sábado, 24 de outubro de 2026

 

Líder da Coreia do Norte chamou a criação de um exército poderoso de 1ª prioridade

Kim Jong-un cumprimentando os soldados nos exercícios das forças aéreas - Sputnik Brasil, 1920, 24.10.2026
Nos siga no
O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, afirmou que a liderança do país havia estabelecido para si a meta de construir uma força militar mais poderosa, chamando-a de prioridade máxima para o período do novo plano futuro, informa a agência estatal KCNA.
Segundo observa a KCNA, uma declaração relevante foi feita pelo líder do país durante a III Reunião de Comandantes de Companhia do Exército Popular da Coreia (EPC), que ocorreu de 22 a 23 de outubro em Pyongyang.
Kim Jong-un presidiu o evento e fez o discurso principal intitulado "Construindo um exército forte em uma nova era e tarefas diante dos comandantes de companhia".
Kim Jong-un enfatizou que a chave para fortalecer as Forças Armadas é melhorar a capacidade de combate das companhias, que formam a base do Exército. Segundo ele, é o fortalecimento dessas unidades que permitirá a transformação de todo o Exército no menor tempo possível.
Lançamento de um míssil pela Coreia do Norte - Sputnik Brasil, 1920, 13.10.2026
Panorama internacional
Coreia do Norte testa míssil balístico à procura de criar a indústria mais forte do mundo

"Camarada Kim Jong-un destacou que o principal espírito dos comandantes na III Reunião de Comandantes de Companhia do EPC é construir o exército mais poderoso treinando as companhias mais poderosas e acelerar a revolução do nosso modelo no campo dos assuntos militares", relata KCNA.

O líder da Coreia do Norte também observou a necessidade de melhorar o treinamento técnico militar, disciplina e formação ideológica dos soldados. Ele expressou confiança de que a transformação de todas as companhias em unidades de combate de elite aumentaria a prontidão das Forças Armadas e alcançaria o objetivo de construir um exército forte.
Logo da emissora Sputnik - Sputnik Brasil

 

Maior ameaça ao Brasil é o retrocesso em sua política externa democrática

🌍 Siga @metropolenews | CHARGE DO DIA Lula desiste de se encontrar com Trump pessoalmente e conversa será por telefone. Por @cartunistazappa 📲 Compartilhe! Página reserva: @metropolenews10 👉 Siga

Charge do Zappa (Arquivo Google)

Roberto Nascimento

Entre todos os problemas que podem se agravar com a eleição de Flávio Bolsonaro, o mais grave deles será a submissão do Brasil à polícia externa dos Estados Unidos. O próprio candidato do PL fez questão de deixar bem clara essa questão, ao informar que o Brasil vai aderir ao chamado Escudo das Américas, de maneira incondicional.

Omo se sabe, esse Escudo das Américas é formado pelos países que apoiam a política externa americana de maneira submissa e serviçal, sem possibilidade de qualquer contestação a decisões de Washington que sejam equivocadas e possam prejudicar o Brasil.

POLÍTICA ANTINACIONAL – Nem Flávio Bolsonaro nem qualquer outro brasileiro tem o direito de adotar essa postura antinacional, em obediência a interesses externos.

Desde sua Independência e até os dias de hoje, nenhum governo brasileiro aceitou e ousou se submeter aos interesses de outros países, com o Itamatary mantendo uma política diplomática sempre livre, altiva e voltada às defesas dos interesses nacionais.

Mas tudo pode mudar, porque a falta de conhecimento diplomático da família Bolsonaro mostra ser uma armadilha contra o país. Nenhum governante tem o direito de atrelar nosso país aos interesses de outra nação. Não importa quão importante ou hegemônica demonstre ser.

SEM LIMITES – Donald Trump já mostrou ser uma ameaça ao Brasil e ao próprio mundo. A invasão à Venezuela e a intervenção na política local, com o país sendo tratado como mais uma colônia norte-americana, demonstram que sua ambição não tem limites.
O mais impressionante é que muitos brasileiros não temem que nosso país possa se transformar numa  Venezuela em versão continental.

