo após a entrada de resultados do Nordeste, o cenário poderá ser muito favorável à sua vitória.

Entretanto, sem conhecer a composição regional da apuração, não é possível afirmar que esse percentual, por si só, torne uma virada improvável.

No dia 25, portanto, três indicadores merecerão atenção: o percentual de votos de Flávio, o volume efetivamente contabilizado e o peso eleitoral dos estados que ainda estiverem pendentes.

Guarde este número: 57% até as 17h30!

Ele poderá sinalizar uma vitória de Flávio Bolsonaro, mas a confirmação dependerá da matemática das urnas.

Porque, em uma eleição presidencial, não é o primeiro placar que define o vencedor. É o último voto contabilizado!

Veja o vídeo:

 

Evangélicos só ganham esta eleição, porque Lula e o PT fazem tudo errado…

Urgente! PL, Partido de Flávio Bolsonaro, se posiciona mais uma vez contra o povo e contra mais dignidade!

PT usa sensacionalismo para reduzir a votação de Flávio

Carlos Newton

De uns tempos para cá, alguns cientistas políticos começaram a prever que os evangélicos chegariam ao poder no Brasil, porque são muito organizados e unidos, enquanto os católicos se deixaram envolver pela inércia e estagnação, mantendo a tradição de oficiar aquelas missas chatíssimas, cheias de “senta, levanta e ajoelha”, com pregações dos padres que são verdadeiramente insuportáveis, 

Para tentar conter a evasão dos fiéis, em 1967,  durante debates sobre a Igreja Católica num retiro de estudantes e professores da Universidade Duquesne, foi criado nos Estados Unidos o Movimento de Renovação Carismática,.

MISSA-SHOW – As missas celebradas pelos sacerdotes carismáticos são um verdadeiro espetáculo,  caracterizadas por louvor expressivo, música animada, orações de cura, purificação da água e imposição de mãos.

Embora adotem elementos da espiritualidade pentecostal, os católicos carismáticos mantêm devoção à Virgem Maria, lealdade à hierarquia e o foco central na Eucaristia. 

O movimento ainda existe, mas não se expandiu, rejeitado pelo negativismo dos sacerdotes tradicionais, que estão conduzindo a Igreja para um abismo eterno espiritual. No Rio de Janeiro, ainda há missas carismática em alguns templos, como às quintas-feiras na Igreja de Santa Cecília, padroeira dos músicos, em Botafogo, e às quartas-feiras na Matriz de Nossa Senhora da Glória, no Catete, cujo padre, Giovane Ferreira, é um dos poucos exorcistas do Brasil,

NO PODER – O fato é que os evangélicos estão chegando prematuramente ao poder, antes do que se pensava, devido à presunção e à ignorância de Lula da Silva, que fez campanha fantasiado de “Zé Pilintra”, uma das entidade do candomblé que católicos e evangélicos mais abominam.

No desespero para se recuperar no segundo turno, os petistas lançaram um fortíssima campanha publicitária na TV, em redes sociais e na mídia. Com imagens sinistras, música de filme de horror, o PT acusa Flávio Bolsonaro de reduzir aposentadoria e gastos com saúde e educação pública, entre outras decisões tenebrosas. 

A campanha de Flávio Bolsonaro é o contrário, com imagens limpas e música suave, e o candidato não acusa Lula nem o PT de nada.  Diz apenas que vai fazer mais, para melhorar o país. A diferença diz tudo, porque a maldade dessa gente é  uma arte, como diria Ataulfo Alves, se ainda estivesse entre nós, assustado com a radicalização da política brasíleira. 

