Blog de Luiz Holanda

quinta-feira, 16 de abril de 2026

 

Ex-presidente do BRB é preso pela PF

Paulo Henrique Costa é um dos alvos da quarta fase da Operação Compliance Zero

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Redação O Antagonista
3 minutos de leitura16.04.2026 06:55comentários 1
Ex-presidente do BRB é preso pela PF
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
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A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira, 16, o ex-presidente do Banco Regional de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa (foto).

Ele é um dos alvos da quarta fase da Operação Compliance Zero

À frente do BRB de 2019 a 2025, Paulo Henrique Costa é suspeito de não seguir práticas de governança e permitir negócios com o Banco Master.

O executivo foi afastado do banco em novembro do ano passado, após a primeira fase da operação.Na quarta fase da Operação Compliance Zero, a PF cumpre dois mandados de prisão e sete de busca e apreensão, em São Paulo e no Distrito Federal.

Acareação com Vorcaro

Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e o ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa divergiram em suas versões durante a acareação conduzida pela Polícia Federal, em dezembro do ano passado, sobre a origem das carteiras de crédito vendidas pela instituição privada ao banco público.

Vorcaro afirmou que não tinha conhecimento de que o Master venderia papéis da empresa Tirreno, mas sim carteiras originadas por terceiros de forma genérica.

Como se apurou posteriormente, os papéis comercializados estavam desvalorizados.

Segundo Vorcaro, nunca foi informado ao BRB que as carteiras negociadas seriam originadas pela Tirreno ou pelo próprio Banco Master. De acordo com ele, o banco público foi comunicado apenas sobre uma mudança no modelo de negócios, com a venda de carteiras originadas por terceiros.

“Na verdade, a gente anunciou que a gente faria vendas naquela ocasião de originadores terceiros. A Tirreno, nem eu mesmo sabia naquela ocasião, se eu não me engano, que existiu o nome Tirreno. Acho que a gente chegou a conversar por algumas vezes, que a gente começaria um novo formato de comercialização, que seria de terceiros, carteiras originadas por terceiros e não mais originação própria”, disse.

Questionado, Paulo Henrique disse que o Master disse que os papéis eram do Master.

“O entendimento que eu coloquei é que eram carteiras originadas pelo Master, negociadas com terceiros, e que o Master estava recomprando e revendendo para a gente”, afirmou o ex-diretor do BRB.

Vorcaro rebateu essa versão. Segundo ele, não houve qualquer informação sobre recompra das carteiras pelo Master.

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Moraes mostra desconhecer a lei e manda investigar “calúnia” de Flávio contra Lula

Publicado em 16 de abril de 2026 por Tribuna da Internet
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Carlos Newton

A jornalista Sarah Teófilo, de O Globo, informa de Brasília que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a abertura de inquérito policial para apurar suspeita de calúnia do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

A decisão ocorreu nesta segunda-feira após um pedido da Polícia Federal, com parecer favorável da Procuradoria-Geral da República. Flávio afirmou em nota que se limitou a noticiar fatos, destacando que a investigação configura uma tentativa de “cercear a liberdade de expressão”.

OS FATOS – Vamos então conferir como teria se configurado essa calúnia que tanto revoltou o excelentíssimo presidente da República. Bem, alega a Polícia Federal que em janeiro o senador do PL usou sua conta na rede social X (ex-Twitter) para associar Lula ao então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. E fez a seguinte previsão:

“Lula será delatado. É o fim do Foro de São Paulo: tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas…”, diz o texto reproduzido pela PF e por Moraes.

“Trata-se, portanto, de publicação realizada em ambiente virtual público, acessível a milhares de pessoas, por meio da qual se imputa fatos criminosos ao Presidente da República”, alegou Moraes, determinando a volta dos autos à PF, para que sejam adotadas as “providências cabíveis” em um prazo de 60 dias.

FATOS CRIMINOSOS? – Como se vê, a PF sustentou que a calúnia teria ocorrido nessa menção à prática de crimes como “tráfico internacional de drogas e armas, lavagem de dinheiro, suporte a terroristas e ditaduras, eleições fraudadas”. Vamos, então, examinar a denúncia.