Não adianta Flávio Bolsonaro calçar agora as sandálias da humildade, porque o estrago das suas declarações já produziu efeitos altamente negativos. As mudanças propostas por Flávio são tão impopulares que é melhor a continuidade com Lula.
Quem vai querer mudanças para pior?

Debate não convenceu ninguém e tudo vai se resolver nas urnas, como deve ser

Lula y Bolsonaro se enfrentan en su último debate cara a cara antes del  balotaje en Brasil - LA NACION

Flávio e Lula são dois perdidos numa política suja…

Carlos Newton

Foi bem melhor esse debate, em relação à sabatina no primeiro turno e ao debate na Band. Desta vez, os operadores de áudio da Vênus Platinada capricharam na captação das vozes e os próprios candidatos também se esforçaram.

Nas sabatinas com Renata Lo Prete, foi uma chatice. O candidato Flávio Bolsonaro (PL) falava baixo e rápido demais, era difícil entendê-lo, enquanto Lula da Silva (PT), com aquela voz roufenha de homem das cavernas, também era um problema para o telespectador.

DESPREPARO – Nesta sexta-feira foi possível ouvir melhor os candidatos e se confirmou a impressão de que ambos são despreparados – Lula e Flávio realmente não chegam aos pés de Tarcísio de Freitas (Republicanos), que seria o candidato ideal para passar este país a limpo.

De qualquer forma, é preciso reconhecer que Flávio é muito melhor do que o pais Jair Bolsonaro, que pouco evoluiu nos 27 anos de atuação que teve como deputado federal, antes de chegar à Presidência.

Flávio teve melhores condições de vida do que, formou-se em Direito, elegeu-se deputado estadual aos 21 anos, fez carreira na Assembleia do Estado do Rio e está em seu oitavo ano como senador, é claro que aprendeu muita coisa.

BEM NO DEBATE – Flávio estava se saindo bem no debate, mas  depois vacilou. Um exemplo: deixou de atacar Lula sobre a situação do Nordeste, mostrando desconhecer que a Bahia é o Estado mais violento do país, com Jequié liderando o ranking de assassinatos.

Também bobeou no caso do jogador Richarlinson, que foi passado para trás ao comprar uma posse em Angra, sem pesquisar se o posseiro tinha papéis válidos. Flávio, absurdamente, não soube responder e se perdeu no lance.

Além disso, em nenhum momento lembrou o fato de Lula ter sido informante do regime militar, sob codinome de Barba, também não disse nada sobre o menino do MEP, que Lula tentou estuprar na cadeia. Ou seja, Flávio estava realmente despreparado para debater.

NADA MUDOU – Quanto a Lula, nada mudou, apenas a idade. Apesar da harmonização facial que Janja mandou fazer, implantando também cabelos no alto da cabeça e aproximando mais as antigas orelhas de abano, as rugas no pescoço mostram que o tempo dele já passou.

Será uma benção se perder a eleição. No debate, estava visivelmente cansado, se perdia na contagem de tempo, e Cesar Trallia estava sempre a lhe ajudar.  Se Lula vencer a reeleição, o grande vitorioso será Geraldo Alckmin, que não vê a hora de assumir como titular.

Por fim, ninguém ganhou o debate, e o final é realmente imprevisível. Como eu não acredito nas pesquisas, acho que Flávio vai vencer, até porque Lula está precisando de um pijama de bolinhas, desculpem a franqueza.

 

Habemus Presidente: destempero de Lula e ressaca de Macallan de R$ 500 mil ungiu Flávio Bolsonaro

Flávio ficou com uma postura presidencial, do figurino as suas colocações, e até a forma cordial que retrucava, as vezes com ar de pena, as acusações de um Lula descontrolado

Habemus Presidente: destempero de Lula e ressaca de Macallan de R$ 500 mil ungiu Flávio Bolsonaro
Lula deu sinais que está senil e Flávio adotou uma postura presidencialCrédito: Reprodução/ TV Globo

Lula deu sinais que está senil nos estúdios da Globo. Durante o debate, não controlou nem o tempo de fala e demonstrou estar sem noção de espaço. Esbarrou até no púlpito. Despiu a sua imagem presidencial, não só por ter abolido a gravata, mas pela postura agressiva e sinais de desorientação.