 

'Ucrânia precisa de um novo líder', afirma Trump

Donald Trump em encontro com Vladimir Zelensky no Salão Oval da Casa Branca, em Washington DC. EUA, 28 de fevereiro de 2025 - Sputnik Brasil, 1920, 10.10.2026
Declarações ocorrem em meio a críticas aos ataques ucranianos contra refinarias russas e a um entendimento entre Washington e Moscou sobre o fornecimento de diesel.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado (10) que a Ucrânia precisa de um novo presidente e acusou Vladimir Zelensky de se recusar repetidamente a chegar a um acordo para encerrar o conflito com a Rússia. Segundo o republicano, uma mudança de liderança em Kiev poderia facilitar as negociações entre as partes.

"Ele poderia ter resolvido isso muitas vezes, mas opta por não fazê-lo [...] Sugiro que a Ucrânia tenha um novo líder capaz de fechar um acordo. Por algum motivo, Zelensky nunca fecha acordos.”

O presidente estadunidense também criticou os ataques ucranianos contra refinarias de petróleo russas e advertiu que Zelensky deveria interromper as operações. Trump afirmou que as ofensivas prejudicam interesses internacionais, inclusive os de agricultores estadunidenses, e declarou que o líder ucraniano "pode fazer o que quiser, mas não pode atacar refinarias".
O presidente russo Vladimir Putin (à esq.) e o presidente dos EUA, Donald Trump (à dir.), durante uma reunião na base militar de Elmendorf-Richardson. Alasca, 15 de agosto de 2025 - Sputnik Brasil, 1920, 09.10.2026
Panorama internacional
Diálogo entre Trump e Putin evita maiores escaladas, mas aproximação segue limitada, diz analista
As declarações foram feitas após um entendimento anunciado por Trump com o presidente russo, Vladimir Putin, para ampliar o fornecimento de diesel russo aos mercados internacionais. Segundo o republicano, o acordo prevê a entrega imediata de mais de 300 mil toneladas do combustível, seguida de outras 500 mil toneladas em novembro. A iniciativa ocorre em meio aos esforços de Washington para aliviar os preços da energia.
O entendimento provocou críticas na Ucrânia e foi interpretado pelo analista Dmitry Suslov, vice-diretor do Centro de Estudos Europeus e Internacionais da Escola Superior de Economia da Rússia, como um sinal de mudança na posição estadunidense em relação ao conflito.
Em entrevista à Sputnik, Suslov afirmou que o acordo representa um afastamento da posição anterior do governo Trump, segundo a qual a retirada de sanções e a retomada da cooperação prática com Moscou, inclusive no setor energético, dependeriam do fim do conflito ou de um cessar-fogo. Para o especialista, a medida pode fazer parte de uma estratégia de pressão sobre Kiev para que aceite as condições russas para uma trégua.
O analista também relacionou o entendimento às divergências entre Trump e Zelensky sobre os ataques às infraestruturas energéticas russas. Segundo Suslov, a Casa Branca estaria insatisfeita com a continuidade das ofensivas ucranianas, apesar dos pedidos estadunidenses para interrompê-las. O especialista afirmou ainda que a campanha de ataques de longo alcance teria provocado retaliações russas e prejudicado a capacidade de resistência da Ucrânia.
A relação entre os dois governos também envolve a possibilidade de Washington restringir o apoio militar e de inteligência a Kiev. Suslov avaliou que um agravamento do confronto político entre Trump e Zelensky poderia influenciar futuras decisões estadunidenses sobre o fornecimento de armas à Ucrânia.
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Maior doador na campanha, ricaço Ometto não consegue eleger financiados

Bilionário Rubens Ometto

Deu bom

Segundo maior doador, Pedro Grendene teve mais sucesso. Ajudou com R$5 milhões Elmano de Freitas (PT), eleito governador do Ceará.

Pé em cada canoa

Grendene ainda empurrou R$500 mil em Ciro Gomes (PSDB), adversário de Elmano, e R$500 mil em Cid Gomes (PSB-CE), este eleito senador.

Norte a Sul

O empresário ainda investiu outros R$200 mil na campanha para deputado estadual de Elvis Feltrin (PL-RS), que não conseguiu vencer.

