segunda-feira, 24 de agosto de 2026

 

Irã adverte Bulgária sobre facilitar ataques 

dos EUA e de Israel

Comissão de Defesa do Parlamento búlgaro aprovou proposta para permitir aeronaves americanas na Base Aérea de Bezmer

Nadeen Ebrahim, da CNN

 

Realtime também indica vitória de Tarcísio no 1º turno

Resultado foi apontado em levantamento do Instituto Paraná Pesquisas divulgado na semana passada

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Redação O Antagonista
1 minuto de leitura24.08.2026 08:29comentários 0
Realtime também indica vitória de Tarcísio no 1º turno
Foto: Evander Portilho / Divulgação Campanha Tarcísio de Freitas

Pesquisa Realtime Big Data, divulgada nesta segunda-feira, 24, aponta o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) com 52% das intenções de voto na disputa ao governo de São Paulo, percentual que lhe dá a vitória em primeiro turno.

Fernando Haddad (PT), o candidato de Lula no estado, tem 35% dos votos.

 

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), ex-governador de São Paulo pelo PSDB, assumiu a linha de frente contra as tarifas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com as marcas tucanas. Antes como

Reprodução de charge do Instagram

Carlos Newton

Há determinadas pessoas que dão muita sorte na política. Jamais poderiam imaginar que chegariam à Presidência da República, porém o destino cria uma séria de acasos e circunstâncias que acaba colocando essas figuras no poder, sem maiores empecilhos e sem terem de se esforçar para tanto.

Foi o que aconteceu com a economista Dilma Rousseff. Por um golpe de sorte, para atender ao PT gaúcho, ela tornou-se ministra de Minas e Energia no primeiro governo Lula e sua vida mudou de figura.

MERO ACASO – O cargo estava destinado ao geólogo, sindicalista e senador José Eduardo Dutra, que em 1983 se tornou funcionário da Petrobras e líder dos trabalhadores da empresa em Sergipe.

Foi eleito senador pelo PT em 1994 e teve importantíssima atuação no Congresso. Na hora de montar o ministério, o grupo da transição, que era controlado por Dirceu, decidiu colocar Dutra na Petrobras, e assim o cargo de ministro ficou vago e acabou nas mãos de Dilma Rousseff, que tinha sido secretária de Minas e Energia no governo de Olivio Dutra.

Daí para frente, veio a escândalo do mensalão e a queda de Dirceu, que mandava mais no governo do que o presidente. Para evitar ter um novo “primeiro-ministro”, Lula a colocou a Casa Civil e vida que segue, como diria João Saldanha. E o acaso a transformou no poste ideal para ficar na Presidência, e nem precisou fazer campanha, pois o próprio Lula se encarregou disso.

COMO FARSA – Como dizia Karl Marx, a História apenas se repete como farsa, e agora, dezesseis anos depois, o destino pode colocar Geraldo Alckmin na mesma situação de Dilma Rousseff.

Os dois, realmente são sortudos. Alckmin era um jovem estudante de Medicina quando entrou na política, a convite do médico e deputado federal Paulo Delgado, que presidia o MDB em Pindamonhangaba, próximo a Taubaté.

Elegeu-se vereador, prefeito e depois, deputado estadual. Em 1986, chegou à Constituinte e deu muita sorte. Era um deputado inexpressivo e desconhecido, mas se aproximou de Mário Covas, um grande líder da ala dos “autênticos” do MDB, que eram progressistas e enfrentavam o Centrão na Constitutinte.

VICE DE COVAS – Quando Covas comandou a criação do PSDB em 1988, ainda em plena Constituinte, o jovem Alckmin foi um dos fundadores, junto com Fernando Henrique Cardoso, José Serra e outros mais. Covas era o principal político de São Paulo. Quando se candidatou a governador, em 1994, convidou para vice o então deputado Geraldo Alckmin, que continuava inexpressivo e desconhecido.

Foram reeleitos em 1988, mas Covas morreu em março de 2001 e Alckmin herdou o governo e os votos dele, conseguindo ser reeleito governador em 2002. Quatro anos depois, sonhou com a Presidência, mas foi um enorme vexame.

