quinta-feira, 7 de maio de 2026

 

Folha ataca o STF, denuncia estado de exceção e cita Zema e Malafaia como exemplos

Depois do Estadão, hoje foi a vez da Folha denunciar o ESTADO DE EXCEÇÃO vigente no Brasil, com a transformação do Supremo num órgão de censura e perseguição política, dando como exemplo o caso aberto contra Malafaia, e a denúncia contra Zema, tudo no âmbito do chamado "inquérito" das "Fake News", com duração de SETE ANOS!!!

Ora, estamos há sete anos denunciando esse verdadeiro ATO INSTITUCIONAL que foi promulgado com o claro objetivo de PERSEGUIR a direita, força política mais crítica não apenas à atuação do Supremo, mas ao verdadeiro estado de anomia moral em Brasília, devidamente exposto pela Lava Jato, e agora novamente escancarado pelo escândalo do Banco Master, que atinge o próprio Supremo.

Nessa trajetória, MILHARES de pessoas foram censuradas, perseguidas e até presas, numa onda autoritária sem paralelos desde a chamada redemocratização.

A desculpa dada foi "proteger a democracia". Ora, como seria possível defender a democracia instituindo uma ditadura?

Não podemos esquecer que a imprensa, incluindo aí a Folha, teve papel FUNDAMENTAL na implementação do estado de exceção, ao justificar o mar de arbitrariedades cometidas, e dar apoio à descondenação de Lula, e sua alçada à presidência, coroando a gigantesca pizza em que se transformou a Lava Jato.

Reconhecer o erro com sete anos de atraso, no entanto, é apenas o começo. Cabe agora à imprensa pedir desculpas públicas à sociedade brasileira e exigir a anulação imediata de TODOS os processos abertos no âmbito desse inquérito espúrio e derivados. Não basta mea-culpa em editoriais isolados. É preciso reparação concreta: libertação dos presos, restituição das contas censuradas, reabilitação dos perseguidos.

Quando é que a Constituição voltará à vigência no Brasil?

 

Senador recebia mesada milionária de Daniel Vorcaro, aponta a PF

A Polícia Federal cumpre mandado de busca e apreensão nesta quinta-feira (7) em endereços do senador Ciro Nogueira (PI), presidente do PP, em uma nova fase da operação Compliance Zero.

O senador recebia quantias operacionalizadas por Felipe Vorcaro, primo de Daniel Vorcaro. Essa é a suspeita da PF.

Felipe teria feito uma parceira "ligada aos pagamentos mensais em favor do senador, correspondentes, inicialmente, ao valor de R$ 300 mil, com indícios de que teriam sido posteriormente aumentados para a importância de R$ 500 mil". O primo de Vorcaro foi preso temporariamente.