Esse vingou

Lucas Redecker (PSD) ganhou R$150 mil de Grendene e conseguiu se eleger deputado federal pelo Rio Grande do Sul.

Deputado federal e presidente do Republicanos, Marcos Pereira, autor da proposta. (Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados).

Elo com igreja minou Pereira na chefia da Câmara

A suposta resistência de Marcos Pereira (SP) para se lançar como candidato à Presidência da Câmara não é tão pacífica quanto o presidente do Republicanos demonstra ao garantir que não está na disputa. Hoje a cadeira é de Hugo Motta (Rep-PB). A coluna descobriu que há resistência de parlamentares evangélicos ao nome de Pereira por não pertencerem ao mesmo seguimento religioso do deputado, que tem forte ligação com a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD).

Tem interesse

Pereira esteve com Flávio Bolsonaro (PL) e fechou apoio do partido à campanha. A presidência da Câmara também esteve na pauta.

Concorrência divina

Influente dentro do PL, Sóstenes Cavalcante (RJ) é um dos deputados de igreja diferente, é da Assembleia de Deus Vitória em Cristo (ADVEC).

Livre acesso

A ADVEC é liderada por Silas Malafaia, apoiador da família de Flávio, além de conselheiro e aliado político do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Poder sem Pudor

Bombardeio aéreo

No governo José Sarney, o líder baiano Roberto Santos era o ministro da Saúde e o filho do então ministro da Aeronáutica era titular da Secretaria de Vigilância Sanitária. Os dois brigaram por causa de um caso de contaminação de sucos de frutas. Sobrou para o rapaz, sumariamente demitido. Mas ele se vingou, promovendo atos do mais genuíno terrorismo à brasileira: piloto de ultraleve, fazia vôos rasantes sobre a casa de Santos, na Península dos Ministros, em Brasília. Megafone em punho, berrava: - Vou jogar suco na sua piscina!

Olha o histórico

No PL, ainda criticam Marcos Pereira (Rep-SP) por defender a tramitação de propostas sobre regulação das redes sociais e inteligência artificial. O nome do deputado foi ventilado para comandar a Câmara.

Tá na pauta

No Congresso tudo muda conforme costuras e interesses. Se nada mudar, a votação em primeiro turno que pode acabar com a escala de trabalho 6 por 1 será na quarta-feira (14).

Sem troca

O senador Camilo Santana (PT-CE) negou mais mudanças na coordenação da campanha de Lula. Assumiu a função de porta-voz, com entrevistas diárias à imprensa. Edinho Silva segue coordenador-geral.

Reforço de fora

A campanha de Lula recebeu equipes de comunicação e estratégia de outros estados, incluindo Bahia e Pernambuco. Segundo integrantes da campanha, mesas antes ocupadas por uma pessoa agora têm quatro.

Frase do dia===========“Pretende-se concluir responsavelmente essa trajetória”

Edson Fachin, presidente do STF, sobre o fim do interminável inquérito das Fake News

Na pressão

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP) trabalhou para acelerar a votação da PEC sobre a escala 6x1. Senadores contam que o colega tem refletido sobre o aumento da rejeição.

Palavra final

O jurista Melillo Nascimento afirma que o regimento interno do Senado dá respaldo à oposição para acionar o Supremo caso haja atropelos na tramitação da PEC sobre a escala 6x1.

Sem urgência

Melillo explica que Propostas de Emendas à Constituição (PEC) não admitem urgência presidencial como projetos de lei, mas podem ter a tramitação acelerada, preservando os dois turnos e o quórum.

Evangélicos na campanha

Lula conta com a atuação de lideranças evangélicas, incluindo Eliziane Gama (PT-MA), senadora que não conseguiu se reeleger. Mas, a equipe não tem um núcleo específico de comunicação para esse público.

Pensando bem...

...tem coisas que só Deus na causa.