Bem, com todos sabem, é público e notório que desde sempre Lula e Maduro mantêm um relacionamento mais do que excelente, pois a Venezuela deve bilhões de reais ao Brasil e o governo Lula deixa rolar. Portanto, não há a menor calúnia em mencionar essa ligação político-afetiva, porque se trata de uma crítica verdadeiramente válida.

Todos sabem também que Maduro é um ditador que age como terrorista, desvia recursos públicos, faz lavagem de dinheiro e está envolvido em tráfico de armas e drogas, que são justamente as acusações que a matriz USA faz a ele, para desespero do atual governo da filial Brazil.

ERRO JUDICIÁRIO – Esse imbróglio mostra que a Polícia Federal e o ministro Alexandre de Moraes, além de cometerem o erro judiciário de ver crime onde o que existe é opinião, também descumprem a própria Constituição que juraram obedecer.

Consultamos o extraordinário jurista Jorge Béja, e ele prontamente nos informou que os artigos 141 e 145 do Código Penal exigem que a ação contra quem ofende a honra do presidente da República depende de “requisição do ministro da Justiça” para que tenha curso.

No caso, Moraes determinou a abertura de inquérito com base apenas em um pedido da Polícia Federal, que não tem poderes para fazê-lo. Ou seja, o ministro comete um erro judiciário atrás do outro e sua nova decisão tem o mesmo valor do conhecimento constitucional que exibe – não vale nada, absolutamente nada.

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P.S.
 – Faço esse comentário apenas para enfatizar o surpreendente e inacreditável despreparo de determinados ministros do Supremo. Quanto a Flávio Bolsonaro, deveria ter sido investigado, processado e condenado lá atrás, quando foram descobertas as “rachadinhas”, as lavagens de dinheiro na compra de imóveis e as fraudes na administração da loja da franquia Kopenhagen, sem falar na condecoração a milicianos e outros procedimentos condenáveis. Mas quem se interessa? (C.N.)

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Ministra israelense confirma que Netanyahu vai conversar com presidente do Líbano nesta quinta

Presidente dos EUA, Donald Trump, informou nesta quarta-feira (15) que encontro aconteceria; fontes libanesas ainda não confirmaram.

Por Redação g1

16/04/2026 07h26  Atualizado há 2 minutos

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, discursa durante uma coletiva de imprensa em Jerusalém, na quinta-feira, 19 de março de 2026. — Foto: Ronen Zvulun, Pool Photo via AP

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, discursa durante uma coletiva de imprensa em Jerusalém, na quinta-feira, 19 de março de 2026. — Foto: Ronen Zvulun, Pool Photo via AP

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, "conversará" com o presidente libanês, Joseph Aoun, afirmou nesta quinta-feira (16) a ministra israelense de Inovação, Gila Gamliel. É a primeira vez em décadas que lideranças do dois países vão se encontrar diretamente.

"O primeiro-ministro falará pela primeira vez com o presidente do Líbano após tantos anos de ruptura total do diálogo entre ambos os países, e cabe esperar que esta iniciativa conduza finalmente à prosperidade e ao desenvolvimento do Líbano como Estado", declarou Gamliel sem especificar quando nem como isso ocorrerá.

Horas antes, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que líderes de Israel e Líbano conversariam pela primeira vez em 34 anos nesta quinta. Em uma publicação em sua rede social, ele disse que está tentando criar um espaço para que os líderes e Israel e Líbano conversem.

Segundo Trump, essa conversa deve ocorrer nesta quinta após 34 anos desde o último contato entre esses líderes. Ele não deu detalhes e não ficou claro se se referia aos chefes de Estado dos dois países ou a outros altos funcionários. Até o momento, o Líbano não confirmou o encontro. Mais cedo nesta quinta-feira, inclusive, um funcionário da presidência do Líbano disse 'não ter conhecimento' de qualquer contato iminente com Israel, segundo AFP.

Nesta quinta-feira (16), Israel destruiu a última ponte que ligava o sul do Líbano ao resto do país, segundo uma autoridade libanesa informou à Reuters.

"Aviões inimigos realizaram dois ataques consecutivos à ponte Qasmieh, a última ponte entre as regiões de Tiro e Sidon, destruindo-a completamente", disse a Agência Nacional de Notícias (NNA) do Líbano nesta quinta.

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