Já Flávio Bolsonaro adotou uma postura presidencial, fazendo contraponto a um Lula raivoso e sem limites para as ofensas pessoais. Flávio colocou uma impecável gravata azul claro; e Lula, o figurino de tiozão. Papéis invertidos aos que tiveram no debate da Band.

O pior foi Lula nem perceber os temas que estavam disponíveis para serem perguntados em um painel gigante na sua frente, e tentar rebater com o apresentador Cesar Tralli na questão sobre educação. Precisou da tutoria do jornalista da Globo para os temas e para controlar o tempo. Foi até ajudado, o que deixou Flavio contrariado pelos minutos jogados fora várias vezes.

Além de não responder nem uma das questões feitas, principalmente sobre o gasto de um uísque de R$ 50 mil reais a dose, a garrafa de R$ 500 mil, que ganhou do banqueiro Daniel Vorcaro, pulou também a resposta sobre o endereço apresentado por Lulinha em São Paulo: um apartamento que pertence ao mesmo dono do sítio de Atibaia, em valor estimado de R$ 15 milhões.

Lula também não falou sobre a explosão da violência no Nordeste, nos estados governados pelo PT.

Começou dizendo que não ouvia as perguntas de Flávio, alegando que ele estava falando baixo, enquanto todos no estúdio e em casa ouviam perfeitamente. Parecia que estava desorientado.

“O que você tem contra os jovens?“. Foi o primeiro cruzado de direita de Flávio, em reação ao ser chamado de menino por Lula.

Para o desespero dos lulistas na plateia do estúdio, ele usou o seu tempo para repetir ataques que já haviam sido repetidos.

Tentou um golpe baixo ao falar de um passeio de barco e ao colocar ministros do STF, senadores e políticos em um salada de acusações envolvendo o Banco Master, jantares, festas e mulheres. Perdeu todo o elã presidencial naquele momento de descontrole.

Já Flávio ficou com uma postura presidencial, do figurino as suas colocações, e até a forma cordial que retrucava, as vezes com ar de pena, as acusações de um Lula descontrolado. No final do embate, ficamos com a sensação que é típica do Vaticano nos finais dos conclaves de cardeais quando escolhem um Papa: Hebemus Presidente. E o nome dele é Flávio Bolsonaro. Saiu do debate ungido pelo contraste do duelo de um John Kennedy Verde Amarelo enfrentando um personagem com traços de Raul, do seu irmão Fidel Castro e com pinceladas de Hugo Chaves e Maduro, tudo pelo discurso raivoso e agressivo, típico dos ditadores latinos que ele, Lula, sempre cultuou. Um tom de esquerda old-school. Tudo isso regado pelo presente do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master: uma garrafa rara de uísque escocês Macallan 1945 — safra do ano de nascimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva — avaliada em cerca de R$ 500 mil (80 mil euros na época), que Lula bebeu de uma só vez.

*Diretor de Redação do Correio da Manhã

 

Lula ofendeu leis federais ao aceitar uísque de R$500 mil presenteado pelo ex-banqueiro Vorcaro

Ao aceitar do ex-banqueiro Daniel Vorcaro uma garrafa de uísque The Macallan 1945 avaliada em R$500 mil (mais de 80 mil euros), Lula (PT) pode ter ofendido ao menos duas leis federais, a começar pelo Estatuto do Servidor Público (Lei 112/1990), que o proíbe de receber presentes de qualquer valor ofertados por pessoas, empresas ou entidades com interesse em suas decisões ou do órgão em que ele atua. Lula também ignorou a Lei de Conflito de Interesses (12.813/13), por motivos óbvios.

Sonolência seletiva

A Comissão de Ética Pública da Presidência também proíbe, mas se finge de morta diante do episódio do uísque de meio milhão de reais.

Aproximação custa caro

O caso ilustra o uso de presentes de alto luxo para comprar aproximação com o poder em meio a investigações envolvendo o Banco Master.

Abrindo porta dos fundos

Vorcaro tentava proteger seu banco do desastre e havia acertado propina de R$1 bilhão com amigos de Lula para “acessar” os fundos de pensão.

Não se fez de rogado

Lula usou o amigo Walfrido Warde, advocado de Vorcaro, para agradecer pelo uísque. Ao “Canal Livre” da Band, Lula admitiu ter bebido a garrafa.

