quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Folha de Pernambuco

 

Blog da FolhaPesquisa Quaest PE: Raquel Lyra chega a 44% contra 36% de João CamposLevantamento foi divulgado nesta terça-feira (25), sob encomenda da Globo
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A nova pesquisa divulgada pela Genial/Quaest registrou vantagem da governadora e candidata à reeleição, Raquel Lyra (PSD), que aparece com 44% das intenções de voto contra 36% do candidato da oposição, o ex-prefeito do Recife, João Campos (PSB), na disputa pelo governo de Pernambuco. Encomendado pela Globo, o levantamento foi divulgado no fim da tarde desta terça (25). 

A pesquisa estimulada também mediu a intenção de votos dos demais candidatos na disputa, Ivan Moraes (Psol), da coligação Pernambuco de Luta, somou 1% das intenções de voto. 

Os demais candidatos, Renan Hallais (Missão), Professora Camila (UP), Victor Assis (PCO), Guilherme Fonseca (PSTU) e Professor Jeremias do Banco (Democrata), não pontuaram.

Outros 7% dos entrevistados declararam voto branco, nulo ou afirmaram que não pretendem votar, enquanto 12% se disseram indecisos.

 

Imprensa tenta reduzir a importância da entrevista de Caiado ao Jornal Nacional

Caiado na TV Globo: como o ex-governador se saiu na entrevista? Veja as  notas e avaliações dos colunistas do GLOBO

Caiado enfrentou os apresentadores e deu show no JN

Carlos Newton

Está sendo comovente a reação da imprensa petista, que tenta desconhecer a importância das declarações de Ronaldo Caiado ao Jornal Nacional. Os portais e sites da imprensa amestrada tentam encontrar erros nas impressionantes afirmações do candidato do PSD, e dizem que ele desrespeitou os entrevistadores César Tralli e Renata Vasconcellos.

Caiado não desperdiçou a oportunidade. E ele próprio conduziu a entrevista, deixando atônitos os dois apresentadores, que se julgam o máximo, mas na verdade não têm gabarito para enfrentar um político de verdade, cuja família governou Goiás em três gerações sucessivas, com o avô, o pai e o próprio Caiado.

ESTRATÉGIA – Caiado adotou uma estratégia que enlouquece os apresentadores, que sempre se julgam mais importantes do que o convidado – ele começou a entrevista lembrando a Lava Jato, em que o Jornal Nacional colocava diariamente o governo Lula numa rede de esgotos, por onde escoavam os recursos públicos desviados.

Elogiar o que a TV Globo fez na Lava Jato mostrou ser uma forma inteligente de criticar o que a Organização dos irmãos Marinho está fazendo agora, pois desde que Lula assumiu o noticiário passou a ser petista, porque quem manda nas notícias das televisões é o cofre do Planalto.

Lula abriu as burras e domou a Globo, cujos donos têm telhado de vidro na Receita Federal e não podem brigar com nenhum governo. Mas quem se interessa por dignidade e espírito público na família de um argentário como Roberto Marinho? Aliás, foi ele que ensinou Silvio Santos e os demais empresários da comunicação a fazer tudo por dinheiro.

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P.S. –
Ronaldo Caiado deu um show de política. Mostrou que é o melhor candidato, disparado. Se os brasileiros tiverem juízo, vão elegê-lo, porque ele pode fazer um governo digno e eficaz como Itamar Franco, um brasileiro que merece ser um nome da História, mas ainda não é reconhecido da forma que deveria ser. (C.N.)

Sputnik

 

China ameaça retaliar EUA por sanções ao Irã

Bandeiras nacionais dos EUA e da China antes da reunião bilateral entre Janet Yellen, secretária do Tesouro dos EUA, e He Lifeng, vice-primeiro-ministro chinês, na Casa de Hóspedes Guangdong Zhudao, província de Guangdong. China, 6 de abril de 2024 - Sputnik Brasil, 1920, 25.08.2026
Pequim diz que manterá relações comerciais com Teerã após novas medidas de Washington contra cerca de 60 pessoas, entidades e embarcações ligadas ao governo iraniano.
China afirmou nesta terça-feira (25) que defenderá seus interesses e manterá a cooperação comercial com o Irã, em resposta às novas sanções anunciadas pelos Estados Unidos contra o governo iraniano. Pequim também ameaçou adotar medidas para proteger seus direitos e interesses caso Washington amplie a pressão sobre empresas chinesas que mantêm relações comerciais com Teerã.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, afirmou que a cooperação entre os dois países ocorre dentro das normas do direito internacional e não deve sofrer interferência externa. Segundo ele, Pequim se opõe às medidas unilaterais dos Estados Unidos e tomará as medidas necessárias para defender seus interesses.
Bandeiras dos Estados Unidos e da China hasteadas do lado de fora de um hotel, para a ocasião da visita do presidente dos EUA, Donald Trump, a Pequim - Sputnik Brasil, 1920, 24.08.2026
Panorama internacional
EUA travam o próprio desenvolvimento ao mirar universidades científicas da China, avalia analista
A reação chinesa ocorre um dia após o governo de Donald Trump anunciar uma nova rodada de sanções contra o Irã. O Departamento do Tesouro dos EUA sancionou cerca de 60 pessoas, entidades e embarcações ligadas a setores como energia nuclear, produção de mísseis, cibersegurança e petróleo.
As medidas fazem parte da chamada "guerra econômica", anunciada por Trump na semana passada, com o objetivo de pressionar Teerã e asfixiar sua economia. Washington também passou a ameaçar países que mantenham transações comerciais com o Irã.
O secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, afirmou que Trump está pedindo a líderes de outros países que interrompam suas relações econômicas com Teerã. Segundo ele, os Estados Unidos estabeleceram um cronograma para que esses países reduzam suas atividades com o Irã e poderão agir unilateralmente caso isso não ocorra.
A China, porém, é um dos principais compradores do petróleo iraniano e tem mantido relações comerciais com Teerã, mesmo diante das sanções americanas. Pequim também defende um cessar-fogo no conflito e afirma que a pressão econômica dos Estados Unidos não será suficiente para solucionar a crise.
A ofensiva de Washington também aumenta a pressão sobre países vizinhos do Irã. O governo Trump ameaça aplicar sanções contra governos que continuem a realizar negócios com Teerã, enquanto autoridades iranianas advertiram que países da região que aderirem à campanha americana poderão sofrer consequências.
A nova escalada ocorre ainda antes de um possível encontro entre Trump e o presidente chinês, Xi Jinping, aumentando a tensão entre Washington e Pequim. A ameaça chinesa de retaliação amplia o risco de que a estratégia americana de isolamento econômico do Irã abra uma nova frente de disputa com a China.