Apesar do mensalão e tudo o mais, Lula quase ganhou no primeiro turno. O mano a mano no segundo turno foi um passeio, porque Alckmin conseguiu ter menos votos do que no primeiro turno.

ALTA ANSIEDADE – Agora, na condição de vice de Lula, o ex-tucano Alckmin, que virou socialista, vive momentos de puro êxtase. Com a possibilidade crescente de Lula passar para o segundo turno contra Flávio Bolsonaro, a vitória está praticamente garantida.

Se não for detonado pela corrupção do filho fenômeno, Lula vai assumir o último mandato aos 81 anos, mais prostituído e cansado de guerra do que a Tereza Batista, personagem de Jorge Amado. E Alckmin está a postos. Em novembro, completa 74 anos, sonhando com o tapete vermelho do Planalto.

Como Haddad é um jovem político já em final de carreira e Lula não deixou surgir nenhuma outra liderança no PT, o partido vai entrar em estado terminal nas mãos de Alckmin, que deverá imitar Itamar Franco e fazer  um acordo com os demais partidos para montar um governo de coalizão e depois tentar a reeleição em 2030.

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P.S.
Se Lula tivesse um mínimo de amor ao PT, ao montar o novo governo ele deveria colocar Aloizio Mercadante na Casa Civil e deixá-lo exercer o mandato informalmente, como Dilma fez. Mas Lula não o fará, porque tem ódio e inveja de intelectuais. E Mercadante é um dos raros petistas que realmente estão preparados para governar, ao lado de Nilmário Miranda, ex-deputado e ex-ministro, e de Paulo Nogueira Batista Jr., economista e ex-diretor-executivo do Fundo Monetário Internacional. Não consigo me lembrar de nenhum outro petistas qualificado e que não seja corrupto. (C.N.)

Sputnik

 

EUA não restaurarão bases devastadas pelo Irã, pois isso não faz sentido, aponta mídia

Membro da Força Aérea dos EUA perto de uma bateria de mísseis Patriot na base aérea Prince Sultan em Al-Kharj, região central da Arábia Saudita, 20 de fevereiro de 2020 (foto de arquivo) - Sputnik Brasil, 1920, 23.08.2026
Não faz sentido restaurar uma série de instalações militares estadunidenses que foram alvo de retaliação por parte do Irã, escreve um jornal britânico citando Nate Swanson, ex-diretor para o Irã no Conselho de Segurança Nacional dos EUA.
O jornal destaca que, ao longo dos seis meses de confronto, o Irã questionou o futuro das bases norte-americanas na região do golfo Pérsico.
Agora, Washington deverá decidir se vale a pena investir bilhões de dólares na restauração de instalações atingidas por Teerã, observa o material.

"Não há muita utilidade em reconstruir alguns desses sítios", ressalta a publicação, citando Swanson.

Bandeira dos EUA improvisada é incendiada por manifestantes durante um comício em frente à antiga Embaixada dos EUA em comemoração ao aniversário de sua apreensão de 1979 em Teerã, Irã, em 4 de novembro de 2021 - Sputnik Brasil, 1920, 20.08.2026
Panorama internacional
Com arsenais de munições no limite, EUA estão em impasse militar na guerra com Irã, afirma mídia
Conforme acrescenta o material, atualmente, grandes bases militares estacionárias vêm perdendo sua importância como centros intermediários e de suprimento para operações militares.
Portanto, a reportagem conclui que, em Washington, há uma preferência por um modelo de implantação mais disperso, que tornaria mais difícil um ataque às forças norte-americanas.
Em 28 de fevereiro, os Estados Unidos e Israel iniciaram uma série de ataques contra alvos em território iraniano, o que resultou em uma resposta do lado iraniano com ataques próprios.
Em junho, Teerã e Washington assinaram um memorando de cessação de hostilidades, mas voltaram a se atacar algum tempo depois.
Atualmente, o conflito permanece sem solução, apesar de as partes não estarem em combate, com os Estados Unidos apostando na pressão econômica contra Teerã.