Jair Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) (Foto: Agência EBC)

Na véspera do 2º turno de 2022, Lula era inflacionado

Na véspera do segundo turno, em 2022, institutos de pesquisa ainda apostavam alto em vitória folgada de Lula (PT) contra o então presidente Jair Bolsoanro (PL). O Datafolha, no mesmo sábado, ficou em 52% a 48%. O Ipec (ex-Ibope) deu Lula com 54% e Bolsonaro com 46% dos votos válidos, vantagem de oito pontos. O Ipespe, dias antes, marcava 53% a 47%. As urnas, no entanto, registraram a eleição mais apertada da História: 50,9% a 49,1%, só 1,8 ponto de diferença.

Erro feio

A pesquisa AtlasIntel divulgada no dia antes dos brasileiros definirem o presidente, há quatro anos, apostou em 53,4% a 46,6%. Errou feio.

Exceções

Só Paraná Pesquisas (50,4% a 49,6%) e CNT/MDA (51,1% a 48,9%) se aproximaram do placar real do segundo turno, em 2022.

Sempre o mesmo erro

No primeiro turno deste ano, quase todos os institutos de pesquisa viam vitória de Lula. Em 2022, o petista também foi amplamente inflacionado

Poder sem Pudor

Entregando comunistas

No golpe de 1964, a polícia prendeu em Curitiba o advogado Noel Nascimento. Um major queria nomes de comunistas. “Não conheço nenhum comunista, major”, disse o advogado. “Claro que conhece e tem que contar. Ou se arrepende”, garantiu o militar. “Mas eu tenho medo. Conheço dois, mas eles podem vingar-se de mim” avisou Nascimento. “Não tenha medo”, suavizou o major. “Não diz que fui eu quem disse? Conheço Kruschev e Mao Tsé-tung”. Noel ficou um mês na solitária.

Muro agora preocupa

O PT se preocupa com a “neutralidade” de três governadores no Nordeste (Pernambuco, Alagoas e Maranhão) que não pediram votos para Lula no segundo turno. A votação pode cair nesses estados.

Mal do País

Ex-governador de São Paulo, João Doria declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pela Presidência da República. O empresário cravou: A reeleição é um mal para o Brasil.

Pesquisas a granel

Foram registradas no TSE 48 pesquisas sobre a disputa presidencial entre sábado (17) e segunda (19). Dos 45 levantamentos divulgados entre 1º turno e ontem (23), o candidato do PL lidera em 41 deles.

Baixaria

Deltan Dallagnol acusou Guilherme Boulos, ministro de Lula, de mandar assessores tumultuarem gravação no TSE ao buscar o sigilo de Lula. Burros n’água. “Mais uma vez descumpriu a promessa”, lamentou

Frase do dia---------------“A corrupção é sempre feita às escondidas”

Carol de Toni (PL-SC), senadora eleita, sobre a balela de Lula e a quebra de sigilo

Do céu ao inferno

Saiu de “recebido por Lula no Planalto” para alvo da militância petista o influenciador baiano João Ensina, ativista do movimento autista. Não foi perdoado por declarar voto em Flávio Bolsonaro, após cortes no BPC.

Sabe de nada

Mensalão, Aloprados, caso Rosemary Noronha, Petrolão, sítio de Atibaia, imagens de Gonçalves Dias no 8 de janeiro, escândalo do INSS e do Lulinha foram alguns dos casos listados pelo senador eleito Filipe Barros (PL-PR) em que Lula disse que “não sabia”, como o whisky de Vorcaro.

Cai quem quer

Lula não conseguiu dobrar Maria Cláudia Bucchianeri, chefe jurídica da campanha de Flávio Bolsonaro. A turma do petista entregou um telefone “na caixa” para análise do sigilo. A advogada percebeu e acusou o golpe.

Promissória

O perdão a caloteiros do MEI, em desrespeito a quem sempre se apertou para pagar tudo em dia, é automático, mas o suposto “pix de R$5 mil”, só Deus sabe quando e se virá. O governo trata como coisa futura.

Pensando bem...

....também será o segundo turno dos institutos de pesquisa.